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terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

• Hoje o mar tá flat?…

No problemo! Já não é necessário haver ondas. Até num lago de águas calmas e cristalinas como uma piscina podemos praticar surf. Ou algo parecido com surf

Uma prancha de surf com motorização não é uma coisa que se possa dizer de uma inovação absoluta. Houve já quem tivesse a ideia peregrina de instalar um vulgar motor fora de borda - daqueles a hélice, de menor potência, que se podem instalar em botes de borracha, por exemplo - numa longboard. Isto nos anos cinquenta ou sessenta do século passado. Portanto, há bastante tempo já.

A Onean, uma empresa de Bilbao, País Basco espanhol, também não é a única no mundo hoje em dia a produzir este tipo de pranchas com motor de jetski e propulsão eléctrica. Mas foi com a Onean que eu descobri esta forma de lazer e diversão. Na última edição da NautiCampo, na FIL, Feira Internacional de Lisboa.

É favor visionar estes dois vídeos promocionais, clicando aqui e aqui, para ficar com a mesma vontade de experimentar este novo desporto com que eu fiquei.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

• Apple iCar

Como confessei num recente post doutro dos meus blogs, a minha inspiração para a escrita está a demorar a recomeçar neste novo ano de 2019. Então, há que desencantar assuntos avulsos. Escolhi carros. E o que será o futuro destes.

Já existe a “Apple dos carros”, a Tesla. Não era tão necessário a própria da Apple querer fazer a revolução - mais uma!… - no fervoroso mercado automóvel mundial. E no entanto, ei-los que vêm aí, a querer também meter o seu bedelho.

As imagens que já temos disponíveis de protótipos que podem dar nascença ao iCar mostram um aspecto demasiado “clean”. Totalmente “Applelike”. Incondicionalmente "think different", o famoso slogan da marca da maçã. A ver no que se vão tornar quando se confrontarem com o mundo real…
 

E é isto, que a verve não abunda por estes dias frios e cinzentos…

domingo, 21 de outubro de 2018

• Um "faguisto” bué giro

Este post de hoje é sobre um pequeno fait divers, à falta de melhor assunto. A inspiração também tem épocas baixas e altas... E agora não estou na alta.

Venho então hoje discorrer uma beka sobre um objecto tão banal do nosso quotidiano. Sobre um faguisto* com um design bem diferenciador, duma marca que me surpreendeu: a Gorenje.

E digo surpreendente porque a Gorenje é originária dum país europeu tido como pequeno, a Eslovénia. O que não a impede de ter uma boa classificação no ranking dos fabricantes europeus de electrodomésticos: um bem razoável oitavo lugar.

Habituei-me a reparar no nome desta marca quando observava amiúde na tv competições de desportos de inverno onde participavam atletas eslovenos. Sobretudo de saltos de ski, mas também de outras modalidades.

Agora esta marca Gorenje surpreende-me mais por causa dum design fantástico e tão tipo "ovo de Colombo".

Digam lá, ó leitores deste blog, se não é tão brilhante e assaz extraordinária, esta feliz ideia de reviver e adaptar a reconhecível linha retro das famosas primeiras vans Volkswagen "pão-de-forma" num frigorífico?…  ;-)

Extraordinárias também estas fotos da implantação deste frigorífico numa cozinha bem funcional e agradável à vista. Não se esquecendo as marcas no chão, à laia de espaço para estacionamento de viatura na via pública. Só falta o maldito do parquímetro…

Parece que os designers da Gorenje não se limitam a esta parceria com a Volkswagen. Há outras, como uma com a Head, para uma linha de blenders, que pretende cativar clientes mais orientados para uma alimentação cuidada, como a dos desportistas tem de ser.


Vou ficar de olho doravante nas inovações desta marca.
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* “Faguisto” é um neologismo inventado pela minha filhota, numa sua idade muito tenra. Ou melhor, uma palavra pertencente a um vasto dialecto criado por ela assim que começou a desenvolver um vocabulário todo próprio só dela. E que eu adoptei e ao qual recorro ainda hoje em dia com frequência.

terça-feira, 24 de abril de 2018

• Mudam-se os tempos...

…mudam-se as vontades.
Muda-se o ser, muda-se a confiança.
Todo o mundo é composto de mudança,
tomando sempre novas qualidades. 
(excerto dum soneto de Luís Vaz de Camões)

No já longínquo Natal de 2012 manifestei alguns desejos. Desejos esses que não são nem nunca foram sonhos incontornáveis. Eram simples desejos inconsequentes, sem merecerem grande foco neles.

Não é que eu tenha mudado muito as minhas vontades. Não. Mas os tempos, esses mudam. Avançam. E trazem cada vez mais e mais novidades, sem parança. Sempre.

Aqueles antigos desejos em forma de quatro rodinhas, um Pagani Zonda tricolore ou um Citroën Méhari Azur, não é que tenham ficado obsoletos. Não. São desejos meus intemporais. Para mim, nunca passarão de moda.

No entanto, hoje podemos sonhar com outros objectos de desejo, que entretanto irão surgir em cena. Como é o caso deste Lamborghini eléctrico, denominado Terzo Millennio, ainda e apenas em fase de protótipo. Um protótipo que é simplesmente… Lindo! 

E tão-só por isso o estou a mostrar aqui neste blog. Porque quero. Porque é mister elogiar o gênio humano que faz nascer estas formas que enchem o olho.

Inovação tecnológica em barda vem ou virá um dia com este Terzo Millennio. Mas eu nem me vou perder nesses pressupostos. Isto porque todo o design associado a este veículo - todo!... - é para mim assaz deslumbrante. E eu já me deixei de emocionar com qualquer coisita. Só que este Lambo passa das marcas!!!…

E é uma bela duma ideia peregrina!… Venha um dia a ser realmente produzido - em série limitada, como é usual na Lamborghini e noutros pequenos construtores de supercarros - ou não.  

Deslumbrante não será já uma característica inerente a um veículo utilitário. No entanto, o novo Peugeot Rifter, que vai mesmo aparecer no mercado lá para o final deste ano mexe comigo, também.

As fotos de apresentação deste novo modelo da marca de Sochaux ficaram deveras bem conseguidas!... 

Eu, que de vez em quando lá tenho de conduzir um utilitário - nem sempre me entregam nas mãos uma van Mercedes Viano, caixa automática, último modelo, plena de pequenos luxos - Dacia Lodgy, que inicialmente até entusiasmava uma beka, creio que não me chateava nada de trocar por esta Rifter.

É uma fézada. Para mais, algumas Rifter vão sair das linhas de montagem de Mangualde. Vão ter mãozinha lusitana. Fixe!…

quinta-feira, 22 de março de 2018

• Uma ideia peregrina no feminino

Kristina Roth é uma cidadã alemã. Que terá vivido grande parte da sua carreira profissional em New York. E que tem um namorado finlandês, bom rapazinho.

Em New York fez-se uma business woman de sucesso. Criou uma plataforma ou networking group a que chamou SuperShe. E graças ao seu namorado descobriu uma ilha do país dele no Mar Báltico que estava à venda e pela qual se apaixonou. O que não é coisa  que me admira de todo… Ou mesmo nada.

Há quem adiante o nome dessa ilha… Themyscira. O mesmo nome do lugar mítico das aventuras da versão feminina do Superman, a Wonder Woman. Não vale a pena procurar a sua localização no Google Maps porque não será encontrada. Por enquanto…

Nesta ilha a comunidade SuperShe está a criar um resort de luxo que será um Clube do Bolinha ao contrário. Ou seja, onde só menina entra. Mas para se hospedar lá não basta ser menina. É preciso ser supermulher. E ser escolhida pela Kristina.

Eu se tivesse nascido fêmea era bem capaz de querer concretizar a mesmíssima ideia peregrina que a sra. Roth teve.

Gentlemen clubs já existem por aí a pontapé, por todo esse mundo. Porque não haveria agora também de nascer este gineceu?…

Força, minha irmã!…

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

• Nu Skin

Note: Today this post is bilingual in English and Portuguese. The text in Portuguese is down below.

The fountain of eternal youth finally found? Let's have a look... I want to talk about one of the best kept secrets* in this world: Nu Skin.

Taken from its own corporate vision, Nu Skin Enterprises is a direct-selling company distributing premium quality products, comprising mainly two major brands or product lines.

The first of these brands, Nu Skin tout court, is mainly skin care and anti-aging products, having this last area its specific brand, ageLOC

The other brand, Pharmanex is dedicated primarily to nutrition and food supplements for a better health.

Recognizing the great opportunity to create a comprehensive approach to anti-aging, in 1998 Pharmanex was acquired by Nu Skin. This process has teamed up, in my view, all the science that Nu Skin dominated in terms of skin treatment to another domain, our whole-body wellness and health within our skin.

In addition to its range of innovative and world-top products, being a direct-selling company, Nu Skin is also an attractive deal for those who want to earn good dividends investing their time in promoting and selling its products. Or it might be interesting also for those who want to be just consumers of Nu Skin products, using them for their own well-being.

I became Nu Skin distributor for two main reasons: first, because the one I love already was one and invited me to be so too**, second, by my great interest and curiosity in the alleged top global quality of its anti-aging ageLOC products.

With today's post I want to do my part and look into captivate my readers of this blog, my friends on social networks and in real life to this invitation I wish to address them to know what is Nu Skin through my knowledge about this global company.

I will be mainly a consumer of the Nu Skin products range. Others who feel concerned by this company will see Nu Skin as a mean to develop a better future for themselves with the investment of their time in this business, that can be quite rewarding for those with a more enterprising spirit.

I will highlight just these three products for now to arouse the interest of all about Nu Skin:
  • The ageLOC® Edition Nu Skin Galvanic Spa System ™ II, which is a system for keeping your skin's youthful appearance, attacking the main sources of aging. To read info about this product, click here.
  • The Pharmanex BioPhotonic Scanner, which is an advanced tool to measure the level of carotenoids in the skin tissue in an non-invasively method, helping us to judge about our own nutrition health. To read info about this product, click here.
  • Epoch  essential oils, which are a new product, in my opinion with a innovation potential in the field of aromatherapy. To read info about this product, click here.
For all other questions about Nu Skin and all its products and business opportunities, I am available to my readers via email by clicking here.

A fonte da eterna juventude finalmente descoberta? Vamos ver... Hoje quero falar sobre um dos segredos* mais bem guardados neste mundo: A Nu Skin.

Segundo a sua própria visão corporativa, a Nu Skin Enterprises é uma empresa de marketing directo de distribuição de produtos de qualidade premium, englobando sobretudo duas marcas principais ou linhas de produtos. 

A primeira destas marcas, a Nu Skin tout court, distribui produtos de tratamento de pele e anti-envelhecimento, tendo esta última área a sua marca específica, a ageLOC.

A outra marca, a Pharmanex, é dedicada fundamentalmente ao ramo da nutrição e suplementos alimentares para uma saúde melhor.

Reconhecendo a oportunidade para criar uma abordagem abrangente relativamente ao anti-envelhecimento, em 1998 a Pharmanex foi comprada pela Nu Skin. Neste processo aliou-se, a meu ver, toda a ciência que Nu Skin já dominava ao nível do tratamento da pele a outro domínio, o da saúde e bem-estar de todo o nosso corpo  dentro dessa nossa pele.

Para além da sua gama de produtos inovadores e de topo mundial, sendo uma empresa de marketing directo, a Nu Skin é também um negócio atraente para todos aqueles que querem ganhar bons dividendos investindo o seu tempo na divulgação e venda dos seus produtos. Ou pode ser interessante também para aqueles que querem ser consumidores dos produtos Nu Skin, apenas usando-os para o seu bem-estar.

Eu tornei-me distribuidor Nu Skin por duas razões fundamentais: primeiro, porque aquela que eu amo já o era e me convidou a sê-lo também**; segundo, pelo meu interesse na alegada qualidade top mundial dos seus produtos anti-envelhecimento da ageLOC.

Com o post de hoje quero fazer a minha parte e procurar com este cativar os meus leitores deste blog, amigos nas redes sociais e na vida real para este convite que lhes quero endereçar para conhecer o que é a Nu Skin através do meu saber sobre esta empresa global.

Eu vou ser sobretudo um consumidor da gama de produtos Nu Skin. Outros que se sentirão interessados por esta empresa poderão ver na Nu Skin um excelente meio para desenvolverem um futuro melhor para si próprios, com o investimento do seu tempo neste negócio, que pode ser bastante recompensador, para quem tem um espírito mais empreendedor.

Três produtos apenas vou destacar agora para despertar o interesse de todos na Nu Skin. 
  • O ageLOC® Edition Nu Skin Galvanic Spa System™ II, que é um sistema que permite manter o aspecto jovem da pele, atacando as principais fontes de envelhecimento.. Para consultar info sobre este produto, clicar aqui.
  • O Pharmanex BioPhotonic Scanner, que é um instrumento avançado para medir o nível de carotenóides nos tecidos da pele de forma não invasiva, ajudando-nos a avaliar a qualidade salutar da nossa nutrição. Para consultar info sobre este produto, clicar aqui.
  • Os óleos essenciais Epoch, que são um produto, a meu ver, com um potencial de inovação no campo da aromaterapia. Para consultar info sobre este produto, clicar aqui.
Para todas as demais questões sobre a Nu Skin e todos os seus produtos e oportunidades de negócio, estou à disposição dos meus leitores através de contacto de email, clicando aqui.

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* I say secret because not known to the general public yet in a way as broadest as it would be perfect, in my personal view. 
Digo segredo porque não conhecido do público em geral ainda de uma forma tão alargada quanto seria perfeito sê-lo, a meu ver.

** It seems to be a trend in Nu Shin to have both elements of a couple working  together...
Parece ser uma tendência na Nu Skin de ter os dois elementos de um casal a trabalhar conjuntamente.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

• A Coca-Cola verde

Admiro-me imenso que ainda não se fale tanto disto por aqui no meu país… Desta ideia peregrina (ou talvez não) que nasceu das mentes da filial desse gigante americano, que é a Coca-Cola, na Argentina. Que é uma espécie de soft drink… biológica, direi eu.

Vamos aos factos: após cerca de 5 anos de estudos, surgiu este novo produto, a Coca-Cola Life. Ou como alguns já lhe chamarão, a Coca-Cola “verde”, não sem razão, vide a embalagem. No país das pampas, como referi. No já longínquo mês de Junho de 2013. Estamos quase a fazer dois anos…

Esta novidade chega à Europa, ao Reino Unido, no auge do verão do ano passado, no querido mês de Agosto. E aos Estados Unidos um mês depois, no verão índio. E foi surgindo em outros países europeus, entretanto. Por exemplo, os suíços já poderão consumir esta bebida desde este mês de Fevereiro. E a malta do país dos cangurus, bem como os Maoris, lá para 1 de Abril. Isto claro, se não houver desmentidos no dia seguinte…

Aqui na Tugalândia é que não se sabe quando chegará esta suposta maravilha. De resto, nem no Brasil, tampoco. Os nossos irmãos tupiniquins devem ter alguma ciumeira de terem sido sus hermanos e arqui-inimigos gaúchos a bolarem esta novidade. Pela qual eu anseio um quiquito, confesso.

E o que tem esta nova mistela de diferente em relação à Coca-Cola original, dita clássica e yankee?… As substâncias adoçantes.

Os argentinos escolheram como adoçante natural - e o principal, presumo - um extracto das folhas duma planta originária do Paraguai - e do Brasil, diz-se também - que se designa Stevia ou Estévia*. Um arbusto da família dos crisântemos. E que já os guaranis usariam largamente há séculos.

A stevia parece ter um poder adoçante que suplanta em muito o açúcar vulgar de Lineu. Os japoneses serão grandes consumidores desta substância. Menos mal se a stevia vier a substituir essa droga artificial e abominável que é o aspartame…

A Coca-Cola Argentina não prescindiu, no entanto, de adoçar esta bebida com açúcar, as well. Só que fazem questão de referir que é com açúcar de cana. Para reforçar a ideia disto ser um produto que se pretende o mais natural - ou até o biológico da moda - possível.

Os argentinos, como era de esperar ou não fossem membros de uma multinacional norte-americana antes de tudo, não descuraram o marketing deste novo conceito. Afinal, há que vender. Que obter um sucesso condizente com o nome da famosíssima marca. E criaram algumas pequenas jóias do advertising, como este filme publicitário que desapareceu do website oficial da Coca-Cola Argentina - vá-se lá saber porquê… - mas que pode ser visto no Youtube, clicando aqui.

Com tudo isto dito, adivinharão, caros leitores deste blog, que eu quero absolutamente provar esta porra! O mais rápido que os deuses assim o permitam, caramba!… A ver se mudo de vício. Quero ter a chance de pedir uma latinha verde, que estou farto da cor vermelha!!!

E se não for a Coca-Cola verde a chegar cá em primeiro lugar, fico descansado que a Pepsi de qualquer modo não anda a dormir em serviço, não senhor…
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* Do nome do botânico espanhol que terá classificado esta planta, Pedro Jaime Esteve, professor na Universidade de Valência no séc. XVI. Os índios guaranis também chamariam esta planta de "kaa he he", que significa erva doce.

segunda-feira, 30 de junho de 2014

• MU.SA - Museu das Artes de Sintra

Sintra, a nossa bela vila de Sintra Capital do Romantismo, possui um notável edifício que me diz muito e sempre me intrigou. Que é um bom exemplar de uma ideia peregrina. E em que agora comecei a “habitar” dentro dele aos domingos, sabe-se lá por quanto tempo.

Falo do antigo Casino, na Avenida Heliodoro Salgado, na Estefânea, essa parte da vila de Sintra sempre menos visitada pelos forasteiros.

Este magnífico edifício deixou de ser um casino muito antes de eu nascer. Consta que o foi mesmo muito poucos anos, depois de construído na década de 20 do século passado.

Chegou a ter utilização como escola secundária e como (argh!…) repartição de finanças.

A 17 de Maio de 1997 foi re-inaugurado, depois de um devido restauro, como Sintra Museu de Arte Moderna, para alojar a famosa colecção Berardo. Que lhe seria retirada e deslocada para o CCB, Centro Cultural de Belém… 

Voltou agora o antigo Casino a 17 de Maio de 2014, simbolicamente e após cerca de sete anos encerrado, a ser o MU.SA, Museu das Artes de Sintra. Com um novo acervo artístico, onde desponta a obra de uma escultora, Dórita Castel-Branco. Que terá sido, a avaliar pelo exposto no novíssimo MU.SA, uma mulher e criadora artística assaz singular. E bem à frente do seu tempo.

O autor deste blog aceitou o desafio de fazer voluntariado como funcionário deste novo museu, acompanhando os seus visitantes domingueiros no percurso pelas diversas salas de exposição. E aqui deixa o convite aos seus leitores para lá irem, afim de vos acolher e de vos mostrar a sua visão do MU.SA.

E para aguçar apetites, aqui revelo uma imagem daquela escultura de Dórita que me fez vê-la com maior admiração pela mulher que ela foi. Outras fotos de diferentes ângulos podem ser observadas no meu perfil do facebook, clicando aqui.

sábado, 14 de junho de 2014

• Uma pedra mais para o meu castelo - IX

Calor. Muito calor fez ele hoje na Lusitânia… Demasiado. E eu a ter a súbita revelação do barraco ideal para me refugiar desta canícula… Este que desvelo aqui hoje neste blog.

Uma obra de arte de arquitectura denominada Xálima Island House. Por enquanto sendo apenas uma maqueta em 3D concebida por Daniel Martín Ferrero, um arquitecto madrileño

Que me fez equacionar tudo o que já descrevi atrás sobre o que será um dia o meu castelo. Porque se calhar, às tantas… Era mesmo isto, sem tirar nem pôr, que deveria afinal povoar os meus sonhos de um exclusivo lar, doce lar.

Admirai só este pormenor dum plano de água bem refrescante, mostrado aqui ao lado...

Creio que encontrei mesmo uma brilhante sucessora da mítica Fallingwater, a belíssima casa desenhada pelo meu grande ídolo Frank Lloyd Wright!  ;-)

Quem achar que partilha desses meus sonhos, poderá dar um “Like” na página do facebook deste projecto, clicando aqui.

terça-feira, 29 de abril de 2014

• The Color Run

O autor deste blog foi á sua primeira The Color Run. Em Coimbra, no passado sábado. 

Não como participante ou corredor, não. Mas antes como voluntário ao serviço da organização deste evento. Co a responsabilidade de fazer a cobertura fotográfica deste curioso happening, cujo mote é:

“Os 5 km mais felizes do planeta.”

E isto não é publicidade enganosa, não senhor! De facto, só houve uma outra manifestação de alegria colectiva a que tivesse assistido na minha vida que me pareceu suplantar esta, de que fui testemunha no dia 26 de Abril de 2014. A outra também foi numa data posterior a um 25 de Abril…

Uma ideia se me enraizou: o ser humano adora uma boa oportunidade para se sujar. Para sair da sua vidinha cinzenta. Para desbundar. Para ser feliz, sem pensar em mais nada senão em ser mesmo feliz. Estupidamente feliz.

Com todos os elementos na mole humana a sentir que estão incluídos nessa comunhão de incontida felicidade. Mesmo aqueles que na "normalidade" - ou na loucura - do dia-a-dia a nossa sociedade põe um pouco "à margem".

Publiquei no meu perfil do facebook um álbum de fotos, resultado do meu olhar sobre a The Color Run Sport Zone Coimbra. Fotos que seleccionei, de entre mais de 80 fotos realizadas por mim e por uma amiga, Maria João Pinto - uma blogger também - que me acompanhou nesta aventura. Algumas das quais estão aqui a ilustrar este presente post.

Nestas fotos não captámos tanto aqueles momentos mais usualmente retratados nestes eventos, as The Color Run. Que são as color blasts ou explosões de cor criando nuvens quais arco-íris.

Retratámos antes as pessoas. Os rostos. Os sorrisos. A alegria. A felicidade estampada numa multidão de cerca de 15.000 pessoas em êxtase. E em cada uma delas em particular, como amostras retiradas ao acaso no meio da animadíssima turbe.

Agora na próxima The Color Run que se realizar perto da minha área de residência, acho que vou ter de participar desta vez como corredor. E vai ser já a 17 de Maio, entre a praia de Carcavelos e São Pedro do Estoril. Venham daí, caros leitores! Formemos uma equipa! Vamos ficar todos de todas as cores!

The Color Run, um conceito que nasceu, decerto, como uma ideia peregrina. Mas que se tornou num sucesso aqui em Portugal, o primeiro país da Europa a acolher estes singulares eventos.

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

• "Quem se Importa" - o filme

“Várias vezes ouvimos a frase “quem se Importa?”.
O sentimento de indiferença é algo muito triste.
E a apatia e a ignorância são as nossas piores inimigas.

Muitas vezes acreditamos que o mundo é assim mesmo.
Que os problemas são grandes demais.
Será que ainda somos capazes de nos importar?”
- Mara Mourão, realizadora do filme "Quem se Importa"

Estas são as frases basilares com que se dá início à narração do documentário "Quem se Importa”*, a que o autor deste blog assistiu, numa iniciativa de divulgação deste filme patrocinada em Portugal pela Fundação EDP. 

Nas palavras promocionais desta mesma instituição a propósito deste filme sobre empreendedorismo social… 

“QUEM SE IMPORTA” É MAIS DO QUE UM FILME.
É UM MOVIMENTO!

Um movimento que inspira as pessoas a TRANSFORMAREM O MUNDO. Um filme que nos ensina QUE TUDO É POSSÍVEL.

A Fundação EDP alerta: o visionamento deste filme poderá causar sérios efeitos secundários como: a vontade de iniciar um projeto,
de desenvolver uma solução há muito na gaveta, o vício de fazer o bem e de contribuir para um mundo melhor!

Para ler uma sinopse sobre este filme, clicar aqui. Quanto ao papel deste blog, reconhecemos que deveríamos prestar um serviço público: o de divulgar o filme, para quem ainda não o viu, despertando a curiosidade sobre este. E para quem já o terá visto, fazer também uma breve resenha. Que consistirá de duas partes.

A primeira será a lista dos dezoito empreendedores sociais que foram visados neste filme (sic) cujas ideias visionárias já transformaram milhões de vidas. E das organizações que estes fundaram, com links para os seus respectivos websites. Sendo esses links uns para a sua homepage e outros directamente para o perfil do empreendedor social no website da organização.

E a lista é, para quem interessar possa:

  • Al Etmanski – Plan, Canadá (construção de redes de afecto para deficientes)
  • Bart Weedjens – Apopo, Tanzânia (treinar ratos para salvar vidas)
  • Bill Drayton – Ashoka, EUA (apoio a empreendedores sociais à escala global)
  • Dener Giovanini - Renctas, Brasil (combate ao tráfico de animais)
  • Eugênio Scanavino, Saúde e Alegria, Brasil (saúde e desenvolvimento integrado na Amazónia)
  • Isaac Durojayie - DMT Mobile Toillets, Nigéria (WC’s públicos móveis para sem-abrigo com retorno para viúvas)
  • Jehane Noujaim - Pangea Day, EUA (videoconferência à escala global em 2008 para visionamento de filmes que promovem a cultura da cooperação e da paz)
  • Joaquim Melo – Banco Palmas, Brasil (economia solidária com base na criação de moeda local)
  • Joaquín Leguía – Ania, Perú (atribuição de lotes de terra a crianças e jovens para preservação)
  • John Mighton - Jump, Canadá (auto-estima e desenvolvimento através da matemática)
  • Karen Tse – International Bridges for Justice, Suíça (acesso à justiça)
  • Mary Gordon – Roots of Empathy, Canadá (combate ao bullying nas escolas)
  • Muhammad Yunus – Grameen Bank, Bangladesh (o “pai” do microcrédito)
  • Oscar Rivas – Sobrevivencia, Paraguai (envolvimento de comunidades na preservação dos rios)
  • Premal Shah – KIVA, EUA (acesso ao micro-financiamento de pequenos empreendedores)
  • Rodrigo Baggio – CDI, Brasil (inclusão digital)
  • Vera Cordeiro – Saúde Criança, Brasil (promoção da auto-sustentabilidade das famílias de crianças em risco)
  • Wellington Nogueira - Doutores da Alegria, Brasil (Doutores Palhaços nas pediatrias dos hospitais)

E a segunda parte é outra lista. É a enumeração das frases, ideias e pensamentos ditas por alguns destes empreendedores sociais que mais ficaram marcadas no espírito do autor deste blog. As que maior eco fizeram em mim. Das diferentes visões que este filme pode provocar em cada um de nós, esta lista é um indicador da minha sensibilidade pessoal. 

E estas ditas frases, ideias e pensamentos são:

“Toda a gente acaba pensando um dia que o mundo está num período difícil hoje. O custo de vida está sempre a subir. Acontecem guerras e conflitos pelo mundo inteiro. Talvez tenha havido uma perda de fé nas lideranças. E quem sabe na integridade dessas lideranças. Há muita coisa ruim a acontecer neste momento. Mas vamos pensar no que está a acontecer de bom também. (…) E através duma consciência crescente, as pessoas querem fundamentalmente ver um mundo melhor. E nós aprendemos que conflitos e apego ao passado e a muitos confortos a que damos valor não são tão importantes assim e podem ser postos de lado.”
- Premal Shah

“Nós não estamos aqui para curtir a vida como se alguém tivesse criado o mundo e nós fossemos apenas convidados. Nós não somos convidados aqui. Somos criadores das nossas próprias vidas, do nosso próprio mundo. Mas antes de criar o nosso mundo, nós devemos imaginar que mundo queremos. E então começar a criá-lo.”
- Muhammad Yunus

“Quando ser cidadão e ser empreendedor social se tornar uma e a mesma coisa, aí se terá atingido o apogeu da revolução democrática.”
- Bill Drayton

“Eu acho que a pobreza pode ser eliminada do mundo inteiro. Porque a pobreza não faz parte da sociedade humana. É algo que foi criado, que não é natural. E o que é artificial pode sempre ser eliminado.”
- Muhammad Yunus

“Se nós pudéssemos ler os diários secretos dos nossos piores inimigos iríamos encontrar nestes dor e tristeza suficientes para remover toda a hostilidade.”
- Jehane Noujaim

“Não pergunte o que é que o mundo precisa. Pergunte a si mesmo o que te faz sentir vivo. Porque o que o mundo precisa é de cada vez mais pessoas que se sintam vivas.”
- Premal Shah

O autor deste blog é um elemento mais da população activa de Portugal que se encontra circunstancialmente inactivo. No desemprego. Que há quem diga que deve ser visto como uma oportunidade. 

Não apreciando particularmente frases feitas que podem redundar em falácias, tenho de admitir que esta da oportunidade no desemprego me seduz um pouco. Como pode ser bem compreensível, quero mais do que arranjar um dia um novo emprego que me permita sobreviver. 

Quero encontrar um sentido maior para o resto da minha existência.

Só que não sei ainda qual. Mas sei que, ao invés de voltar a ser só mais uma peça na engrenagem que conduz esta humanidade para o abismo, seria desejável que eu pudesse ser antes um transformador mais neste mundo.

Tenho urgentemente de descobrir o que realmente me faz sentir vivo.
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* “Who Cares”, na versão inglesa. Para além de ambas as versões terem os seus respectivos websites, também se pode aceder no facebook a páginas sobre este filme nestas duas línguas, o português e o inglês.

domingo, 13 de outubro de 2013

• Kitsault

Kitsault é uma pequena cidade fantasma. Num lugar bem remoto do oeste do Canadá, na sua província da Colúmbia Britânica, junto à fronteira com o Alaska.

Kitsault é um subproduto do capitalismo mais selvagem que se imaginar possa. E é um local com uma história que me tocou.

Esta pequena cidade nasceu em 1979, quando a sua construção terá arrancado. Era um projecto urbanístico concebido para o alojamento dos trabalhadores da Phelps Dodge, uma companhia mineira de capitais norte-americanos, que pretendia explorar uma mina de extracção de molibdénio. Um mineral matéria-prima algo valioso nas suas cotações no mercado mundial áquela altura.

Infelizmente, num curto espaço de tempo as cotações deste metal desceram significativamente. O que levou a tal companhia mineira a abandonar a exploração da mina de Kitsault.

Esta pequena cidade, idealizada para cerca de 1.200 habitantes, com um bairro de moradias razoavelmente confortáveis, um hospital, um centro comercial e um centro comunitário, todos perfeitamente recheados de equipamentos também, foi esvaziada das suas gentes em 1982. Diz-se que ao fim de simplesmente um ano e meio de vida efectiva de ocupação dos seus edifícios.

Nada do recheio destes edifícios era propriedade dos seus habitantes. Todos os pertences eram da companhia mineira, que determinou tudo deixar no local. De modo que há 30 anos que existe ali, por exemplo, um hospital perfeitamente apetrechado e apto para funcionar mas absolutamente inútil. Por não haver quaisquer utentes a que pudesse servir. Para além de lojas, um bar, uma biblioteca, uma creche, uma piscina coberta com jacuzzi, etc., etc..

Comoveu-me a princípio a história desta cidade fantasma, pela sua aparentemente pungente irracionalidade. Mas mais me comoveu saber que há alguém que sonha fazê-la renascer. E adquiriu esta cidade inteira por... 7 milhões de dólares, em 2004. Uma quantia que compraria apenas uma moradia grande e o seu terreno generoso em Portugal.

Para ver uma pequena reportagem televisiva sobre esta curiosa cidade, Kitsault, podeis clicar aqui, leitores. E para aceder ao site oficial ligado à iniciativa de transformar Kitsault numa promissora Shangri La dos nossos tempos, é mister clicar aqui.

Assim que soube desta ideia peregrina, desatei a sonhar poder fazer parte desta alegre utopia. Eu não devo ser deste planeta, mesmo… que só histórias assim é que me atraem. E então se se passarem em paragens tão longínquas e isoladas de tudo que só podem ser classificadas, para dizer o mínimo, como fins do mundo...

Ainda acabarei a viver em Kitsault, um dia destes talvez... É que estou mesmo a ver... Alguém daí para me acompanhar?... Hum?...

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

• A guerra fria de trazer por casa

Eu tenho uma maldição que se deve propagar por contágio!…

Acontece-me bastas vezes descobrir um pequeno comércio - loja, cafetaria, restaurante, etc. - novo, que vejo com algum conceito inovador que o diferencia dos demais. Despertada a curiosidade, visito-o uma vez. E depois não tarda nada que esse pequeno negócio feche as portas de vez!…

Eu dou azar áquilo de que gosto, caramba!...

E isto não acontece só desde que esta malfadada crise económica começou a ser falada por más e boas línguas. Não. É talvez desde que me conheço e que "sou de maior", como dizem os tupiniquins.

Por tudo isto hesitei durante algum tempo em abordar o tema de hoje. Duas lojas mais ou menos recentes nesta cidade de Lisboa. Não fossem estas abrir falência…

Só o faço agora porque me certifiquei que até têm ambas planos de expansão do seu negócio, como o comprovei neste site, aqui.

Uma destas é a Liberty American Store. Que abriu vai para um ano e meio no Largo São Sebastião da Pedreira, em Lisboa. Que eu vi inicialmente como uma espécie de loja de chineses vulgar de Lineu, mas só para produtos made in USA.

Na verdade não é bem assim. Enquanto uma loja chinesa de bairro tem geralmente na sua gama de produtos de tudo um pouco - ferramentas, utensílios domésticos, ferragens, brinquedos, têxteis, etc. - menos produtos alimentares, nas lojas Liberty passa-se praticamente o contrário. 

Aí o destaque vai para aquelas gulodices que são apenas boas para a engorda dos yankees. E para produtos vendidos em embalagens king-size, que para os nossos hábitos de consumo pobretes mas alegretes até chega a soar a pornográfico…

Digo, por exemplo, especiarias como pimenta moída em embalagens plásticas de 1 kilo. Batata frita em sacos que parecem umas enormes almofadas de cama de casal. Sumos de laranja em pó solúvel em latas de 5 litros. Chocolates da incontornável Hershey's e doces em packs para famílias bem numerosas. E outras coisinhas assim todas, todas pró abrutalhado. Numa palavra, em GRANDE.

E depois há aquelas pequenas surpresas bem agradáveis de encontrar. O maior leit-motiv que me levou a entrar nesta loja foi saber de antemão que ia poder comprar um famoso molho barbecue… da marca Jack Daniels, esse absolutamente iconográfico bourbon ou Tennessee whiskey, como se queira.

E por falar em barbecue, temos lá bancadas com grelhadores para fazer o nosso churrasco texano com todos os matadores. Assim como ferramentas para jardinagem, tacos de golf, acessórios auto, produtos de limpeza e higiene, etc. Quase tudo, tudo sempre exclusivos que não se poderão adquirir senão ali.

E por agora deixemos os States, que está praticamente tudo dito de intertessante. A outra loja a que me queria referir é a Mix Markt, que descobri vagueando pelo bairro de Alvalade, num dia solarengo da mossa lindinha capital.

A primeira impressão que aquilo me causou era que devia ser uma simples loja, iniciativa de empreendedorismo de um emigrante do leste. A verdade é que não. Não é uma loja única. É uma cadeia de distribuição, na linha do Lidl ou do Aldi, mas em uma dimensão menor. E a sede desta cadeia não está para lá da antiga cortina de ferro, não! Está em Herrenberg, perto de Stuttgart.

Algum alemão viu um nicho de mercado florescente nos emigrantes da Europa de leste que invadiram o ocidente, pensei eu… Tenho sempre simpatia pelos ditos "mercados da saudade". E parece que é só este mesmo o seu público-alvo…

É que não se nota um esforço realmente adequado para cativar outros clientes quando se entra no Mix Markt! Empregados reduzidos a um mínimo necessário: dois. Pelo menos durante os dias úteis e num horário matutino. Talvez ao fim de semana se reforcem.

Disponibilidade para questões de clientes: reduzida. Nem o meu "bom dia" obteve eco. Mas deve ser só comigo...

De resto, vale a pena entrar as suas portas. É como uma viagem. Como sermos teletransportados de repente para dentro de um MiniPreço dos arrabaldes de Kiev.

E o que esperar ver lá dentro? Carradas de frascos de vidro com pepinos em conserva. Que é o que pessoalmente sempre me impressionou sobremaneira nas variadas lojas de produtos alimentares originários do ex-bloco de leste…

Mas além disso, há também caviar. De beluga. A preços engraçados. Peixe seco. Arenque, salmão e anchovas, creio. Uma charcutaria rica e igualmente interessante. Mais conservas. De peixe. De sopa (borscht). Até de melancia cortada em triângulos e conservada em calda!… Mas a grande palma de ouro vai para…

...a secção dos vinhos. De encher o olho a qualquer neófito curioso sobre néctares, comme moi. Exclusivamente - ou quase, não tenho certezas, como se poderá compreender in loco... - vinhos da Moldávia. Com rotulagens apelativas, se bem que modernaças.

Absolutamente encantador, o garrafame lá exposto. A Moldávia é ou ainda há-de vir a ser um produtor de vinho de relevância mundial. Não é por acaso que as duas maiores adegas subterrâneas do mundo estão neste país. E que são a sua principal atracção turística.

Os vinhos da Moldávia têm de ser mesmo um dos maiores segredos globais por revelar!…

E se a juntarmos aos vinhos falarmos ainda das bebidas espirituosas, tão características daquelas partes do globo terrestre… Bué de marcas de Vodka, camaradas!!! E cerveja. Duma marca que aprecio deveras. E que está a ficar mundialmente famosa: a Baltika. Com muito mérito.

Ah, quem me dera ser o director de marketing de qualquer uma destas duas lojas, a americana ou a russa!… As ideias peregrinas que não me ia apetecer experimentar...