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segunda-feira, 14 de abril de 2014

• Vinum et Caseus*

Ok! Let's imagine a wine & cheese bar or restaurant, something already relatively common, particularly in emerging countries on the wine world. I’m talking here of wine production or consumers on the more fast growing or traditionally demanding markets.

That will be not quite what this idea of today deals about. Let's think of a broader concept. Let's add to this initial base of a place to taste these two delicacies, wine and cheese - and not exclusively - also a kind of gourmet grocery store, in the reception and entrance hall for the remaining restaurant space. Just for getting mouths quickly watering with the perspective of what will follow...

After traversing this area, there will be another, with an informal and relaxed atmosphere, where we can then pass to the food and beverage tasting. Whose curiosity about the products has been wisely awakened and driven in the previous space.

This second area may not be very different from a typical wine bar or restaurant. Not being particularly devoted to a so called normal meals service, although it will be possible to study the inclusion of this functionality.

Now let’s think of a third area, the most innovative of all. That we will pompously designate as a "Gastronomic Spa".

This space will allow the enjoyment of the tranquility of a garden - covered in the colder times of the year - which will resemble that of an ancient Roman villa and manor. Equipped with small pools, jacuzzis, water games, massage areas, lawns sprinkled with puffs, arcaded galleries with chaises longues, in the ancient Rome style. And even more one can later think of to boost a fully relaxing experience.

In a line, we’re talking of a space where a man - and the entourage accompanying him - can feel like being a rich tribune of the Roman senate, with all the perks that one wishes to be pampered a day in our lifetime.

A haven where one allows his innermost and intimate dreams free to fly. And wake up to what hasn’t been dreamed yet.

This can be something that goes far beyond an ordinary catering service. It can be a beacon for the future trends of the restaurant business and high quality and innovative tourism.

It is not intended here to organize events like Roman orgies. As advertised on this poster here. Or even bacchanalias, like the event in this announcement here. But there must be something that will appeal to our hedonistic spirit constantly, as this famous international resort chain, whose website can be seen clicking here.

Activity programs will be very carefully studied to occupy an entire day at this particular spa. Not just a few hours but an entire day, living it like a great tzar would do it.

As for the core business, ie, products to buy and/or consume in this new and inspiring touristic concept, our wines and cheese... attempts will be made to present our king, the client, with product samples of everything that is done in any corner of the world. Since we live in a highly globalized market. And increasingly growing, still.

We will not fall into a patriotic temptation to give particular emphasis to domestic products. Even because this will prove to be unnecessary, perhaps. Portuguese wines and cheese will show up to be not at all diminished in comparison with the same products from the rest of the world. Quite the opposite, in fact, we’re sure about this.

We will not highlight as well the more exclusive and expensive wines and cheese. This gastronomic spa is not intended to captivate those who are the greatest experts in these products. Those who can say, just by smelling a simple cork removed from a wine bottle, from what vineyards and what year is the nectar they are tasting.

We intend to release even a certain snobbery from the ambiance of this spa. It has to be a place where any neophyte won’t feel uncomfortable, by all means.

We mainly want this to be a place where one can experience new stuff. Curiosities. Products from the more unusual or unexpected sources. That we will search for, in a continuous, non-stop manner.

That is, realizing a little more, wines widely less known due to their origins. Such as Japan, Brazil, China, Moldova, India, the Middle East, Uzbekistan, Canada, Crimea and the Caucasus region, where it is agreed that the vineyard planting for wine production was born. Or lesser known beverage varieties. Like Eiswein (ice wine) or the most recent sushi wine.

Or the more unusual cheese. As Juustoleipa, also known as the finnish bread cheese, made mostly ​​from reindeer milk. Which people will find, with some surprise, particularly suited to be grilled, because it does not melt. It just gets caramelized with heat. And it's to be devoured as a dessert, along with jam and sweets.

And there’s no way for us to be limited to wines and cheese. There’s a whole range of other beverages, alcoholic or not, which may be welcome in this spa concept. Like for instance beer, cider, mead and other spirits, plain grape juice, sodas and rare mineral waters. And bread, which takes so many forms and flavors in this world. And fine charcuterie. Seafood. Sushi. And etc. .

And not forgetting, of course, the dessert chapter. Like chocolate, a product par excellence to match dessert wines. And some lesser known delights made with wine. As Sagu, from Rio Grande do Sul, Brazil. Or Port wine ice cream. Or the locally so called convent pâtisserie. And etc., once more.

This is, in a short abstract, one of my favorite business ideas, came from my alleged prolific imagination.
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* Wine and cheese, in latin.

Author's note: this is a remake of another post in this blog, formerly written in portuguese. I decided to re-write it in english in order to a wider public audience be able to read this concept. Some people out there in the big whole world may find this a perfectly astounding business idea, I hope. Seriously.

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

• Vinum et Caseus

Ok! Vamos imaginar um wine & cheese restaurant ou bar, algo já relativamente comum, sobretudo em países emergentes no panorama mundial de produção de vinho ou em mercados consumidores mais evoluídos e exigentes.

Não é bem disso que se trata nesta ideia peregrina de hoje. Vamos pensar num conceito mais alargado. Vamos acrescentar a esta base inicial de um local para se degustar estas duas iguarias - e não só - também uma mercearia fina, no hall de recepção e de saída para o restante espaço.

Depois de atravessada esta área, pensemos noutra onde num ambiente informal e descontraído se pode passar então à prova de produtos alimentares. Cuja curiosidade sobre estes foi entretanto despertada e impulsionada no espaço anterior.

Esta segunda área pode não ser muito diversa dum wine bar ou restaurant. Não sendo particularmente vocacionada para um serviço de refeições normal de Lineu, embora não seja de excluir de todo estudar a inclusão dessa funcionalidade.

Agora pensemos numa terceira área, a mais inovadora. A que designaremos pomposamente como um "Spa Gastronómico".

Neste espaço se fará o usufruto da tranquilidade de um jardim - coberto nas épocas mais frias do ano - que se assemelhará ao de uma antiga e senhorial villa romana. Equipado com pequenas piscinas, jacuzzis, jogos de água, áreas de massagens, relvados polvilhados com puffs, galerias em arcadas com chaises longues ao estilo romano. E o mais que se possa ainda conceber para enriquecer o todo de experiências relaxantes.

Numa linha, um espaço onde qualquer pessoa - bem como o séquito que a acompanhe - se possa sentir como um rico tribuno do senado romano, com todas as mordomias com que se deseje ser mimado um dia na vida de cada um de nós.

Um recanto onde se permitam que os nossos sonhos mais recônditos e íntimos sejam livres para voar. E até despertar aquilo que não terá sido jamais sonhado.

Algo que vá muito além de um qualquer vulgar serviço de restauração. Que possa ser um farol para as tendências futuras da restauração e de turismo de elevada qualidade e inovador.

Não se pretende aqui organizar eventos como orgias romanas. Tal como publicitado neste cartaz, aqui. Ou tão pouco bacchanalias, como este outro evento neste anúncio, aqui. Mas tem de haver algo que apele constantemente ao nosso espírito hedonista, como os resorts desta famosa cadeia internacional, cujo website está aqui.

Programas de actividades serão estudadas para a ocupação de um dia inteiro neste particular spa.

Quanto ao core business, ou seja, os produtos a comprar e/ou a consumir no local inspiradores deste spa gastronómico, o vinho e o queijo… procurar-se-á ter uma amostra de tudo um pouco que se faz em qualquer canto do mundo. Já que vivemos num mercado altamente globalizado. E que cada vez mais o será. 

Não se cairá na patriótica tentação de dar particular destaque aos produtos nacionais. Até porque se demonstrará que será descabido, porventura. Que estes não estarão de todo diminuídos num confronto com o resto do mundo. Muito pelo contrário, aliás.

Não se destacarão tão pouco os vinhos e queijos mais exclusivos e caros. Não se pretende cativar aqueles que sejam mais experts nestes produtos. Os que sabem dizer, ao cheirar uma simples rolha de cortiça retirada duma garrafa, de que vinhedos e de que ano é o néctar que estão a degustar.

Pretende-se mesmo libertar de um certo snobismo o ambiente deste spa gastronómico.Quer-se que seja um lugar onde qualquer neófito não se sinta desconfortável.

Sobretudo deseja-se que seja um lugar onde se possam experimentar novidades. Curiosidades. Produtos de origens mais inusitadas. Que se pesquisarão de uma forma contínua, sem cessar.

Ou seja, concretizando um pouco mais, vinhos de lugares menos conhecidos pela sua produção. Como o Japão, o Brasil, a China, a Moldávia, a Índia, o Médio Oriente, o Uzbequistão, o Canadá, a Crimeia e a região do Cáucaso, onde é consensual que a vinha nasceu para o vinho. Ou de variedades menos divulgadas. Como os icewines ou o recente sushi wine. Ou queijos mais invulgares. Como o Juustoleipa, da Finlândia, um queijo feito de leite de rena, com alguma surpresa particularmente indicado para ser grelhado, porque não derrete. E que se devora com doce ou compotas.

E não há como estar limitado apenas a vinhos e queijos. Há toda uma outra variedade de bebidas, de teor alcoólico ou não, que podem ser benvindas neste conceito de spa. Como a cerveja, a sidra, o hidromel e outras espirituosas, sumos de uva e águas minerais mais raras. E ainda o pão, que assume tantas formas e sabores por este mundo todo. E a charcutaria fina. Os frutos do mar. O sushi. Etc..

Sem esquecer ainda o capítulo dos doces. O chocolate, produto por excelência a combinar com vinhos de sobremesa. E algumas delícias menos divulgadas confecionadas com vinho. Como o Sagu, do Rio Grande do Sul, Brasil. A gelataria fina. Os doces conventuais. Etc..

E é isto, em linhas breves, mas que se alongaram já demasiado por ora, uma das minhas preferidas ideias de negócio, da minha quiçá prolífera imaginação parida.
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Nota do autor: estamos a viver no momento no meu vetusto país uma conjuntura económica pouco propícia a grandes investimentos. E eu mesmo já vivi dias melhores em termos financeiros e pessoais. Eu devia ser comedido e talvez não sonhar alto. Mas não sei fazê-lo sem ser em modo "o limite é o céu".

Isto é uma ideia de negócio perfeitamente alucinante, devo talvez reconhecer. Mas eu não sei ter senão ideias peregrinas. Ainda. A dura realidade todavia não me venceu. E eu julgo que o mundo precisa de mentes como a minha. Oxalá, apesar de tudo, alguma ideia que de mim saia vingue um dia.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

• The book of sushi

Mão amiga invisível fez com que chegasse à minha posse em boa hora este livrinho, cuja capa está ilustrada na imagem ao lado, durante a última época festiva, do ano que findou.

E eu, naturalmente, fiquei embevecido um pouco mais com o que o peculiar génio culinário nipónico consegue fazer com ingredientes tão simples, como peixe cru e um arroz numa espécie de amálgama. E a priori até nem me seria apelativa uma tal massa rizícola.

Chega a parecer um enormíssimo crime de lesa-majestade comer, quiçá devorar, com indisfarçável prazer algo que roça a pura arte. Como o prato, de uma estética irrepreensível, que poderiam pôr-nos à nossa frente, em forma de uma miniatura duma ponte de jardim japonês.

Um verdadeiro altar, mostrado numa das páginas duplas deste livro, aqui do lado esquerdo.

Ultimamente, tenho feito online umas descobertas um pouco surpreendentes mas bem aprazíveis.

Pesquisando sobre esta iguaria e outra área de interesse gastronómico em que tenho a minha curiosidade a ser desenvolvida, o vinho, vejo com agrado que a enologia do sol nascente resolveu criar um vinho branco que fosse particularmente adequado à degustação de sushi e de sashimi.

Inda não tive oportunidade para provar esta "pomada", denominada justamente sushi wine, da marca Oroya. Mas como sou um nipófilo inveterado e levo uma fé inquebrantável em tudo o que é criatividade daquele arquipélago, creio que deve ser um néctar que concerteza não decepcionará.

Mas se alguns acharem a minha crença talvez duvidosa, por nunca terem sequer ouvido que no Japão também se produz vinho, aqui fica esta info: a renomada casa vinícola catalã Freixenet colocou este singular vinho no seu catálogo de representações, atribuindo assim um selo de confiança a este.

Voltando ao sushi alone em si, parece que temos na zona da grande Lisboa um excelente lugar para nos empaturrarmos: o Gaijin Sushi Bar, na bela localidade da avenida marginal que é Paço d'Arcos. Vide o seu magnífico site ou a sua página no feicebuque, com um acervo fotográfico da ementa que é de esbugalhar os nossos olhos.

Já agora, este nome Gaijin é também delicioso. Para quem não souber, é o substantivo com que os japoneses designam os outros, os estrangeiros, sobretudo os caucasianos. Por vezes, quase sempre, de modo depreciativo e altivo.

Mas como se a revelação deste livro, deste vinho e deste sushi bar já não fosse esmagador para o apetite de um gajo como eu, eis que descubro algo ainda mais para além disto tudo: uma coisa chamada Luciano Show, um auto-rotulado restaurante italiano & bar, em Tokyo, a gigante capital do Japão. 

Que verão que não é apenas um italiano vulgar de Lineu, mas antes um restaurante de cozinha de fusão asiática e europeia, isto para ser muito simplista e não ir mais longe. Quem quiser ser mais rigoroso, que analise as imagens álbum "Food" na página do facebook desta instituição, que não sei se será já afamada na sua cidade ou mesmo globalmente na élite dos gourmets internacionais. Aqui fica também o site do Luciano Show, algo confuso.

domingo, 10 de abril de 2011

• In vino veritas

Desde há cerca de um mês, mais ou menos depois do Dia Internacional da Mulher, que por uma questão sentimental tenho desenvolvido um interesse crescente pelo vinho.

Dito isto desta forma, poderá pensar-se que devido a um desgosto de amor tenho vindo a procurar afogar mágoas bebendo até "encher a cara".

Não é o caso. É antes um acontecimento feliz que me ocorreu, o encontro virtual com uma outra alma semelhante à minha, que de sopetão se tornou avassaladoramente importantíssima para mim. E não ando a beber vinho agora a torto e a direito, também não. É só mesmo interesse "científico".

Esta mão amiga de que falo aqui reside na mais importante região vinícola do seu país natal. O que me fez logo despertar a curiosidade para essa realidade socio-económica. E depois também me fez reparar neste artigo do site terra.com.br, com o título "As 10 melhores rotas do vinho pelo mundo".

Neste artigo não foram incluídas quaisquer rotas de vinhos de Portugal ou do Brasil. "Ferpeito", digo eu!...

Ignorar o país vinícola com a região demarcada mais antiga do mundo, o Douro, não está mal... Se fizessem uma lista das melhores marcas de automóveis do mundo, talvez também não incluissem nela a Rolls Royce... porque há automóveis e automóveis... e depois há os Rolls Royce. 

Já uma vez notei também num número hors-série da revista GEO francesa sobre o tema dos vinhos do mundo o esquecimento do nosso país. Devem querer que permaneceramos um segredo bem guardado, só de alguns privilegiados...

Não querendo parecer que só estou a defender a minha "dama", faço notar que também não se menciona neste atigo do Terra a Hungria e o seu magnífico Tokaji, o vinho dos Reis e o Rei dos vinhos. E que deveriam dar algum foco aos vinhos da sua própria nação, que não devem nada aos dos outros países sul-americanos, pelo menos, se não mesmo a qualquer país, ponto final.

Hoje vou aqui mostrar querer mostrar justamente 4 casas vinícolas do Brasil e seus respectivos vinhos. Que me foram sugeridos por aquela que foi a responsável pelo meu súbito e acrescido interesse pelo vinho. Noutra altura mais tarde irei devolver-lhe aqui outras sugestões, dessa feita "caseiras".

Enceto logo por falar dum vinho luso-brasileiro, o Rio Sol, que foi uma descoberta minha do acaso, induzida pela curiosidade sobre pomadas tupiniquins. 

Este vinho é produzido na região do vale de São Francisco, interior do estado de Pernambuco, pela sociedade portuguesa Dão Sul. Tem a particularidade de ser o vinho de difusão mundial produzido mais perto da linha do equador, no paralelo 8. No rótulo da garrafa, o logotipo Rio Sol quer fazer vincar bem essa característica, se se reparar com olhos de ver. A variedade aqui ao lado mostrada é a Rio Sol Winemakers Selection Alicante Bouschet.

Sempre me perguntei porque seria que, tendo os portugueses descoberto a Pindorama, nunca tivessem tido desde o início a vontade de aí plantar vinhedos. Parece que deixaram esse pioneirismo para os emigrantes transalpinos que demandaram em grandes vagas terras de Vera Cruz, primeiro sobretudo no estado de São Paulo, em finais do século XIX.
 
Os portugueses da Dão Sul parecem estar hoje a fazer uma história que deveria ter sido escrita há mais de 400 anos.

Prossigo agora para a presumívelmente mais antiga região vinicola do Brasil, a Serra Gaúcha, no estado do Rio Grande do Sul, e para a zona mais conceituada desta, entre as cidades de Bento Gonçalves e Garibaldi. Para apresentar a excelentíssima Casa Valduga, da "famiglia" do mesmo nome. No site deles, recomendo visitarem a Villa Valduga, complexo muito bem orientado para o enoturismo, com o site e as fotos desse complexo duma extrema qualidade e bom gosto.

Nada a dever aos yankees de Napa Valley. Muito temos todos a aprender com estes "paisanos". A variedade de vinho aqui mostrada é a curiosa Casa Valduga Mundus Portugal 2008.

E esta? Feliz acaso, revelada aqui mais uma inusitada ligação à Lusitânia. Obrigado, caríssima Edite Menegat, por mais isto.

A seguir vamos à casa Château Lacave, da simpática e nobre cidade de Caxias do Sul, proclamada a capital da uva e do vinho no Brasil. E também da região da Serra Gaúcha.

Mais um bom site duma casa vinícola, onde destacaria as fotos do excelente Salão das Bandeiras, espaço belíssimo dedicado a eventos de larga escala, para cerca de 250 comensais. A variedade de vinho aqui mostrada é a Anticuário Antigas Reservas Safra 2007, com a garrafa, por sinal, a fazer lembrar o nosso mundialmente conhecido Mateus Rosé.

Por fim, a autenticidade, a genuina ruralidade da casa Boscato, vinhos finos, de Nova Pádua. A mais ligada à terra. A menos sofisticada. Mas não menos apelativa. No site destaco as fotos da adega, dos vinhedos e das paisagens locais ao nascer e pôr do sol. Desse Sol de que a uva depende tanto para a sua qualidade. A variedade de vinho aqui ilustrada é a Boscato Reserva Merlot 2005.

Julgo estar aqui feito um panorama razoável do que o Brasil tem a dar ao mundo do vinho. E que é pena que nós em Portugal não possamos disfrutar ainda de nada da produção destas casas, à excepção dos vimhos da Dão Sul.

E a ideia peregrina do dia é: e que tal haver quem se chegue à frente e comece a importar estes vinhos do Brasil? É capaz de haver aqui um nicho de mercado por explorar, não?

Para finalizar, como contraponto com o que do velho mundo nós, portugueses, podemos representar, ao lado deste novo mundo do Brasil aqui explanado, e também para exemplificar que ambos estes mundos têm a sua beleza própria e complementam-se, aqui fica o link para aceder á galeria de fotos da Quinta da Bacalhôa, em Vila Nogueira de Azeitão, península de Setúbal, Portugal.

E relembro o que a mim me ensinaram: a vida é demasiado curta para beber mau vinho.