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sexta-feira, 30 de junho de 2017

• Obrigado!...

Este corrente mês de Junho tem sido uma correria danada!… Mas como soe dizer-se por aí, quem corre por gosto não cansa.

Tenho sido bem feliz no meio de tanta azáfama. E quero pensar que há alguém lá longe que anda a pedir aos anjos dela por mim e pelo meu bem-estar.

Quero crer também que saberei quem é esse alguém. E daqui deste blog vou agradecer a essa alma que me é muito querida.

Aitäh, kallis.

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

• 7º aniversário

Sete. Sete longos anos a converter pensamentos para a forma escrita, com uma persistência regular.

Sete anos a conservar palavras ditas no ciberespaço. Sem saber se se está a fazer a coisa certa. Mas continuando sempre a navegar em solitário. Sempre sem avistar sequer ao longe a terra prometida.

Compreendo hoje a angústia de Cristovão Colombo no alto mar…

sábado, 27 de fevereiro de 2016

• Tem de haver outra saída…

"A 'why' is a dangerous thing... It challenges old,
comfortable ways, forces people to think about that they do
nstead of just mindlessly doing it. (Haplo)...
I think the danger is not so much in asking the 'why' as in
believing you have come up with the only answer. (Alfred)"
 - Margaret Weis

É só uma cenoura. Ao fim do dia, se chegares onde eles querem que tu chegues, talvez eles a dêem a ti. Amanhã, se eles precisarem de ti de novo ou se foste até bem longe hoje, hão-de colocar outra cenoura à frente dos teus olhos.

Talvez devesses, no entanto, parar para pensar um pouco…

Porque raio queres afinal a cenoura? Vale assim tanto a pena? Andares atrás dessa cenoura não será que te distrai de outros objectivos que também, sobretudo ou ao invés deverias antes perseguir? É mesmo isto que queres para ti?

Vem esta minha filosofia de vão de escada que me assalta neste momento o meu pensamento a propósito disto... 

Quando a vida me apresenta aquelas modernas formas de ganhar dinheiro - o dinheiro que é inevitavelmente necessário para sustentar essa mesma vida - que andam desgraçadamente tão em voga hoje em dia, regra geral eu penso que… 

Tem forçosamente de haver outras formas melhores de se ganhar a vida. Tem mesmo de haver!… Senão, estamos todos perdidos.

Bom, isto pode ser um problema só meu... Mas há certas cenouras que comigo não funcionam. Não me fazem mover. Não os músculos mas os neurónios sim. Isto fazendo fé que estes últimos ainda se vão estrebuchando de quando em vez, claro...

E no entanto são tão atraentes para tantos outros seres humanos. Até para aqueles cuja inteligência prezo. Que vão sendo cada vez mais raros. Lá está, é um problema exclusivamente cá do rapaz, sem dúvida... Passe o sarcasmo.  ;-)


sábado, 16 de janeiro de 2016

• I love airports

…and major train stations. And expresso buses terminals. And big ship harbours. And so on.

Unfortunately, I don’t have the enough money to even start all those trips around this whole world that I dream about.

And I have to rebuild my life from scratch. Financially, I’m broke. Like so many genius are at some point of their lives.

So, this post is kind of
my message in a bottle”.

I should put my best skills to work for me one day!… But what can I do, I ask myself several times…

Basically,I see myself as an ideas bank - some of them are already described in this blog, others are still in the drawers of my mind - and a bit visionairy. That’s what I honestly think. And I'm not afraid of any judgements anyone can make of my words.

What I have to “sell” - or better said, what I only know how to sell - it’s just this little me. Me, my time, my workforce and my ideas. Which are genuine. Brand new fresh ones. Not from anyone else's minds.

Ideas not yet tested. Not yet thought. Ideas that could rise to a mind like Steve Jobs had.

Ideas that this world is greatly in need. Disruptive ideas.

Among all my ideas exposed in this blog, there's two main new business concepts, which are:
  • The small hotel de charme and restaurant of the future, a gastronomic Spa or the natural evolution of typical wine and cheese bars, summarily described here.
  • A sports entertainment services company for hotel guests and sporting goods megastores, summarily described here.
I have a challenge to put to all you people who might be reading this...

Send me an airline ticket and I'll be with you tomorrow.

I’d love to present you my ideas. And conceive others while listening to yours, as well. And we would give birth to new big ideas together.

Let's talk and think together if we can do something, both of us. What we can do. Where we can go and how we can do it.

I'll pay you back working for you while I will be with you folks, wherever may you live in this whole world.

I will go anywhere! If there will exist dreamers like me over there on those parts.

Japan or Korea would be nice... I wish to experience living in a society like the one in the land of the rising sun or in the country of the calm morning.

Or some nordic countries, like Finland, Sweden or Denmark. I admire their way of life. Or perhaps mostly, an energetic fresh blooded and dynamic brand new democracy, Estonia. Or the other Baltic countries.

Or the Czech Republic. Or Switzerland. Or Canada, in the new world. Mostly in its province of Quebec. Which can one day be independent.

Of course too, in places where people dream really big. And money flows more than anywhere else. Like the so obvious United Arab Emirates, Qatar and Bahrain...

But also Oman, Kazakhstan (Astana, said to be the world's weirdest capital city) and Turkmenistan (yes, they have this ambition of building the Dubai of the Caspian Sea, at Avaza). And the always tempting empire of the middle, China...

Yes, these would be great places to go and relive. And this is not at all a closed list yet.

I’m 55 years old now. But I feel to be young. Thanks to an angel - not exactly a "business angel", although that is what she wants to be with me - that recently crossed my life. And to whom I will be eternally grateful for having showed me who I am.

As I said in the beginning, I have to rebuild my life from scratch. I will do it for my sake. And for hers, too. I owe her this.

I’d like to think I'm just starting now to spread my wings.

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

• Realidade virtual

http://www.kariranta.fi
A frase “A vida é um lugar estranho” cola-se tão bem à minha pele…  

Estou a viver em modo RV, Realidade Virtual. Ou numa quarta dimensão qualquer. “Transplantei-me” para uma outra realidade no início deste mês de Outubro. Ou Lokakku, como se diz por cá. 

Fi-lo assim, sem mais nem menos, sem grandes preparativos. Com uma falta de previdência que ainda me pode vir a ser dramática.

Estou em Lahti. Na fria Finlândia. A cerca de 100km de Helsinki. O bastante para me sentir num quase desterro. Aprazível q.b., mas desterro, todavia.

Já escrevi sobre este meu fado noutro dos meus blogs. Mas era inevitável que este fosse o assunto maior deste mês da minha vida. Nada mais tem esta importância.

Porque vim aqui parar? Por causa de um chamamento superior. Duma ideia peregrina. Atrás do meu lugar neste mundo. Que pode bem ser ao lado desta alma gêmea com quem estou neste momento.

Só falta este país também me aceitar, como um cidadão mais que poderá aportar algo a esta sociedade finlandesa. E isso é que se me está a afigurar uma tarefa hercúlea... Dado o carácter deste povo, tão mais reservado do que todos os outros povos deste planeta.

Eu vivia até há bem pouco no seio duma outra sociedade, aquela em que nasci, como tantos outros. A dos lusos. Aonde já não me sentia pertencer. Mas criar raízes noutras terras bem diversas daquela em que pisávamos o chão com naturalidade é tarefa de que negligenciei as dificuldades. Ingenuamente.

Aqui ainda não tenho chão. E não sei se chegará o tempo de o ter. Ideia mais peregrina que esta de para aqui vir jamais antes tive…

Esta fuga para a frente a que me acometi ainda não produziu aquele pequeno milagre com que a sorte costuma proteger os audazes.

E talvez esteja a escrever estas linhas com a esperança de que o agente produtor desse milagre, seja lá esse anjo da guarda quem for, possa ouvir o meu grito mudo.

domingo, 12 de janeiro de 2014

• I need a job, now!

That’s right. I need a job, right now!

I need a job because I’m sick of feeling to be useless. Of not fitting in this society that has begun to tell us with statistic studies that we are not all needed to keep the global economy pumping. That perhaps 40% of all the actual unemployed people will not return ever to the job market, until the end of their lives.

And I need a job NOW also because I have to get some money in my pockets. To feed myself. And to pay my damn bills. The few ones I still have.

While I was busy doing my regular job search, even with added enthusiasm induced by one of these unemployed people motivational conventions, I missed to give proof once of my professional inactivity to our welfare system. Who used to pay me some money to stay alive during this stupid social economic storm. But that now are menacing me of going to cut that small but essential help.

Like it would be normal, I’m trying to find a better job than the ones I had before. A more sustainable job. A more pleasant one, as well. And also more rewarding, for sure. Not just in terms of salary but of fringe benefits and everything else that matters to me. Which would be, for instance, to have an ideal stress-free working environment. Or to work on something that can really matter for the world and the human race progress. In a word, to be happy on my job.

And this is why one of my strongest bets on this job search strategy that I planned is to try to work in the future on functions like hotel receptionist. Mainly small hotels. And in pleasant countrysides. With these fine touristic landscapes.

But I can easily too be a shepperd. Or a wine or cheese maker. Or of other artisanal products, like cider, beer, bread, red fruits, vegetables or flowers. Or work in spas, healing people with my massage skills. Or being a tennis teacher for kids. Or a travel correspondent to any media business that would sponsor this activity.

Or a blogger or a photographer or a graphic designer and artworker, all these being activities that I do on a freelance basis, nowadays. In a not so greatly sustainable way, until now...

I once knew on the internet about a curious fact concerning the job market in China for foreigners. Which was like this: major corporations in China were hiring americans and europeans, mainly white people, to expose them on their headquarters buildings halls, on spaces open to public. Because this is a status sign for chinese companies. They say in this manner that they are big enough to seduce foreigners to work for them.   

But I could be even just a volunteer to any NGO, like Unesco or EWB, Engineers Without Borders. If I would not have to worry about retirement issues. Or the fatal final period of our lives. If we all already could live on this Unconditional Basic Income (UBI), a recent initiative of citizens to be evaluated by the European Commission, which should have to submit this important social big step to the future of our society to the approval of the European Parliament.

Folks, you who might be reading these lines, please help me. Please put me to challenges. Please invite me to go and help you in your local businesses, there where you live. 

It can well be In Bali, Andorra, Okinawa, Astana, Kitsault, Rio Grande do Sul, Antarctica, San Carlos de Bariloche, Muscat and Oman, the Reunion island, Baku, Sanya, the Dolomites, Costa Rica, Samarkand, the UAE, Switzerland, Goa, Corpus Christi, Iceland, São Tomé e Príncipe, etc.. And a few other places in this world I might remember later. I'll stay with a widely open mind about this. I just wish to find a good place where I could release my until now saved creative potential and work force. At your service. In a win-win situation.

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

• My life is for sale

An absolutely mad idea today! Which is to put the rest of the days in this life of mine for sale.

That’s right, my life is for sale. Because I’m an absolutely free man, available to be taken. Available to embrace any new life challenge, whatsoever, in any place in this whole world. I have no strings attaching me to any country, business, job, situation or life settlement. 

I’ve never lived alone in my 53 years old life but soon my dear daughter will be starting her autonomous life and then, yes, I’ll be completely unattached from anyone. And alone, after all these years. With no one living with me to care for on a daily basis.

My life is for sale, as I’ve said in the beginning. And how can you people totally “buy” this human life of mine? Simple. You just have to say: “Come and meet me here, where I am. I have plans for our future together. You’ll be helping me with my business and supporting me with my life. And us two will be as one.”

Or you could say, as well: “Please accept me in your house. I want to start to live by your side, there where you are. We will build up our common future life. I know what we can do together.”

I’m divorced for more than 3 years now. And since the end of my last relationship, I haven't met anyone in this whole online or real worlds who might be ready for a total commitment, like the one where I'm willing to give myself entirely to a new love of mine.

So, I'm perhaps losing my hopes to be in a couple again. But I'm always available to help other people, for example, to relocate to live in my country or in any other one in the European Union. And as a photographer, I'm also always interested in a beautiful face, smile, gaze, pose, etc., of any age.

I wonder while writing these lines why I have these thoughts today. Well… It might be perhaps due to the fact that there are a lot of dreamers in this world. People who perhaps share the very same dream I have. To find or to be found by someone who's willing to dedicate herself to her partner. Like I would too, given such a chance. Until the end of our lives.

The greatest luck in life that could strike me would be to go live the rest of my days in a desert island with that special one human being. Being in a couple where no one will ever get tired of the other part. Or even be totally dependent of her smile every single morning, as we awake together and at the same time. To live only for the utopia of our endless love. And nothing else matters. 

I'm this kind of dreamer. Now, how about you, my dear reader? What's your life biggest dream?

If you kept reading my words until here, with this big will not to quit, well, then who knows, you might be the one. You are in this way showing a great interest in me. And I'm starting to captivate you, somehow, with my life philosophy.

Come as you are. But please be bold, beautiful and - most important quality - smart, intelligent, sagacious, clever, sensitive.

Please read also my blog "Giuseppe Pietrini a presidente” and find out if you can turn out to be the lover I’m waiting for. Or you the same to me. This is a multilingual blog about L-O-V-E, which started as a joke and has turned out to be the main tool I use in the hard task of searching for my soulmate, at a worldwide scale. Eventually one day at a even bigger scale, if proof of intelligent life forms outside our planet Earth will be produced.

She has got to be somewhere!...


quarta-feira, 20 de novembro de 2013

• Time Management

…ou Gestão do Tempo, em dialecto tuga. Uma coisa que eu abomino.

A Gestão do Tempo, quanto a mim, é uma bonita ferramenta que os modernos métodos da Gestão de Empresas desenvolveram para solucionar um problema que esses mesmos engraçados métodos abestalhadamente criaram: a falta de tempo crónica.

Estes modernos métodos da Gestão de Empresas querem-nos tornar em indivíduos cada vez mais produtivos. Querem tornar as nossas existências em carne para canhão ao serviço do deus lucro máximo.

E assim fazem do nosso tempo, do precioso tempo de cada um de nós, um bem cada vez menos nosso e mais escasso. E como tempo é dinheiro, o efeito colateral, que nem todos enxergam, é que de facto nos torna mais... pobres.

A Gestão do Tempo devia ter um único axioma: “Se cada vez tens menos e menos tempo ou não tens mesmo tempo para nada, pára!”.

Tão simples quanto isto! Se não tens tempo para nada, não estás a viver. Estás a correr depressa para o teu fim. Para a morte que há-de advir a cada um de nós, mais tarde ou mais cedo. Não a apresses.

Fui submetido recentemente a uma acção de formação sobre esta temática, a Gestão do Tempo… e enquanto a magnífica formadora “ligava o complicador” para nos instruir em como gerir com melhor eficácia e maior produtividade o nosso tempo, não deixou de partilhar connosco, seus ilustres e ávidos formandos, a sua visão particular da coisa. A que aplicou à sua vida profissional e privada.

E que foi assim: quando reconheceu, e bem, que tinha cada vez menos tempo para dedicar ao que é o essencial - o seu filhote de tenra idade - resolveu propor uma medida sacrílega à sua entidade patronal. Passar a trabalhar em part-time.

Graças aos deuses que não teve as suas aspirações goradas…

Mais ainda partilhou connosco. Que passava os seus fins-de-semana no belo do Alentejo e os dias úteis na grande metrópole de Lisboa. E que se sentia cada vez mais presa e com menos vontade de sair do meio das planícies para ter de enfrentar as sete colinas da vida. Ao que eu ripostei que a compreendia bem. Porque se há quem possa ser um bom gestor do tempo, esse alguém é o alentejano!…

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

• Foi há 12 anos...

Já decorreu este tempo todo… Desde que as vidas de todos nós sofreram este abalo sísmico que foi o 11 de Setembro de 2001.

Julgo que poucos seres neste mundo não terão sido afectados, de uma forma ou de outra, por este acontecimento. Mesmo aqueles que vivem no mais recôndito canto desta terra.

Eu estava no meu lunch break, já depois de ter engolido a sandocha da praxe, quando me vieram dizer que tinha havido um embate de um avião num arranha-céus de New York. E que estava a dar na tv.

Fui ver. Lembrei-me de uma foto famosa de outro embate de um avião no Empire State building, nos anos 50. Pensei que era só um remake da mesma desgraça… Mas depois vieram avisar-me de que tinha havido um segundo embate! E é então que a coisa começou a cheirar a esturro… Como eu já contei mais em detalhe num post de um outro blog meu, quando isto fazia uma década.

Eu trabalhava na altura no estúdio gráfico de uma agência de publicidade de renome mundial, a Saatchi & Saatchi, em Lisboa. Que fazia parte de uma rede mundial de escritórios com sede em New York, justamente. Como quase todas as grandes agências de publicidade de nível planetário.

Duas semanas apenas depois do 11 de Setembro, o conselho de administração da Saatchi, lá nos States, decidiu fechar um bom número de escritórios da sua rede… e a fava calhou-nos a nós, lisboetas, tal como a outros, em cidades europeias como Milano.

Desde então e até hoje, nunca mais tive uma carreira profissional de que me possa orgulhar com galhardia. Nunca mais tive um emprego de jeito, para ser absolutamente claro. E passei por dois longos períodos de desemprego. O último dos quais ainda dura… E dura... E dura...

Pouco mais de dois meses depois do 9/11 teve início na minha vida uma relação sentimental que iria durar nove anos. Mas da qual hoje em dia tenho de apagar suas memórias. Como se nunca tivesse tido lugar essa ligação amorosa. Talvez assim tivesse sido pelo melhor… 

E como toquei nos planos profissional e sentimental, é forçoso que siga o que é costumeiro e fale também do plano da saúde…

Aí estou mais velho. Com menos energia do que há 12 anos. Como seria de esperar. Mas de resto não me posso queixar grandemente de nada. Não serei rijo como um cepo, mas… Dou p'ró gasto. Ainda. Ao menos isso, carago…

Estou a fazer como que um balanço da minha situação pessoal actual neste post. Mas não quero esquecer o mundo que me rodeia.

Numa linha, parece-me que os Estados Unidos - a superpotência mundial que foi o alvo deste atentado - andaram entretidos em conflitos que criaram nesta dúzia de anos. Descuraram também tomar o pulso da sua economia. E com isso terão contaminado os países ocidentais que fazem parte da sua órbita mais próxima.

A crise económica global que atravessamos hoje não é de todo alheia ainda a esta porra do 11 de Setembro. Mas enquanto uns se distraiam em guerras e bolhas nos mercados imobiliários e financeiros, outros foram fazendo o seu caminho até ao topo do domínio da economia global. Como a China é o melhor exemplo dessa longa marcha com pézinhos de lã.

Se não os podes bater, junta-te a eles. Está-me cá a parecer que para quem tem ideias como as que habitam a minha mente, um bom habitat para estas se tornarem um pouco menos peregrinas será o velho Império do Meio.

Afinal, o que é a Grande Muralha da China senão uma das maiores ideias peregrinas alguma vez nascidas do génio humano?...


terça-feira, 30 de abril de 2013

• A vida

E é isto!… Não há muito mais que valha a pena acrescentar a este longo arrazoado de verdades de La Palisse.

Só me falta cumprir uma coisita, que é viajar muito pelo mundo real. Porque pelo virtual já fui até aos confins do Pólo Sul. E este blog já me proporcionou sonhar bastante. Mas ainda estou em bom tempo para aumentar um pouco mais a parada onírica.

sexta-feira, 29 de março de 2013

• Acreditar

E a época do ano que atravessamos presentemente, a Páscoa dos cristãos, é um tempo propício a renovações...

Fear not to fail, folks! Ever. Life is a never ending learning process.

Não temais levar as vossas ideias peregrinas avante, ó gentes! Uma bonita senhora, que se dizia militante do empreendedorismo partilhou com uma assembleia em que eu me inseri, que em Silicon Valley ela aprendeu que só ao fim de criar a sétima empresa própria é que se tem sucesso. Isto em termos médios, como é bom de ver.

Pelo meu lado, eu já estou é farto de falar apostas sozinho. Digo apostas na minha carreira profissional, não em dar vida a projectos pessoais como os que vão sendo descritos neste blog que criei. Que é talvez a mãe de todos esse projectos.

Este blog nasceu para ver se eu encontraria os meus pares. Aqueles que também têm ideias peregrinas.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

• Nouveau échec

Torre Oriente do C. C. Colombo, seis e meia da madrugada de um dia dito útil qualquer, das últimas três semanas nesta triste Lisboa do meu quotidiano viver.

Chego cedo ao meu novo local de trabalho. Numa corporação que é um gigante da informática japonesa. Que tem como um dos seus clientes outro grupo empresarial, que é uma das maiores gasolineiras francesas. Se não mesmo a maior de todas. Grupo qual eu devo servir, em nome de quem me paga, a tal entidade "big in Japan". E no mundo inteiro para onde se expandiu. Como a minha cidade natal.

Olho em contra-picado a fachada iluminada da imponente Torre, dando esta já claros sinais de actividade laboral intensa em alguns - não exactamente todos - dos seus pisos. Enquanto mais alguns ainda dormentes transeuntes se vão aproximando do seu vasto hall de entrada de um perfeito chão de mármore, para iniciarem as suas duras jornadas de trabalho.

Digo para mim que muitas horas de tantas existências individuais são imoladas ali naquele edifício pelo fogo de uma imaginária fogueira a que comunmente designamos de produtividade. Valor esse que quem está por dentro, como eu, sabe ser em bastas situações tão vão.

Falhei, mais uma vez este ano, em coadunar-me com as exigências dessa dita produtividade. Que raia o irracional, por vezes, a meu ver. Mas quem sou eu? Apenas mais um zé-ninguém que deve ter nascido na época errada da história da nossa humanidade. Talvez tal como o nosso bom Paul Lafargue...

terça-feira, 31 de julho de 2012

• J'ai échoué sur moi

Et je l'aurais du voir mon échec possible à venir dès le début. Mais j'ai quand même choisi de mordre la pomme... Maintenant, je vais goûter ce que c'est de perdre le paradis.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

• Ideias peregrinas a 10.000 pés de altitude

Ontem relatei as minhas aventuras na procura de um novo emprego, num post de um outro blog meu, que se poderá ler clicando aqui.

Fui a um evento denominado Open Day, promovido pela companhia aérea dos Emiratos Árabes Unidos, a Emirates, que não era outra coisa senão uma sessão de recrutamento de RH. Para a contratação de novos membros para as tripulações de bordo - em inglês, Cabin Crew - de cerca de 200 novos aviões, em fase de encomenda. É verdade, duzentos!

Entre esses 200 aviões, uma parte destes serão do novo modelo Airbus A380. Numa versão especial, provavelmente, para esta transportadora aérea. Porque segundo me constou, a Emirates vai anunciar que estas suas aeronaves vão ter a bordo uma área lounge na sua retaguarda com um… Spa. 

Cada companhia aérea terá as suas particularidades… A Emirates pretende proporcionar aos viajantes do séc. XXI a melhor experiência de voo possível. E um Spa a bordo parece-me assaz bem, para atingir esse nobre objectivo.

Outras companhias apostam mais noutras vertentes. No catering, por exemplo. Em cima, temos o exemplo do serviço a bordo duma Cabin Crew da Turkish Airlines. Que deve ter a merecida fama dos melhores kebabs do mundo... 

quinta-feira, 19 de abril de 2012

• Plágio infame!…

A Knorr acaba de lançar no nosso mercado mais uma original linha de sopas desidratadas, a que designou "momentos gourmet". Bom, até aqui ainda está tudo bem...

O anúncio televisivo que promove este novel produto - vejam lá só a curiosa coincidência - mostra como exemplo supremo uma sopa que é a sua pièce de resistance, concerteza. Trata-se de um… Creme de Bróculos e Couve-Flor. Isso mesmo. Tal como no post anterior deste blog...

As outras sopas Knorr que farão parte desta alegada colectânea de arte culinária serão: Creme de Cogumelos Selvagens e Creme de Tomate Amadurecido. A quem interessar possa.

Por estranho que pareça, esta informação ainda não consta do site oficial da Knorr Portugal. Devem julgar, e com razão, que o suposto público-alvo, os verdadeiros gourmets, não o consultarão... Melhor fariam, de facto, se lessem antes este blog, um vosso criado. Bom, mas a info que a Knorr envergonhadamente não faculta pode ser confirmado noutro site, clicando aqui.

quinta-feira, 22 de março de 2012

• I need a challenge in my life!

Eu preciso desesperadamente de ter um objectivo nos anos desta vida que me restarão ainda. Tenho 51 anos e estou recentemente desempregado. Num país sem futuro. 

E para cúmulo, também fatidicamente só, após o fim de uma relação que durou cerca de nove anos, até ao dia seguinte em que completei o meu meio século de idade.

Numa conjuntura como esta, costuma-se adoptar nos filmes aquela famosa medida radical. Que é alistarmo-nos na Legião Estrangeira, reputada parte integrante do exército francês. Mas eu não. Não é a minha cara. Não quero ir para uma caserna. Já tive a minha conta desse tempo perdido. E já agora, também não vou entrar para um convento, tampoco.

Despertei para uma iniciativa há poucos dias atrás que se denomina My Social Project. Que visa fazer a promoção do voluntariado. Ao qual aderi. E aconselho quem me leia a seguir-me.

Entranhou-se-me esta esperança louca: seria uma enorme caridade que alguém ou alguma instituição me faria se me convidassem para um lugar onde eu me pudesse sentir útil a uma comunidade. Como Timor, São Tomé e Príncipe, Costa Rica, UzbequistãoFilipinas, Equador, ArméniaSeychellesTibet, Antárctica, eu sei lá!...

A quem interessar possa, enviarei o meu curriculum vitae para se poder ajuizar das minhas valias a aportar a qualquer eventual projecto de voluntariado para o qual possa ser por milagre convidado.

Haverá por aí quem queira por bem aproveitar as minhas modestas competências e energias?... Eu estou aqui para dar uma resposta a todas as solicitações e desafios que me lancem.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

• Nação peregrina

Este nosso país está a tornar-se cada vez mais nos últimos tempos uma ideia peregrina…

Terá sentido existir enquanto nação independente? Se não tem novos filhos que a consigam governar, apenas gerir, e não totalmente sob o seu controlo mas antes muito à deriva… E os velhos já abdicaram ou não se sentem com forças.

Às vezes deambulando por aí, à toa, mirando tanta obra feita, e bem executada mas talvez sofrivelmente gerida, penso comigo: "como fomos capazes de edificar isto tudo?…". Temos que ter sido bons no passado recente. Então, para onde foi essa nossa valia, enquanto povo? Como a perdemos?

Por exemplo, veja-se o cenário urbano na foto acima. Há 15 anos nada existia ali, no Parque das Nações, em Lisboa, senão depósitos de sucatas... e vêm-nos zumbir aos ouvidos que há por aí uma crise... que, ou é impressão minha, ou também existirão outros que pensam, tal como eu, que nasceu de um dia para o outro?…

E já agora, outro feeling que não deve concerteza ser só meu: não é assustadoramente desolador ver tantas lojas de comércio dos mais variados bens, agora permanentemente em saldos ou liquidações totais? Agora até de artigos de luxo e de marcas topo de gama… 

Porque não conseguimos vislumbrar senão um futuro negro? Será que ainda valemos a pena? Ou é mesmo melhor zarparmos todos, como nos apontam, ainda timidamente, os que não têm toda a arte e o engenho de nos governar que esta nação carece?

Soa a pessimismo, isto que resmungo aqui, entre dentes? Não, é bem pior. É capitulação. Estou a tornar-me naquilo que não queria nunca ser: um velho do Restelo.

Ó meus deuses, dai-me ânimo, urgentemente, por favor, que esta realidade está a ferir-me tanto!…
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Para ouvir a banda sonora original (OST) deste post, clicar aqui.

domingo, 18 de setembro de 2011

• Ich bin im Urlaub!...

Quase julguei que nunca mais seria chegado o momento de dar este grito...

O último dia de férias que gozei antes destes que neste Setembro se avizinham foi há mais de 12 meses. Nem por isso estou lá muito feliz... Mas finalmente sinto um perfume de liberdade no ar. 


A ver vamos se sei ou posso frui-la com tempo de repouso ou de acção. Pouco importa, desde que seja de qualidade.

Este blog e os outros que vou mantendo não se vão ressentir deste período de descanso meu. Porque blogging é p'ra mim um
hobby. E nas férias é quando temos justamente mais disponibilidade para as nossas actividades de tempos livres. 

E já agora, também para sonhar, soltos que estamos de um quotidiano que nos embrutece. E é esse mesmo o principal  mote da minha escrita. Os sonhos que vou podendo ter.

Indian summer, here I come! World, get ready for this little me...

domingo, 24 de abril de 2011

• Un bref interlude...

...dans le fil conducteur des sujets exposés sur ce blog que je vais me permettre ce jour-là. Y a un peu de chagrin habitant dans moi, ce gris dimanche de Pâques. Mais, pour remonter, ça me suffit de ne pas rester aveugle à la beauté.