No fim de semana passado voltei lá, para matar saudades. E porque não tinha mais nada que fazer.
Bem haja toda esta abnegada gente gira.
No fim de semana passado voltei lá, para matar saudades. E porque não tinha mais nada que fazer.
Bem haja toda esta abnegada gente gira.
Já nem me revejo em tanto assunto que abordei e opinião que emiti…
Esforço inglório, este que empreendo?… Talvez não.
Hei-de sempre soltar um “talvez não” para tudo. Até ao fim da minha atribulada existência.
E para não ir muito longe, fui descobrir onde seria que existem oportunidades de fazer este tipo de turismo o mais perto de Lisboa que fosse possível.
Um dia destes ainda hei-de querer experimentar os dois alojamentos locais na vila de Bucelas, que a seguir aqui passo a apresentar...
Curioso, este nome, Casa da Nossa Senhora da Paciência… E extremamente acolhedor este AL, a julgar pelas suas fotos promocionais, como a que se vê acima, no topo deste post.
Para mim, Bucelas sempre foi um local de almoço de domingo em família, quando eu era um menino pré-teenager.
Tratando-se aqui duma romagem da saudade, portanto. Going down in my memory lane.
Mas tenho que conceder que a revista que leva o nome dela tem regra geral das capas mais bem boladas na imprensa portuguesa.
E para além da capa, internamente este número desta revista também se propõe falar de algo terrível que hoje acontece sem se demorar ou até abordar as partes terríveis.
Não posso dizer mais nada porque nada li. Mas pareceu-me uma proposta de abordagem no mínimo diferente dum dito mainstream. Mais que diferente, em contramão.
E só por estes factos tenho que dizer “Bravo!”. E sem engolir sapos.
Ah, e ainda um velho submarino alemão, também.
A pedido de alguém que queria ser surpreendida, vinda da cidade de Albuquerque, no estado de New Mexico, USA, e uma habitué já das nossas várias regiões de turismo em Portugal.
Os finlandeses ganharam finalmente a medalha de ouro olímpica na competição de hockey no gelo em equipas masculinas. E isto tem um grande significado para este país que eu aprendi a admirar.
Eles já tinham ganho o “seu” campeonato quando ganharam à Suécia, os seus eternos rivais de estimação, conseguindo uma reviravolta depois de estarem a perder por três a zero!…
Mas acreditaram que iriam mais longe do que só vencer os suecos. E aí está. Campeões olímpicos. Onnea, Suomi!… Uma vez mais.
Os finlandeses são assim. Muito fechados em si mesmos. Não crendo que o mundo inteiro queira saber deles.
Mas podemos ler o que a Federação Internacional de Hockey no Gelo, IIHF, escreveu para os felicitar, em inglês, clicando aqui.
E ainda mais un texto interessante e divertido que descobri na net: “100 Reasons Finland Is The Most Kick-Ass Country In The World”. Que eu penso muito a propósito.
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* Que é uma das minhas lovemarks, como poderão bem constatar na coluna da direita deste blog. E já agora, o vocábulo "Leijonat" quer dizer simplesmente "Leão".
Esta promoção é limitada ao stock existente e também exclusiva a uma clientela seleccionada.
Aguardem-me, meus leitores, por mais detalhes. Que agora não tenho vagar. Ou então, proactivamente, contactem-me.
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Nota: E se não souberem como me contactar é porque provavelmente estão a ler este blog num smartphone e num browser com vista simplificada. Se lerem este blog num computador ou num tablet já conseguirão ver claramente uma coluna direita, onde estão as mais diversas formas de entrar em contacto comigo.
Vamos aos factos. O Guilin Lebei Homestay Hotel é um encantador conjunto de 13 bungalows casas-na-árvore, de tipologia duplex, aos quais se acede por uma rede de plataformas aéreas, um pouco à laia daqueles famosos resorts das paradisíacas ilhas no Oceano Índico, como as Maldivas.
É assim que deveríamos passar a fazer férias em família, após ou mesmo ainda na vigência desta maldita pandemia, que tem mais é que nos mudar os hábitos.
É preciso ser mais esperto. É mister dizer não ao turismo de massas. Procuremos antes a tranquilidade de um certo isolamento e a descoberta de novos ambientes bucólicos.
E vivamos aqueles sonhos de infância, em que tanto adorávamos nos refugiar numa casa na árvore.
Assim sou eu também, quando acompanho viajantes no meu país.
Como guia turístico o que mais adoro é fazer tours privados. Onde não há um itinerário previamente delineado e que há que cumprir com rigidez. Onde quem viaja comigo deixa lugar a uma certa improvisação da minha parte, permitindo que lhes revele aquilo que mais ninguém lhes mostrará.
Portugal é um país rico em pontos de interesse turístico, apesar da sua pequena dimensão. E ainda tem tantos lugares que permanecem pouco conhecidos e divulgados a quem nos visita.
Passando pelos Palácios Nacionais de Mafra e de Queluz; diversos castelos como os de Marvão, Monsaraz, Ourém, Porto de Mós, etc.; a Fábrica da Pólvora, em Barcarena, Oeiras; o Cromeleque dos Almendres, em Guadalupe, Évora; a Mata Nacional do Bussaco e o seu Palace Hotel, o Portugal dos Pequeninos, em Coimbra; o Parque e o Hotel Vidago Palace, em Pedras Salgadas, Chaves; o farol do Cabo da Roca, em Sintra; o Buddha Eden, no Bombarral…
Tudo lugares que habitualmente não mostramos aos turistas que nos honram com a sua presença neste jardim à beira-mar plantado. Mas eu sim. Com desrespeito pelos itinerários pré-definidos de tours regulares. Que apenas dão uma algo limitada - diria até pobre - imagem do que Portugal é.
É que desculpem lá, mas... Eu devo ser mesmo o melhor guia turístico que existe à face da Terra. Aqui e em qualquer lugar o poderei ser. Porque eu creio ter o dom de saber "ler" nas pessoas o que mais as pode encantar.
Todo o bom viajante de excelência, por assim sê-lo, só pode escolher a mim como seu guia.
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* É incompreensível como este palácio não faz parte dos roteiros dos city tours de Lisboa…
Eu tenho a fortuna de imergir com frequência em outras culturas. No convívio diário com viajantes de todas as partes do mundo. E ainda me pagam por isso.
I love my job.
Ainda só ontem retomei as hostilidades, depois de ter a minha actividade parada como um avião da TAP. Desde Março de 2020 que não tinha um tour previsto que não fosse cancelado, às vezes mesmo à altura da hora.
E neste tour da Arrábida até fiz algo de inédito para mim. A visita ao Palácio da Bacalhôa, onde colhi alguns conhecimentos preciosos sobre esta residência actual de Joe Berardo e a história desta quinta singular. E sobre a origem do termo anglo-saxónico "tea" - chá, em português - que parece que é afinal um acrónimo.
Seu Emerson, dona Carolina, vocês também foram fantásticos como responsáveis por este meu renovado baptismo de vôo. Bigadim, vice?... Vocês vão permanecer nas minhas memórias.
O verão já não é o que era. Nem foi capaz de produzir grandes incêndios florestais, como noutros anos passados e recentes.
Mas não deixou de haver outras catástrofes naturais ou, directa ou indirectamente, causadas pelo homem. Um pouco por todo o lado, com algumas excepções, como a deste pequeno jardim à beira-mar plantado do bom velho Luís Vaz.
Volto a ter aquele infeliz feeling de “no pasa nada”, tal como tive antes do 11 de Setembro de 2001. Que as coisas estão todas muito chuchas e paradas para o meu gosto. Que em breve e fatalmente shit is gonna to hit the fan.
Nada bom…
E daqui a uns poucos de dias tenho mais um niver… Sessenta e um outonos… Porra!!!…
Ainda não está na altura de eu fazer um balanço pessoal desta minha corrente existência. Isso deve ser guardado lá mais para o final, que eu me creio ainda com uma razoável tesão de viver.
Mas já posso afirmar - isto apesar deste desânimo induzido por ultimamente a vida estar um pouco em banho-maria - que carrego um rico acervo de memórias. E algumas das melhores foram vividas neste mês de Outubro. E lá longe.
Livros são para mim objectos pelos quais já tive uma grande obsessão pela sua aquisição. Um verdadeiro vício. Uma verdadeira adição.
Mas hoje em dia não mais. Tenho que pôr um fim a isto.
Tenho mais livros adquiridos do que a propensão que me levará a pegar neles e os ler um dia. Fui acumulando livros a torto e a direito, com o pensamento que um dia teria tempo para os devorar. Mas já se sabe como estas coisas terminam.
Não valerá também a pena deixar a minha biblioteca como herança à minha descendência. Portanto…
Mas não me vou desfazer dos meus livros bem estimados por tuta e meia. Não. Assim sendo, conservo-os comigo.
Estamos em 2021 e quase nada mudou no mundo desde o último mês de Agosto. Nada a não ser termos vacinas hoje em dia. Vacinas que eu nem sequer ainda tomei. Mas lá me vou render a essa fatalidade. Na próxima quinta-feira.
Entretanto, vou tentar distrair o povão que eventualmente persista em ler os meus dislates. Com uma singular “ilustração do fogão sacrificial do vento da maré nacional festiva do décimo segundo ano novo lunar”. Algo que achei suficientemente fixe para publicar aqui. Uma pequenina "chinoiserie" para embelezar o nosso querido estaminé.
I also dislike selfies made by anybody, generally speaking. Because people look too dumb on them, I say.
So, I wonder… People delete some of their selfies because probably they think they don’t look dumb enough on them. And if on those deleted selfies real personalities reveal themselves… The human race is not so dumb, after all. There’s a great sign of hope here!…
Seriously. When I see a pretty girl posting on her social media sites just her selfies and nothing else, I feel that’s so, so sad… All those pretty girls should have a friend to save her ephemeral beauty for posterity.
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I started to quit losing time on some social media sites, a few years ago from now. This may be the reason for also having lost, apparently, almost all the readers of my three magnificent blogs.
I believe blogs are no more so much "fashionable" as they were some ten years ago or more. But I won't quit writing!...
Estou a frequentar uma acção de formação que se tem vindo a tornar mais um ATL* para adultos. Mas não me resta outra alternativa senão ficar, pois preciso da bolsa de formação.
Que para mal dos meus pecados sociais e financeiros ainda por cima é paga de forma irregular, quando calha.
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* Para quem o desconhece, esta sigla, ATL stands for “actividades de tempos livres”, o que basicamente são aqueles sítios para onde se arrecadam os putos quando acabaram a escola e onde estes ficam a esperar os paizinhos os irem buscar quando estes últimos acabam o seu horário de expediente, ou seja, saem do emprego.
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SportAnima . This is the name I have chosen for a business idea in the field of tourism activities, aimed particularly to the practice o...
O autor deste blog
relembra aos seus leitores que
uma das revoluções mais hippie*
que alguma vez houve
neste mundo dos humanos
está a celebrar 51 anos.
A outra é a "Singing Revolution"
que determinou que a Estónia
fosse novamente na sua história
um país independente
de pleno direito.
_______________________* E ainda por cima foi feita
por gentes das armas,
o que a torna
mais única ainda
na História Universal,
tão recheada
de conflitos sangrentos.