Por agora, vou lá desbravar aqueles domínios, longe da irracional civilização. Em modo expedição de descoberta. Quem se quiser juntar a mim, seja benvindo. E vamos tomar um cálice à nossa, dentro duma daquelas casas de xisto!
quarta-feira, 26 de março de 2014
• Ideias para os tempos do bendito lazer
Este tempos que vivemos hoje são dias de chumbo. De uma estúpida e inútil austeridade. Ministrada por um bando de loucos. Tempos em que muitos de nós estão a ser empurrados para uma pobreza súbita.
Eu sou mais um dos infelizes desocupados deste país. Dum país que há muito deixou de conseguir gerar empregos e oportunidades para uma enorme quantidade de gente que muitos acharão minoritária. Mas cujo número cresce. Arrepiantemente.
Curiosamente, a indústria do lazer, o turismo, é uma das áreas da nossa economia que ainda vai conseguindo navegar à vista de costa e até florescer um pouco. Não á custa do mercado nacional, que tem cada vez menos poder de compra, mas dos clientes internacionais.
Isto é tal como o que se passa no mercado imobiliário, por exemplo. Se não fossem chineses, russos e angolanos a comprar casas, não sei como se escoariam tantos imóveis de luxo entretanto disponíveis no nosso Portugalito…
Mas adiante… O que eu queria falar era sobre o turismo português. O estado actual desta actividade económica na Lusitânia. Que é todos os anos reflectido num evento a que sou assíduo como profissional freelancer, a BTL, Bolsa de Turismo de Lisboa.
A edição deste ano já lá vai. A feira acabou há cerca de uns 10 dias. Durante este interim estive a matutar sobre o que seria pertinente eu botar faladura sobre o prestigiado evento.
E não me sai nada, por enquanto.
E até nem é por falta de assunto. Há de facto iniciativas novas que mereceriam ser referidas neste blog, como em anos anteriores se fez. Por serem inovadoras. Por serem pouco divulgadas. Não que a divulgação que este blog lhes possa dar seja assim uma mais-valia por aí além, mas…
Numa linha, só consigo hoje falar sobre algo a que aderi e que nem sequer esteve publicitado nesta última BTL 2014.
Falo de uns denominados “Encontros Rurais”. Promovidos por uma “Confraria das Aldeias e Aldeões de Portugal”. Cujo 3º encontro se vai realizar este próximo domingo, dia 30 de Março, naquela que euzinho aqui considero porventura a aldeia mais fotogénica do jardim à beira-mar plantado: o Piodão.
Bem no seio da bela Serra do Açor, Arganil. Mesmo na extrema leste do distrito de Coimbra. Excelente local de estágio para quem queira atacar a vizinha Serra da Estrela.
Piodão. Parece que é uma espécie de Shangri La tuga. Um dia ainda hei-de lá viver, como um eremita, talvez. De erguer lá o meu tão aqui apregoado castelo. Em versão troikiana mas também fofis e kiduxa. My cozy hut.
Por agora, vou lá desbravar aqueles domínios, longe da irracional civilização. Em modo expedição de descoberta. Quem se quiser juntar a mim, seja benvindo. E vamos tomar um cálice à nossa, dentro duma daquelas casas de xisto!
Por agora, vou lá desbravar aqueles domínios, longe da irracional civilização. Em modo expedição de descoberta. Quem se quiser juntar a mim, seja benvindo. E vamos tomar um cálice à nossa, dentro duma daquelas casas de xisto!
domingo, 9 de fevereiro de 2014
• Places to go before I die - II
Um belo dia gostaria que os meus passos me levassem até aqui, a estas paragens nas fotos deste post…
É na China. No norte da província de Sichuan, perto do Tibet. Acima temos aspectos dos lagos de águas cristalinas do Parque Nacional de Jiuzhaigou. E em baixo as piscinas naturais de Huanglong.
E porquê?… Bom, as imagens são bem eloquentes das belezas naturais destes idílicos lugares. Palavras são aqui desnecessárias para as descrever.
E porquê?… Bom, as imagens são bem eloquentes das belezas naturais destes idílicos lugares. Palavras são aqui desnecessárias para as descrever.
domingo, 12 de janeiro de 2014
• I need a job, now!
That’s right. I need a job, right now!
I need a job because I’m sick of feeling to be useless. Of not fitting in this society that has begun to tell us with statistic studies that we are not all needed to keep the global economy pumping. That perhaps 40% of all the actual unemployed people will not return ever to the job market, until the end of their lives.
And I need a job NOW also because I have to get some money in my pockets. To feed myself. And to pay my damn bills. The few ones I still have.
While I was busy doing my regular job search, even with added enthusiasm induced by one of these unemployed people motivational conventions, I missed to give proof once of my professional inactivity to our welfare system. Who used to pay me some money to stay alive during this stupid social economic storm. But that now are menacing me of going to cut that small but essential help.
Like it would be normal, I’m trying to find a better job than the ones I had before. A more sustainable job. A more pleasant one, as well. And also more rewarding, for sure. Not just in terms of salary but of fringe benefits and everything else that matters to me. Which would be, for instance, to have an ideal stress-free working environment. Or to work on something that can really matter for the world and the human race progress. In a word, to be happy on my job.
And this is why one of my strongest bets on this job search strategy that I planned is to try to work in the future on functions like hotel receptionist. Mainly small hotels. And in pleasant countrysides. With these fine touristic landscapes.
But I can easily too be a shepperd. Or a wine or cheese maker. Or of other artisanal products, like cider, beer, bread, red fruits, vegetables or flowers. Or work in spas, healing people with my massage skills. Or being a tennis teacher for kids. Or a travel correspondent to any media business that would sponsor this activity.
Or a blogger or a photographer or a graphic designer and artworker, all these being activities that I do on a freelance basis, nowadays. In a not so greatly sustainable way, until now...
I once knew on the internet about a curious fact concerning the job market in China for foreigners. Which was like this: major corporations in China were hiring americans and europeans, mainly white people, to expose them on their headquarters buildings halls, on spaces open to public. Because this is a status sign for chinese companies. They say in this manner that they are big enough to seduce foreigners to work for them.
But I could be even just a volunteer to any NGO, like Unesco or EWB, Engineers Without Borders. If I would not have to worry about retirement issues. Or the fatal final period of our lives. If we all already could live on this Unconditional Basic Income (UBI), a recent initiative of citizens to be evaluated by the European Commission, which should have to submit this important social big step to the future of our society to the approval of the European Parliament.
Folks, you who might be reading these lines, please help me. Please put me to challenges. Please invite me to go and help you in your local businesses, there where you live.
It can well be In Bali, Andorra, Okinawa, Astana, Kitsault, Rio Grande do Sul, Antarctica, San Carlos de Bariloche, Muscat and Oman, the Reunion island, Baku, Sanya, the Dolomites, Costa Rica, Samarkand, the UAE, Switzerland, Goa, Corpus Christi, Iceland, São Tomé e Príncipe, etc.. And a few other places in this world I might remember later. I'll stay with a widely open mind about this. I just wish to find a good place where I could release my until now saved creative potential and work force. At your service. In a win-win situation.
segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
• Places to go before I die - I
Eu tenho nesta fase da minha existência um raio duma bipolaridade, que me faz balançar entre o sedentarismo e o nomadismo!…
Para a primeira opção já existe aqui neste blog instituída uma wish list com um razoável número de entradas, sob o rótulo “Uma pedra mais para o meu castelo”.
Agora em relação ao nomadismo ainda não me tinha explicitamente pronunciado. Mas essa lacuna vai ser colmatada hoje, com a inauguração desta rubrica, “Places to go before I die”.
Eu amaria poder viver num castelo. Literalmente. Embora no rótulo que acima indiquei a palavra “castelo” esteja como uma metáfora para o que eu queria um dia apelidar o meu lar. E sendo assim, dizei lá, ó leitores deste blog, o que será que eu mais amarei também visitar como viajante? Castelos, claro está!!!...
Um dia tenho de ir ao do conde Vlad, na Transilvãnia. Mas hoje vou encetar esta novel rubrica com uma aproximação: o castelo de Predjama, perto da cidade de Postojna, na Eslovénia. Ou S[love]nia, como o gabinete de turismo deste pequeno país passou a adoptar como grafia… Com inveja do nosso All Garve, os sacanas!...
Um belo dum castelito encavalitado num penhasco rochoso… Com acesso a uma gruta que lhe servia como passagem secreta para contrariar quaisquer cercos a que tenha sido sujeito, ao longo da sua história de mais de 700 anos… Que começou por ser o reduto de um cavaleiro lendário, Erazem Lueger de Predjama, no séc. XIV, que se diz ter sido um barão salteador*…
Gosto. Pois claro que tinha de gostar! E hei-de lá ir, caramba!...
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* E que, coitado, dizem que foi morto com as calças para baixo e sentado no “trono”. Com uma única bala de canhão, à traição.
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
• My life is for sale
An absolutely mad idea today! Which is to put the rest of the days in this life of mine for sale.
That’s right, my life is for sale. Because I’m an absolutely free man, available to be taken. Available to embrace any new life challenge, whatsoever, in any place in this whole world. I have no strings attaching me to any country, business, job, situation or life settlement.
I’ve never lived alone in my 53 years old life but soon my dear daughter will be starting her autonomous life and then, yes, I’ll be completely unattached from anyone. And alone, after all these years. With no one living with me to care for on a daily basis.
My life is for sale, as I’ve said in the beginning. And how can you people totally “buy” this human life of mine? Simple. You just have to say: “Come and meet me here, where I am. I have plans for our future together. You’ll be helping me with my business and supporting me with my life. And us two will be as one.”
Or you could say, as well: “Please accept me in your house. I want to start to live by your side, there where you are. We will build up our common future life. I know what we can do together.”
I’m divorced for more than 3 years now. And since the end of my last relationship, I haven't met anyone in this whole online or real worlds who might be ready for a total commitment, like the one where I'm willing to give myself entirely to a new love of mine.
So, I'm perhaps losing my hopes to be in a couple again. But I'm always available to help other people, for example, to relocate to live in my country or in any other one in the European Union. And as a photographer, I'm also always interested in a beautiful face, smile, gaze, pose, etc., of any age.
I wonder while writing these lines why I have these thoughts today. Well… It might be perhaps due to the fact that there are a lot of dreamers in this world. People who perhaps share the very same dream I have. To find or to be found by someone who's willing to dedicate herself to her partner. Like I would too, given such a chance. Until the end of our lives.
The greatest luck in life that could strike me would be to go live the rest of my days in a desert island with that special one human being. Being in a couple where no one will ever get tired of the other part. Or even be totally dependent of her smile every single morning, as we awake together and at the same time. To live only for the utopia of our endless love. And nothing else matters.
I'm this kind of dreamer. Now, how about you, my dear reader? What's your life biggest dream?
If you kept reading my words until here, with this big will not to quit, well, then who knows, you might be the one. You are in this way showing a great interest in me. And I'm starting to captivate you, somehow, with my life philosophy.
Come as you are. But please be bold, beautiful and - most important quality - smart, intelligent, sagacious, clever, sensitive.
Please read also my blog "Giuseppe Pietrini a presidente” and find out if you can turn out to be the lover I’m waiting for. Or you the same to me. This is a multilingual blog about L-O-V-E, which started as a joke and has turned out to be the main tool I use in the hard task of searching for my soulmate, at a worldwide scale. Eventually one day at a even bigger scale, if proof of intelligent life forms outside our planet Earth will be produced.
She has got to be somewhere!...
She has got to be somewhere!...
sábado, 23 de novembro de 2013
• Da avidez do sucesso
"Não procurem o sucesso.
Quanto mais o procurarem e o transformarem num alvo,
mais vão errar. Porque o sucesso, como a felicidade, não pode ser perseguido; ele deve acontecer, e só tem lugar como efeito colateral de uma dedicação pessoal a uma causa maior que a pessoa,
ou como subproduto da rendição pessoal a outro ser."
- Viktor Frankl
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
• Time Management
…ou Gestão do Tempo, em dialecto tuga. Uma coisa que eu abomino.
A Gestão do Tempo, quanto a mim, é uma bonita ferramenta que os modernos métodos da Gestão de Empresas desenvolveram para solucionar um problema que esses mesmos engraçados métodos abestalhadamente criaram: a falta de tempo crónica.
Estes modernos métodos da Gestão de Empresas querem-nos tornar em indivíduos cada vez mais produtivos. Querem tornar as nossas existências em carne para canhão ao serviço do deus lucro máximo.
E assim fazem do nosso tempo, do precioso tempo de cada um de nós, um bem cada vez menos nosso e mais escasso. E como tempo é dinheiro, o efeito colateral, que nem todos enxergam, é que de facto nos torna mais... pobres.
E assim fazem do nosso tempo, do precioso tempo de cada um de nós, um bem cada vez menos nosso e mais escasso. E como tempo é dinheiro, o efeito colateral, que nem todos enxergam, é que de facto nos torna mais... pobres.
A Gestão do Tempo devia ter um único axioma: “Se cada vez tens menos e menos tempo ou não tens mesmo tempo para nada, pára!”.
Tão simples quanto isto! Se não tens tempo para nada, não estás a viver. Estás a correr depressa para o teu fim. Para a morte que há-de advir a cada um de nós, mais tarde ou mais cedo. Não a apresses.
Fui submetido recentemente a uma acção de formação sobre esta temática, a Gestão do Tempo… e enquanto a magnífica formadora “ligava o complicador” para nos instruir em como gerir com melhor eficácia e maior produtividade o nosso tempo, não deixou de partilhar connosco, seus ilustres e ávidos formandos, a sua visão particular da coisa. A que aplicou à sua vida profissional e privada.
E que foi assim: quando reconheceu, e bem, que tinha cada vez menos tempo para dedicar ao que é o essencial - o seu filhote de tenra idade - resolveu propor uma medida sacrílega à sua entidade patronal. Passar a trabalhar em part-time.
Graças aos deuses que não teve as suas aspirações goradas…
Mais ainda partilhou connosco. Que passava os seus fins-de-semana no belo do Alentejo e os dias úteis na grande metrópole de Lisboa. E que se sentia cada vez mais presa e com menos vontade de sair do meio das planícies para ter de enfrentar as sete colinas da vida. Ao que eu ripostei que a compreendia bem. Porque se há quem possa ser um bom gestor do tempo, esse alguém é o alentejano!…
quarta-feira, 30 de outubro de 2013
• "Quem se Importa" - o filme
“Várias vezes ouvimos a frase “quem se Importa?”.
O sentimento de indiferença é algo muito triste.
E a apatia e a ignorância são as nossas piores inimigas.
O sentimento de indiferença é algo muito triste.
E a apatia e a ignorância são as nossas piores inimigas.
Muitas vezes acreditamos que o mundo é assim mesmo.
Que os problemas são grandes demais.
Será que ainda somos capazes de nos importar?”
Que os problemas são grandes demais.
Será que ainda somos capazes de nos importar?”
- Mara Mourão, realizadora do filme "Quem se Importa"
“QUEM SE IMPORTA” É MAIS DO QUE UM FILME.
É UM MOVIMENTO!
É UM MOVIMENTO!
Um movimento que inspira as pessoas a TRANSFORMAREM O MUNDO. Um filme que nos ensina QUE TUDO É POSSÍVEL.
A Fundação EDP alerta: o visionamento deste filme poderá causar sérios efeitos secundários como: a vontade de iniciar um projeto,
de desenvolver uma solução há muito na gaveta, o vício de fazer o bem e de contribuir para um mundo melhor!
de desenvolver uma solução há muito na gaveta, o vício de fazer o bem e de contribuir para um mundo melhor!
- Al Etmanski – Plan, Canadá (construção de redes de afecto para deficientes)
- Bart Weedjens – Apopo, Tanzânia (treinar ratos para salvar vidas)
- Bill Drayton – Ashoka, EUA (apoio a empreendedores sociais à escala global)
- Dener Giovanini - Renctas, Brasil (combate ao tráfico de animais)
- Eugênio Scanavino, Saúde e Alegria, Brasil (saúde e desenvolvimento integrado na Amazónia)
- Isaac Durojayie - DMT Mobile Toillets, Nigéria (WC’s públicos móveis para sem-abrigo com retorno para viúvas)
- Jehane Noujaim - Pangea Day, EUA (videoconferência à escala global em 2008 para visionamento de filmes que promovem a cultura da cooperação e da paz)
- Joaquim Melo – Banco Palmas, Brasil (economia solidária com base na criação de moeda local)
- Joaquín Leguía – Ania, Perú (atribuição de lotes de terra a crianças e jovens para preservação)
- John Mighton - Jump, Canadá (auto-estima e desenvolvimento através da matemática)
- Karen Tse – International Bridges for Justice, Suíça (acesso à justiça)
- Mary Gordon – Roots of Empathy, Canadá (combate ao bullying nas escolas)
- Muhammad Yunus – Grameen Bank, Bangladesh (o “pai” do microcrédito)
- Oscar Rivas – Sobrevivencia, Paraguai (envolvimento de comunidades na preservação dos rios)
- Premal Shah – KIVA, EUA (acesso ao micro-financiamento de pequenos empreendedores)
- Rodrigo Baggio – CDI, Brasil (inclusão digital)
- Vera Cordeiro – Saúde Criança, Brasil (promoção da auto-sustentabilidade das famílias de crianças em risco)
- Wellington Nogueira - Doutores da Alegria, Brasil (Doutores Palhaços nas pediatrias dos hospitais)
E a segunda parte é outra lista. É a enumeração das frases, ideias e pensamentos ditas por alguns destes empreendedores sociais que mais ficaram marcadas no espírito do autor deste blog. As que maior eco fizeram em mim. Das diferentes visões que este filme pode provocar em cada um de nós, esta lista é um indicador da minha sensibilidade pessoal.
“Toda a gente acaba pensando um dia que o mundo está num período difícil hoje. O custo de vida está sempre a subir. Acontecem guerras e conflitos pelo mundo inteiro. Talvez tenha havido uma perda de fé nas lideranças. E quem sabe na integridade dessas lideranças. Há muita coisa ruim a acontecer neste momento. Mas vamos pensar no que está a acontecer de bom também. (…) E através duma consciência crescente, as pessoas querem fundamentalmente ver um mundo melhor. E nós aprendemos que conflitos e apego ao passado e a muitos confortos a que damos valor não são tão importantes assim e podem ser postos de lado.”
- Premal Shah
“Nós não estamos aqui para curtir a vida como se alguém tivesse criado o mundo e nós fossemos apenas convidados. Nós não somos convidados aqui. Somos criadores das nossas próprias vidas, do nosso próprio mundo. Mas antes de criar o nosso mundo, nós devemos imaginar que mundo queremos. E então começar a criá-lo.”
- Muhammad Yunus
“Quando ser cidadão e ser empreendedor social se tornar uma e a mesma coisa, aí se terá atingido o apogeu da revolução democrática.”
- Bill Drayton
“Eu acho que a pobreza pode ser eliminada do mundo inteiro. Porque a pobreza não faz parte da sociedade humana. É algo que foi criado, que não é natural. E o que é artificial pode sempre ser eliminado.”
- Muhammad Yunus
“Se nós pudéssemos ler os diários secretos dos nossos piores inimigos iríamos encontrar nestes dor e tristeza suficientes para remover toda a hostilidade.”
- Jehane Noujaim
“Não pergunte o que é que o mundo precisa. Pergunte a si mesmo o que te faz sentir vivo. Porque o que o mundo precisa é de cada vez mais pessoas que se sintam vivas.”
- Premal Shah
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domingo, 13 de outubro de 2013
• Kitsault
Kitsault é uma pequena cidade fantasma. Num lugar bem remoto do oeste do Canadá, na sua província da Colúmbia Britânica, junto à fronteira com o Alaska.
Kitsault é um subproduto do capitalismo mais selvagem que se imaginar possa. E é um local com uma história que me tocou.
Esta pequena cidade nasceu em 1979, quando a sua construção terá arrancado. Era um projecto urbanístico concebido para o alojamento dos trabalhadores da Phelps Dodge, uma companhia mineira de capitais norte-americanos, que pretendia explorar uma mina de extracção de molibdénio. Um mineral matéria-prima algo valioso nas suas cotações no mercado mundial áquela altura.
Infelizmente, num curto espaço de tempo as cotações deste metal desceram significativamente. O que levou a tal companhia mineira a abandonar a exploração da mina de Kitsault.
Esta pequena cidade, idealizada para cerca de 1.200 habitantes, com um bairro de moradias razoavelmente confortáveis, um hospital, um centro comercial e um centro comunitário, todos perfeitamente recheados de equipamentos também, foi esvaziada das suas gentes em 1982. Diz-se que ao fim de simplesmente um ano e meio de vida efectiva de ocupação dos seus edifícios.
Nada do recheio destes edifícios era propriedade dos seus habitantes. Todos os pertences eram da companhia mineira, que determinou tudo deixar no local. De modo que há 30 anos que existe ali, por exemplo, um hospital perfeitamente apetrechado e apto para funcionar mas absolutamente inútil. Por não haver quaisquer utentes a que pudesse servir. Para além de lojas, um bar, uma biblioteca, uma creche, uma piscina coberta com jacuzzi, etc., etc..
Comoveu-me a princípio a história desta cidade fantasma, pela sua aparentemente pungente irracionalidade. Mas mais me comoveu saber que há alguém que sonha fazê-la renascer. E adquiriu esta cidade inteira por... 7 milhões de dólares, em 2004. Uma quantia que compraria apenas uma moradia grande e o seu terreno generoso em Portugal.
Para ver uma pequena reportagem televisiva sobre esta curiosa cidade, Kitsault, podeis clicar aqui, leitores. E para aceder ao site oficial ligado à iniciativa de transformar Kitsault numa promissora Shangri La dos nossos tempos, é mister clicar aqui.
Assim que soube desta ideia peregrina, desatei a sonhar poder fazer parte desta alegre utopia. Eu não devo ser deste planeta, mesmo… que só histórias assim é que me atraem. E então se se passarem em paragens tão longínquas e isoladas de tudo que só podem ser classificadas, para dizer o mínimo, como fins do mundo...
Ainda acabarei a viver em Kitsault, um dia destes talvez... É que estou mesmo a ver... Alguém daí para me acompanhar?... Hum?...
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
• A guerra fria de trazer por casa
Eu tenho uma maldição que se deve propagar por contágio!…
Acontece-me bastas vezes descobrir um pequeno comércio - loja, cafetaria, restaurante, etc. - novo, que vejo com algum conceito inovador que o diferencia dos demais. Despertada a curiosidade, visito-o uma vez. E depois não tarda nada que esse pequeno negócio feche as portas de vez!…
Eu dou azar áquilo de que gosto, caramba!...
E isto não acontece só desde que esta malfadada crise económica começou a ser falada por más e boas línguas. Não. É talvez desde que me conheço e que "sou de maior", como dizem os tupiniquins.
Por tudo isto hesitei durante algum tempo em abordar o tema de hoje. Duas lojas mais ou menos recentes nesta cidade de Lisboa. Não fossem estas abrir falência…
Só o faço agora porque me certifiquei que até têm ambas planos de expansão do seu negócio, como o comprovei neste site, aqui.
Uma destas é a Liberty American Store. Que abriu vai para um ano e meio no Largo São Sebastião da Pedreira, em Lisboa. Que eu vi inicialmente como uma espécie de loja de chineses vulgar de Lineu, mas só para produtos made in USA.
Na verdade não é bem assim. Enquanto uma loja chinesa de bairro tem geralmente na sua gama de produtos de tudo um pouco - ferramentas, utensílios domésticos, ferragens, brinquedos, têxteis, etc. - menos produtos alimentares, nas lojas Liberty passa-se praticamente o contrário.
Aí o destaque vai para aquelas gulodices que são apenas boas para a engorda dos yankees. E para produtos vendidos em embalagens king-size, que para os nossos hábitos de consumo pobretes mas alegretes até chega a soar a pornográfico…
Digo, por exemplo, especiarias como pimenta moída em embalagens plásticas de 1 kilo. Batata frita em sacos que parecem umas enormes almofadas de cama de casal. Sumos de laranja em pó solúvel em latas de 5 litros. Chocolates da incontornável Hershey's e doces em packs para famílias bem numerosas. E outras coisinhas assim todas, todas pró abrutalhado. Numa palavra, em GRANDE.
E depois há aquelas pequenas surpresas bem agradáveis de encontrar. O maior leit-motiv que me levou a entrar nesta loja foi saber de antemão que ia poder comprar um famoso molho barbecue… da marca Jack Daniels, esse absolutamente iconográfico bourbon ou Tennessee whiskey, como se queira.
E por falar em barbecue, temos lá bancadas com grelhadores para fazer o nosso churrasco texano com todos os matadores. Assim como ferramentas para jardinagem, tacos de golf, acessórios auto, produtos de limpeza e higiene, etc. Quase tudo, tudo sempre exclusivos que não se poderão adquirir senão ali.
E por agora deixemos os States, que está praticamente tudo dito de intertessante. A outra loja a que me queria referir é a Mix Markt, que descobri vagueando pelo bairro de Alvalade, num dia solarengo da mossa lindinha capital.
A primeira impressão que aquilo me causou era que devia ser uma simples loja, iniciativa de empreendedorismo de um emigrante do leste. A verdade é que não. Não é uma loja única. É uma cadeia de distribuição, na linha do Lidl ou do Aldi, mas em uma dimensão menor. E a sede desta cadeia não está para lá da antiga cortina de ferro, não! Está em Herrenberg, perto de Stuttgart.
Algum alemão viu um nicho de mercado florescente nos emigrantes da Europa de leste que invadiram o ocidente, pensei eu… Tenho sempre simpatia pelos ditos "mercados da saudade". E parece que é só este mesmo o seu público-alvo…
É que não se nota um esforço realmente adequado para cativar outros clientes quando se entra no Mix Markt! Empregados reduzidos a um mínimo necessário: dois. Pelo menos durante os dias úteis e num horário matutino. Talvez ao fim de semana se reforcem.
Disponibilidade para questões de clientes: reduzida. Nem o meu "bom dia" obteve eco. Mas deve ser só comigo...
Disponibilidade para questões de clientes: reduzida. Nem o meu "bom dia" obteve eco. Mas deve ser só comigo...
De resto, vale a pena entrar as suas portas. É como uma viagem. Como sermos teletransportados de repente para dentro de um MiniPreço dos arrabaldes de Kiev.
E o que esperar ver lá dentro? Carradas de frascos de vidro com pepinos em conserva. Que é o que pessoalmente sempre me impressionou sobremaneira nas variadas lojas de produtos alimentares originários do ex-bloco de leste…
Mas além disso, há também caviar. De beluga. A preços engraçados. Peixe seco. Arenque, salmão e anchovas, creio. Uma charcutaria rica e igualmente interessante. Mais conservas. De peixe. De sopa (borscht). Até de melancia cortada em triângulos e conservada em calda!… Mas a grande palma de ouro vai para…
...a secção dos vinhos. De encher o olho a qualquer neófito curioso sobre néctares, comme moi. Exclusivamente - ou quase, não tenho certezas, como se poderá compreender in loco... - vinhos da Moldávia. Com rotulagens apelativas, se bem que modernaças.
Absolutamente encantador, o garrafame lá exposto. A Moldávia é ou ainda há-de vir a ser um produtor de vinho de relevância mundial. Não é por acaso que as duas maiores adegas subterrâneas do mundo estão neste país. E que são a sua principal atracção turística.
Absolutamente encantador, o garrafame lá exposto. A Moldávia é ou ainda há-de vir a ser um produtor de vinho de relevância mundial. Não é por acaso que as duas maiores adegas subterrâneas do mundo estão neste país. E que são a sua principal atracção turística.
Os vinhos da Moldávia têm de ser mesmo um dos maiores segredos globais por revelar!…
E se a juntarmos aos vinhos falarmos ainda das bebidas espirituosas, tão características daquelas partes do globo terrestre… Bué de marcas de Vodka, camaradas!!! E cerveja. Duma marca que aprecio deveras. E que está a ficar mundialmente famosa: a Baltika. Com muito mérito.
Ah, quem me dera ser o director de marketing de qualquer uma destas duas lojas, a americana ou a russa!… As ideias peregrinas que não me ia apetecer experimentar...
sexta-feira, 20 de setembro de 2013
• Vinum et Caseus
Ok! Vamos imaginar um wine & cheese restaurant ou bar, algo já relativamente comum, sobretudo em países emergentes no panorama mundial de produção de vinho ou em mercados consumidores mais evoluídos e exigentes.
Não é bem disso que se trata nesta ideia peregrina de hoje. Vamos pensar num conceito mais alargado. Vamos acrescentar a esta base inicial de um local para se degustar estas duas iguarias - e não só - também uma mercearia fina, no hall de recepção e de saída para o restante espaço.
Depois de atravessada esta área, pensemos noutra onde num ambiente informal e descontraído se pode passar então à prova de produtos alimentares. Cuja curiosidade sobre estes foi entretanto despertada e impulsionada no espaço anterior.
Esta segunda área pode não ser muito diversa dum wine bar ou restaurant. Não sendo particularmente vocacionada para um serviço de refeições normal de Lineu, embora não seja de excluir de todo estudar a inclusão dessa funcionalidade.
Agora pensemos numa terceira área, a mais inovadora. A que designaremos pomposamente como um "Spa Gastronómico".
Neste espaço se fará o usufruto da tranquilidade de um jardim - coberto nas épocas mais frias do ano - que se assemelhará ao de uma antiga e senhorial villa romana. Equipado com pequenas piscinas, jacuzzis, jogos de água, áreas de massagens, relvados polvilhados com puffs, galerias em arcadas com chaises longues ao estilo romano. E o mais que se possa ainda conceber para enriquecer o todo de experiências relaxantes.
Numa linha, um espaço onde qualquer pessoa - bem como o séquito que a acompanhe - se possa sentir como um rico tribuno do senado romano, com todas as mordomias com que se deseje ser mimado um dia na vida de cada um de nós.
Um recanto onde se permitam que os nossos sonhos mais recônditos e íntimos sejam livres para voar. E até despertar aquilo que não terá sido jamais sonhado.
Algo que vá muito além de um qualquer vulgar serviço de restauração. Que possa ser um farol para as tendências futuras da restauração e de turismo de elevada qualidade e inovador.
Não se pretende aqui organizar eventos como orgias romanas. Tal como publicitado neste cartaz, aqui. Ou tão pouco bacchanalias, como este outro evento neste anúncio, aqui. Mas tem de haver algo que apele constantemente ao nosso espírito hedonista, como os resorts desta famosa cadeia internacional, cujo website está aqui.
Programas de actividades serão estudadas para a ocupação de um dia inteiro neste particular spa.
Quanto ao core business, ou seja, os produtos a comprar e/ou a consumir no local inspiradores deste spa gastronómico, o vinho e o queijo… procurar-se-á ter uma amostra de tudo um pouco que se faz em qualquer canto do mundo. Já que vivemos num mercado altamente globalizado. E que cada vez mais o será.
Não se cairá na patriótica tentação de dar particular destaque aos produtos nacionais. Até porque se demonstrará que será descabido, porventura. Que estes não estarão de todo diminuídos num confronto com o resto do mundo. Muito pelo contrário, aliás.
Não se destacarão tão pouco os vinhos e queijos mais exclusivos e caros. Não se pretende cativar aqueles que sejam mais experts nestes produtos. Os que sabem dizer, ao cheirar uma simples rolha de cortiça retirada duma garrafa, de que vinhedos e de que ano é o néctar que estão a degustar.
Pretende-se mesmo libertar de um certo snobismo o ambiente deste spa gastronómico.Quer-se que seja um lugar onde qualquer neófito não se sinta desconfortável.
Sobretudo deseja-se que seja um lugar onde se possam experimentar novidades. Curiosidades. Produtos de origens mais inusitadas. Que se pesquisarão de uma forma contínua, sem cessar.
Ou seja, concretizando um pouco mais, vinhos de lugares menos conhecidos pela sua produção. Como o Japão, o Brasil, a China, a Moldávia, a Índia, o Médio Oriente, o Uzbequistão, o Canadá, a Crimeia e a região do Cáucaso, onde é consensual que a vinha nasceu para o vinho. Ou de variedades menos divulgadas. Como os icewines ou o recente sushi wine. Ou queijos mais invulgares. Como o Juustoleipa, da Finlândia, um queijo feito de leite de rena, com alguma surpresa particularmente indicado para ser grelhado, porque não derrete. E que se devora com doce ou compotas.
E não há como estar limitado apenas a vinhos e queijos. Há toda uma outra variedade de bebidas, de teor alcoólico ou não, que podem ser benvindas neste conceito de spa. Como a cerveja, a sidra, o hidromel e outras espirituosas, sumos de uva e águas minerais mais raras. E ainda o pão, que assume tantas formas e sabores por este mundo todo. E a charcutaria fina. Os frutos do mar. O sushi. Etc..
Sem esquecer ainda o capítulo dos doces. O chocolate, produto por excelência a combinar com vinhos de sobremesa. E algumas delícias menos divulgadas confecionadas com vinho. Como o Sagu, do Rio Grande do Sul, Brasil. A gelataria fina. Os doces conventuais. Etc..
E é isto, em linhas breves, mas que se alongaram já demasiado por ora, uma das minhas preferidas ideias de negócio, da minha quiçá prolífera imaginação parida.
Nota do autor: estamos a viver no momento no meu vetusto país uma conjuntura económica pouco propícia a grandes investimentos. E eu mesmo já vivi dias melhores em termos financeiros e pessoais. Eu devia ser comedido e talvez não sonhar alto. Mas não sei fazê-lo sem ser em modo "o limite é o céu".
Isto é uma ideia de negócio perfeitamente alucinante, devo talvez reconhecer. Mas eu não sei ter senão ideias peregrinas. Ainda. A dura realidade todavia não me venceu. E eu julgo que o mundo precisa de mentes como a minha. Oxalá, apesar de tudo, alguma ideia que de mim saia vingue um dia.
Um recanto onde se permitam que os nossos sonhos mais recônditos e íntimos sejam livres para voar. E até despertar aquilo que não terá sido jamais sonhado.
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quarta-feira, 11 de setembro de 2013
• Foi há 12 anos...
Já decorreu este tempo todo… Desde que as vidas de todos nós sofreram este abalo sísmico que foi o 11 de Setembro de 2001.
Julgo que poucos seres neste mundo não terão sido afectados, de uma forma ou de outra, por este acontecimento. Mesmo aqueles que vivem no mais recôndito canto desta terra.
Eu estava no meu lunch break, já depois de ter engolido a sandocha da praxe, quando me vieram dizer que tinha havido um embate de um avião num arranha-céus de New York. E que estava a dar na tv.
Fui ver. Lembrei-me de uma foto famosa de outro embate de um avião no Empire State building, nos anos 50. Pensei que era só um remake da mesma desgraça… Mas depois vieram avisar-me de que tinha havido um segundo embate! E é então que a coisa começou a cheirar a esturro… Como eu já contei mais em detalhe num post de um outro blog meu, quando isto fazia uma década.
Eu trabalhava na altura no estúdio gráfico de uma agência de publicidade de renome mundial, a Saatchi & Saatchi, em Lisboa. Que fazia parte de uma rede mundial de escritórios com sede em New York, justamente. Como quase todas as grandes agências de publicidade de nível planetário.
Duas semanas apenas depois do 11 de Setembro, o conselho de administração da Saatchi, lá nos States, decidiu fechar um bom número de escritórios da sua rede… e a fava calhou-nos a nós, lisboetas, tal como a outros, em cidades europeias como Milano.
Desde então e até hoje, nunca mais tive uma carreira profissional de que me possa orgulhar com galhardia. Nunca mais tive um emprego de jeito, para ser absolutamente claro. E passei por dois longos períodos de desemprego. O último dos quais ainda dura… E dura... E dura...
Pouco mais de dois meses depois do 9/11 teve início na minha vida uma relação sentimental que iria durar nove anos. Mas da qual hoje em dia tenho de apagar suas memórias. Como se nunca tivesse tido lugar essa ligação amorosa. Talvez assim tivesse sido pelo melhor…
E como toquei nos planos profissional e sentimental, é forçoso que siga o que é costumeiro e fale também do plano da saúde…
Aí estou mais velho. Com menos energia do que há 12 anos. Como seria de esperar. Mas de resto não me posso queixar grandemente de nada. Não serei rijo como um cepo, mas… Dou p'ró gasto. Ainda. Ao menos isso, carago…
Estou a fazer como que um balanço da minha situação pessoal actual neste post. Mas não quero esquecer o mundo que me rodeia.
Numa linha, parece-me que os Estados Unidos - a superpotência mundial que foi o alvo deste atentado - andaram entretidos em conflitos que criaram nesta dúzia de anos. Descuraram também tomar o pulso da sua economia. E com isso terão contaminado os países ocidentais que fazem parte da sua órbita mais próxima.
A crise económica global que atravessamos hoje não é de todo alheia ainda a esta porra do 11 de Setembro. Mas enquanto uns se distraiam em guerras e bolhas nos mercados imobiliários e financeiros, outros foram fazendo o seu caminho até ao topo do domínio da economia global. Como a China é o melhor exemplo dessa longa marcha com pézinhos de lã.
Se não os podes bater, junta-te a eles. Está-me cá a parecer que para quem tem ideias como as que habitam a minha mente, um bom habitat para estas se tornarem um pouco menos peregrinas será o velho Império do Meio.
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