segunda-feira, 15 de junho de 2020

• As mais belas e curiosas páginas da imprensa mundial - I

Hoje, na senda da nova rubrica* deste blog inaugurada com este post, vamos ver aqui algumas páginas de revistas de bebidas alcoólicas. Sobretudo páginas de anúncios com layouts plenamente conseguidos e atraentes. Mas não só.

A começar com o anúncio de página dupla ilustrado acima, da revista Food & Wine, de Setembro de 2015, cuja capa está aqui ao nosso lado esquerdo.

Numa revista sobretudo dedicada a divulgação de vinhos, vemos uma publicidade a uma marca de… cerveja. Vejam só!…

Em baixo alguns bons exemplos de vistosas páginas simples, mas não necessariamente de anúncios de bebidas apenas, e sim, antes de produtos alimentares, também.




Mais abaixo ainda, um anúncio de página dupla, desta feita finalmente a uma marca de vinhos.



E agora uma outra revista, esta de cerveja.

Trata-se da revista Beer Magazine, de Abril/Maio de 2010.

E aqui mais um facto inusitado: alguém inventou uma cerveja para os nossos melhores amigos de quatro patas.

É verdade... Os nossos cantos agora já nos podem acompanhar na degustação duma jola.



Mais uma vez acima temos a capa desta peculiar revista e algumas páginas interiores.

E em baixo uma página dupla.



Para finalizar, só mais uma página interessante, um anúncio dum vinho, numa revista que é mais sobre gourmet food, desse lindo país que é a Nova Zelândia, tal como a origem desta "pomada".


Aqui acima a capa da revista Taste New Zealand, de Julho/Agosto de 2016 e o tal anúncio, simplesmente belíssimo!...
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* É de esperar uma grande profusão de novos posts subordinados a esta rubrica, pois material para publicar é que não nos falta…

quarta-feira, 10 de junho de 2020

• O novo normal

Andam p’rái a falar até à exaustão do “novo normal”… Que temos todos que adoptar novos hábitos, comportamentos, atitudes, estratégias, formas de viver, de trabalhar…

Quanto ao mundo do trabalho… Montes de empresas foram dum dia para o outro empurradas ou forçadas a pôr muito do seu staff em teletrabalho durante esta crise pandémica, que ainda vigora. E sem grandes chances de protestar. Foi terem de se adaptar ou terem de parar. Não houve grande hipótese de escolha.

Esta espécie de experiência - metida a martelo - de engenharia social creio que, apesar de tudo, de toda a improvisação que implicou, provou que o teletrabalho é uma opção válida e com largas vantagens para muitos cargos e funções dentro de empresas. E no entanto…

Receio que quando tudo isto acabar o novo normal nas empresas não venha a ser nada novo. No mundo corporativo os CEO’s são muito resistentes às mudanças. Só cambiam de opinião quando isso lhes é imposto pelas conjunturas.

E é uma pena. Porque esta experiência correu bem. E devia deixar lições a tirar e a implementar.

Vai-se perder - estupidamente - uma oportunidade histórica e talvez irrepetível de dar um importante salto civilizacional.

A economia, o ambiente, o bem estar social e a felicidade nacional bruta* iriam ter tanto a ganhar...
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* Nos anos sessenta e setenta do século passado, era de grandes utopias, li um dia um slogan que rezava assim: não ao produto nacional bruto, sim ao felicidade nacional bruta. E que aqui quis reviver.

sexta-feira, 5 de junho de 2020

• As mais belas e curiosas páginas da imprensa mundial - intro

Hoje vamos inaugurar neste blog uma nova rubrica, intitulada “As mais belas e curiosas páginas da imprensa mundial”. Título este que me foi influenciado por uma rubrica similar que em tempos a revista PHOTO francesa tinha regularmente.

Na internet todos nós temos acesso a ler revistas online, réplicas exactas das mesmas edições em papel, e bastas vezes antes desta aparecerem nas bancas. E por esse facto, vou partilhar aqui com os meus caros leitores - que espero bem que venham a aumentar em números que se vejam, depois deste improvement... - exemplos de capas e páginas de revistas para as quais quero chamar a atenção dos demais mortais por causa dum raro valor estético que eu lhes atribuo.

Vamos passar a visualizar e a disfrutar nesta rubrica páginas cujo layout ou design gráfico será a meu ver digno de realce. E porque neste blog ficarão a ser recordadas para sempre, assim um pouco menos efémeras serão estas manifestações de criatividade.

Se isto não é serviço público de interesse para a comunidade, não sei o que será... E se com esta iniciativa as vendas de algumas revistas aqui divulgadas aumentar, tanto melhor. Não precisam de me agradecer. Agora, se me quiserem subsidiar... Não direi não.

Poderão ser vistas nesta rubrica capas, páginas interiores de artigos e páginas de anúncios de imprensa, simples ou duplas. e o mais que se me aprouver.

(E para aqueles/as que não o saibam ainda - shame on you!... -, se clicarem nas imagens vão poder vizualizá-las em tamanho MAIOR. Claro. Dah!...)

Debutamos com uma revista irónica, a Vogue. Mas não na sua edição norte-americana, ingles ou francesa. Não. Vamos ver páginas de beleza mais inusitada. Oriundas da Vogue India. Com fortos lindíssimas, que só poderiam ser vistas aqui, numa publicação hindu.

Aqui vai então algo extraído da revista saída em Março de 2020…


 

E também algumas páginas da mesma Vogue India, só que de Abril de 2013. Bem mais antiga, mas com várias e variadas surpresas que não seriam possíveis de ver noutras Vogue de outros países.






E para a primeira vez desta rúbrica, é tudo...

quarta-feira, 3 de junho de 2020

• Uma pedra mais para o meu castelo - X

Assim fica fácil o trabalho do arquitecto ou do decorador de interiores. Ou talvez não*…

E digo talvez não porque encontrar essa pedra mais - e pelo visto, a mais importante… - para o meu castelo pode ser tarefa árdua. Ou então por outro lado, muito dependente das célebres conspirações do universo correrem mesmo certo e p'ra valer.
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Nota: reparo com alguma relativa surpresa que já vai fazendo largos anos - desde o longínquo mês de Julho de 2014 - que o autor deste blog não tinha adicionado aqui qualquer novo post com este rótulo (ou label, em inglês)...

* Se acaso alguém um dia reparar que esta expressão "ou talvez não" é amiúde e sobejamente repetida neste blog e não perceber muito bem porquê... Farei então notar que se repare também com a mesma perspicácia no título deste dito bloguezinho.

quarta-feira, 27 de maio de 2020

• Apple Mac Portable

Eu sempre tive computadores da marca da maçã

Hoje em dia escrevo posts nos meus blogs usando um laptop que já não é da última geração mas que ainda dá pró gasto. Um magnífico MacBook Pro com quase 9 anos. Por isso ainda não é daqueles que já possui um écran Retina.

Relembrando, não sou o dono dum portátil Apple da última geração. Mas tive (ainda tenho) the very first computador portátil que a gente da Apple concebeu. O Mac Portable.

Consensualmente, este moderno ábaco foi um fiasco. Um tijolo pesadíssimo, uns valentes 5 Kg. E a Apple não demorou a lançar um sucessor bem mais levezinho, o primeiro dos PowerBook, passados poucos meses.

Eu poderia ter ficado decepcionado e até ludibriado por ter adquirido um Mac Portable que era à altura quase como um protótipo. Mas não. Curti bastante usar esse que foi o meu primeiro Macintosh durante vários anos. 5 anos, talvez, não lembro bem agora…

Este Mac Portable, hoje considerado um vintage computer, apesar do relativo menor sucesso que teve fica nas lendas da história encetada por Charles Babbage como:
  • O computador donde foi enviada a primeira mensagem de email duma estação espacial em órbita para a Terra.
  • O portátil que ainda hoje detém o record da maior autonomia, 12 horas, porque…
  • A sua bateria tinha uma tal capacidade que se diz que poderia servir para alimentar o motor de arranque dum automóvel de baixa gama tipo Fiat Uno, com um motor de 1.000 c.c..
  • Por baixo da motherboard ficaram gravadas no plástico que é como que a carroceria deste computador as assinaturas de todos os técnicos envolvidos no projecto de desenvolvimento deste máquina, incluíndo a de Steve Wozniak e de Steve Jobs. Não foi a primeira vez que tal aconteceu mas talvez tenha sido a última. Depois foi só Jobs a assinar.

Infelizmente, por desleixo meu, o meu Mac Portable já não está operacional faz mais de 25 anos. Nevertheless, como disse antes, é um vintage computer. Terá um valor intrínseco devido a ser um marco histórico.

Eu quero ver se vendo o meu Mac Portable. A quem possa valorizá-lo mais do que eu. A quem queira criar um museu Apple. E porque esta crise pandémica do maldito Covid-19 - que apesar de tudo vai deixar algumas lições e não poucas a quem lhe sobreviver - está a dar cabo da minha saúde financeira.

Só que há uma chatice… A porra do eBay é duma complexidade que eu não domino, confesso.

Pode ser que eu tenha a sorte incrível que haja alguma alma que leia estas linhas e que se interesse por esta relíquia na minha posse. E já agora, tenho mais items para venda. 

Que raio de ideia peregrina que eu tive quando comprei este brinquedo!… Como tantas outras que eu nem aqui conto…

quarta-feira, 20 de maio de 2020

• In my humble opinion…

Well, to be perfectly honest, in my humble opinion, of course without offending anyone who thinks differently from my point of view, but also by looking into this matter in a different perspective and without being condemning of one's view's and by trying to make it objectified, and by considering each and every one's valid opinion, I honestly believe that I completely forgot what I was going to say.

A quem terá conseguido ler o texto* acima com toda a sua exigida paciência, parabéns pela persistência. Mas é isto, as coisas são o que são e a opinião expressa anglo-saxonicamente vale o que vale…

Efeitos da pandemia de covid-19 nas nossas debilitadas sanidades mentais?… Talvez. Mas isto é também um exemplo que ilustra na perfeição a aplicação na prática duma máxima pela qual me orientei desde sempre nesta vida. Que reza assim:

Há duas regras na vida pelas quais nos devemos sempre reger:
Regra #1: Nunca digas tudo o que sabes.
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* Textinho esse que não é de todo da minha autoria, tenho que confessar. Encontrei-o algures no ciberespaço.

Nota: Se alguém se perguntar sobre qual o conteúdo da regra #2, sugiro de novo a leitura da regra #1. Afinal, e como se costuma dizer, qual foi a parte dessa regra que não terão entendido?…

quarta-feira, 13 de maio de 2020

• Como será doravante?…

Como será doravante?… Continuaremos a viajar como se não houvesse amanhã, como até agora vinhamos fazendo todos ao redor deste mundo dos deuses?… Ou iremos conseguir restringir a nossa inata vontade de embalar a trouxa e zarpar?…

Esta crise pandémica do Covid-19 mostrou-nos que afinal podemos prescindir de muita coisa. Que não precisamos tanto assim de fazer tanta refeição fora em restaurantes, por exemplo. Que não é necessário ir tantas vezes a shoppings, também. Que passamos bem sem ir a cinemas, teatros, festivais de verão, eventos desportivos, museus e monumentos, animação cultural em geral, etc..

Precisaremos então de viajar para conhecer países estrangeiros para quê?… Não teremos nos nossos países ou regiões tanta coisa que ainda não conhecemos?…

No próximo dia 18 de Maio os aeroportos portugueses vão recomeçar a reanimar-se. Não com tantos voos como antes. Apenas alguns para destinos mais requisitados e de viagens de negócios, sobretudo.

No entanto, embora Lisboa venha a receber visitantes/turistas em breve, será que estes virão em grande número, como dantes? 

Altamente duvidoso que tal aconteça. O medo de viajar vai tolher as massas de se deslocarem. E se as obrigações de quarentenas de quinze dias para quem chega a qualquer destino, não importa onde, se mantiverem, viajar torna-se algo impraticável para quem só tem uma ou duas semanitas de férias.

E em cima de tudo isto, as pessoas no mundo inteiro estão descapitalizadas. Ficaram sem guito para viajar.

Talvez nem mesmo no próximo ano de 2021 tudo volte ao que era antes.

Quando vier a próxima pandemia não quero ser apanhado desprevenido como o fui agora. Não posso depender apenas do turismo ou de outra actividade “dispensável”. Tenho que me dedicar à agricultura. Por exemplo.

quinta-feira, 2 de abril de 2020

• #ficaemcasa, parte 2

Ontem, primeiro de Abril, o tradicional Dia das Mentiras, interroguei-me num post noutro blog meu sobre como vai ser o entretenimento de agora em diante…

Parece que nada será como dantes. O quartel-general vai deixar de ser em Abrantes, finalmente...

Hoje venho falar sobre uma área específica do tal circo do famoso “panem et circenses”: o desporto profissional.

Os desportistas do mais alto nível vão sofrer grandes perdas nos seus rendimentos. Todos ou quase todos os grandes clubes de football das maiores ligas da Europa têm os seus activos, os jogadores, parados, sem obterem qualquer proveito deles e tendo que pagar-lhes os seus chorudos ordenados. Logo, a pressão para se fazer reduções nesses ordenados ou para colocar jogadores no mercado a preço de saldo já começou a alastrar.

Desta conjuntura vem-nos dar novas, entre outros, o jornal desportivo L’Équipe, cuja capa do dia 31 de Março está reproduzida acima. E tal como no post anterior deste blog, #ficaemecasa, venho uma vez mais aplaudir a criatividade do layout desta capa, elaborada à volta da imagem desse mui grande fenómeno que é o Lionel Messi. Encore une fois… Bravo! Bravo!…

Adoro o pormenorzinho do símbolo no centro da boina!...

Crê-se que o nosso Leo é a voz mais activa na verbalização do descontentamento acerca do downgrading - ou desconsideração - que o FC Barcelona lhe quer impingir. A ele e a todo o plantel. Daí a colagem que lhe fazem ao  comandante Che Guevara.

Outra capa que é uma obra brilhante é a duma revista associada a um desporto - no caso um desporto yankee, com pouquíssima expressão aqui na Europa -, o exótico baseball. É daquelas coisas que transmite uma mensagem subliminar tão “in your face!”que apetece dizer “esta foi na veia!”. Vide aqui ao lado a dita cuja…

Bom, e se isto se passa na área do desporto, os vários agentes culturais que se cuidem…

Principalmente os ligados à música e à organização de concertos para as massas. Porque a vez deles penarem também chegará. Se é que não está aí ja!...

quinta-feira, 26 de março de 2020

• #ficaemcasa

É isto!… Nem adianta falar doutra coisa O Covid-19 é omnipresente hoje em dia. Ninguém vai prestar atenção a mais nada.

Eu teria vários e variados outros assuntos ou temas em carteira. Mas se algum leitor aparecer por aqui para ler os meus dislates, se eu não falar do Coronavírus… Esse leitor dirá que eu vivo no mundo da Lua e não compreenderá porque eu não me foco nesta dificuldade que afecta a todos nós, humanos, nesta época negra.

Isto tudo dito, vamos lá comentar esta crise sanitária, económica e social global…

Acima, com a exibição da última capa do jornal do Sporting*, venho dizer “chapeau!” ao autor deste layout. Demonstra-se aqui um sentido de humor a toda a prova!… Bravô! Bravô!...

Para os mais distraídos ou para quem não viva inserido na realidade desta cidade de Lisboa e arredores, como auxiliar da compreensão da mensagem subjacente a esta capa faço notar que as claques - ou torcidas - deste clube - ou time - de football olissiponense têm um cântico cujo refrão é:

“Só eu seeeeiiiii…
…porque não fico em casa!”

Capisce adesso?… Ecco, va bene… Meglio, andrá tutto bene.
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* Por acaso, um dos meus dois clubes favoritos. O outro é qualquer um que seja o adversário de circunstância do dito “glorioso”, o arquirrival do SCP.

quarta-feira, 18 de março de 2020

• O Apocalipse não anunciado

Claro que também este blog tinha de abordar o tema do Covid-19!... Ninguém fala ou noutra coisa hoje em dia… Tudo passou a ser secundário, fútil, adiável, etc...

Como somos tão frágeis, nós humanos!… Bastou um microorganismo ter surgido assim de repente e o mundo inteiro, sociedades inteiras que vinham sendo estruturadas ao longo de séculos de civilização começam a tremer pelos alicerces.

Mas será mesmo que este novo Coronavírus nasceu assim de repente?… Será que não terá sido criado artificialmente em algum recôndito e secreto laboratório?… Não terá havido algum traste ou filho da p... que fez asneira da grossa e que, inadvertidamente ou não, desencadeou esta porra toda?…

A história de como tudo isto começou e se espalhou rápido como um rastilho pelo planeta inteiro ainda está por apurar.

Muita alma haverá por aí que crê que a humanidade não poderá crescer a este ritmo por muito mais tempo. Que de vez em quando as guerras são necessárias par pôr um travão aos números com que nos multiplicamos.

Certo, já houve outras pandemias antes. Certo, foram ultrapassadas. Mas no caso desta será que houve causas apenas naturais?… Com toda a evolução que a medicina e a ciência em geral já alcançou?…

Estes desabafos que aqui faço teriam talvez mais lugar noutro blog meu, “Cidadania Rasca”. Mas já ontem também lá discorri sobre este tema. E como já disse, este é o tema do momento. Incontornável. Inevitável.

E pronto!… Está dito e dito está.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020

• Um gadget peregrino

Recentemente quis pensar em adquirir um artigo para uso no meu automóvel, o meu “capotinha vermelha”*.

Falo duma simples pen drive para rechear com ficheiros mp3.

Só que não me permito várias vezes pensar em algo apenas simples. Alto lá, que eu quero algo que dê muito nas vistas. E vai de pesquisar no Google por pen drives, mas das mais coolest ones.

Apaixonei-me por esta pen ilustrada na foto acima. Então não é que uma pequena empresa da Letónia - logo dum dos três países bálticos, que me dizem tanto - teve a ideia peregrina de aproveitar velhas válvulas tubos de raios catódicos produzidas nos idos tempos da esfumada União Soviética, tombadas no mais decrépito desuso e deu-lhes uma nova vida?…

Essas velhinhas válvulas ou tubos, pioneiras dos primeiros aparelhos electrónicos que os transistores vieram destronar, são hoje transformadas em pen drives, depois de um ligeiro restyling ao estilo steampunk, bem conseguido.

Pelo que se pode observar na foto mais acima, parece que se conseguiu mesmo também ser possível fornecer energia através da tomada USB dum computador, de modo a que o típico filamento da válvula fique incandescente, acrescentando realismo à coisa.

Chama-se esta pequena empresa SlavaTech e esta pen pode ser comprada através da Amazon, clicando aqui, ou ainda noutro website, clicando aqui.

Mas por favor, meus caros e raros leitores, não corram desde já a encomendar alguma porque eu ainda não o fiz e não sei quando o vou fazer. E depois o stock acaba e eu fico f… por não ter a minha, que será bem merecida aliás. 
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* Alcunha que a minha progenitora lhe atribuiu, com muito carinho por serviços prestados.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2020

• CNY


CNY. Uma sigla que vai ficar cada vez mais popular entre nós no dito mundo ocidental. Chinese New Year.

As comemorações do Ano Novo Chinês são muito mais cativantes. Porque se prolongam por muito mais tempo do que apenas uma noite. É coisa para durar quinze dias!... É alegria duradoura. Não se limita a uma explosão artificial de felicidade que arranca num segundo preciso e se vai esvaindo rapidamente. Às vezes, ao fim de uma hora ou duas já se extinguiu...

Este vai ser o meu glorioso ano chinoca. O ano do Rato. Porque vai fazer cinco dúzias de anos que eu nasci.

Preparai-vos, ó gentes, que a party vai ter início a 25 de Janeiro!... 

Ultimamente deve ser costume no Império do Meio por alturas das celebrações do seu Ano Novo lançar-se uma generosa série de novos e glamorosos anúncios ou campanhas publicitárias nos media lá da terra. Tal como os yankees fazem no seu Super Bowl.

Hoje vou divulgar aqui um anúncio tv da Adidas que se me afigura uma pequena obra de arte cinematográfica. E que deve ter tido uma produção nada mas mesmo nada baratinha. Mas como o target são mil e quatrocentos milhões de humanos… Dá para tudo.

domingo, 22 de dezembro de 2019

• E aí está de novo o Natal...

E com o Natal volta de novo também um espírito consumista desenfreado e acéfalo, que se apodera de todos nós…

Estaria talvez já bastante em tempo para reflectirmos todos sobre este comportamento social que por uma tradição cega adoptamos sem o questionarmos minimamente…

Sobretudo nos tempos que correm, em que estamos todos muito preocupados com o clima do nosso planeta... Ou a fingir que nos preocupamos, participando em grandes manifestações de massas nas principais avenidas das nossas modernas urbes.

É que depois do Natal, logo, logo no dia 26 ou mesmo no próprio dia 25, o ambiente vai ressentir-se deste momentânea insanidade. Não são só as barrigas dos humanos que engordam neste período natalício. Os caixotes do lixo - ou melhor, do desperdício - também. Exponencialmente.

Pornograficamente, direi mesmo eu…

quinta-feira, 14 de novembro de 2019

• A Feira Nacional do Cavalo

É todos os anos igual. Quase nada muda. E no entanto apetece todos os anos lá voltar à Golegã. 

E caminhar no meio da confusão daquelas ruas apinhadas de gente. Porque é só lá que aquele ambiente de paixão pelo tema do cavalo existe, esse belo animal que neste país tem uma raça tão esplêndida, o Lusitano.

Apesar de não ser um grande aficionado, mais uma vez lá fui, neste último domingo bem servido de chuva miudinha molha-parvos… Porque tinha mesmo de ser assim, pronto!…