Ah, e ainda um velho submarino alemão, também.
A pedido de alguém que queria ser surpreendida, vinda da cidade de Albuquerque, no estado de New Mexico, USA, e uma habitué já das nossas várias regiões de turismo em Portugal.
Ah, e ainda um velho submarino alemão, também.
A pedido de alguém que queria ser surpreendida, vinda da cidade de Albuquerque, no estado de New Mexico, USA, e uma habitué já das nossas várias regiões de turismo em Portugal.
Os finlandeses ganharam finalmente a medalha de ouro olímpica na competição de hockey no gelo em equipas masculinas. E isto tem um grande significado para este país que eu aprendi a admirar.
Eles já tinham ganho o “seu” campeonato quando ganharam à Suécia, os seus eternos rivais de estimação, conseguindo uma reviravolta depois de estarem a perder por três a zero!…
Mas acreditaram que iriam mais longe do que só vencer os suecos. E aí está. Campeões olímpicos. Onnea, Suomi!… Uma vez mais.
Os finlandeses são assim. Muito fechados em si mesmos. Não crendo que o mundo inteiro queira saber deles.
Mas podemos ler o que a Federação Internacional de Hockey no Gelo, IIHF, escreveu para os felicitar, em inglês, clicando aqui.
E ainda mais un texto interessante e divertido que descobri na net: “100 Reasons Finland Is The Most Kick-Ass Country In The World”. Que eu penso muito a propósito.
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* Que é uma das minhas lovemarks, como poderão bem constatar na coluna da direita deste blog. E já agora, o vocábulo "Leijonat" quer dizer simplesmente "Leão".
Esta promoção é limitada ao stock existente e também exclusiva a uma clientela seleccionada.
Aguardem-me, meus leitores, por mais detalhes. Que agora não tenho vagar. Ou então, proactivamente, contactem-me.
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Nota: E se não souberem como me contactar é porque provavelmente estão a ler este blog num smartphone e num browser com vista simplificada. Se lerem este blog num computador ou num tablet já conseguirão ver claramente uma coluna direita, onde estão as mais diversas formas de entrar em contacto comigo.
Vamos aos factos. O Guilin Lebei Homestay Hotel é um encantador conjunto de 13 bungalows casas-na-árvore, de tipologia duplex, aos quais se acede por uma rede de plataformas aéreas, um pouco à laia daqueles famosos resorts das paradisíacas ilhas no Oceano Índico, como as Maldivas.
É assim que deveríamos passar a fazer férias em família, após ou mesmo ainda na vigência desta maldita pandemia, que tem mais é que nos mudar os hábitos.
É preciso ser mais esperto. É mister dizer não ao turismo de massas. Procuremos antes a tranquilidade de um certo isolamento e a descoberta de novos ambientes bucólicos.
E vivamos aqueles sonhos de infância, em que tanto adorávamos nos refugiar numa casa na árvore.
Assim sou eu também, quando acompanho viajantes no meu país.
Como guia turístico o que mais adoro é fazer tours privados. Onde não há um itinerário previamente delineado e que há que cumprir com rigidez. Onde quem viaja comigo deixa lugar a uma certa improvisação da minha parte, permitindo que lhes revele aquilo que mais ninguém lhes mostrará.
Portugal é um país rico em pontos de interesse turístico, apesar da sua pequena dimensão. E ainda tem tantos lugares que permanecem pouco conhecidos e divulgados a quem nos visita.
Passando pelos Palácios Nacionais de Mafra e de Queluz; diversos castelos como os de Marvão, Monsaraz, Ourém, Porto de Mós, etc.; a Fábrica da Pólvora, em Barcarena, Oeiras; o Cromeleque dos Almendres, em Guadalupe, Évora; a Mata Nacional do Bussaco e o seu Palace Hotel, o Portugal dos Pequeninos, em Coimbra; o Parque e o Hotel Vidago Palace, em Pedras Salgadas, Chaves; o farol do Cabo da Roca, em Sintra; o Buddha Eden, no Bombarral…
Tudo lugares que habitualmente não mostramos aos turistas que nos honram com a sua presença neste jardim à beira-mar plantado. Mas eu sim. Com desrespeito pelos itinerários pré-definidos de tours regulares. Que apenas dão uma algo limitada - diria até pobre - imagem do que Portugal é.
É que desculpem lá, mas... Eu devo ser mesmo o melhor guia turístico que existe à face da Terra. Aqui e em qualquer lugar o poderei ser. Porque eu creio ter o dom de saber "ler" nas pessoas o que mais as pode encantar.
Todo o bom viajante de excelência, por assim sê-lo, só pode escolher a mim como seu guia.
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* É incompreensível como este palácio não faz parte dos roteiros dos city tours de Lisboa…
Eu tenho a fortuna de imergir com frequência em outras culturas. No convívio diário com viajantes de todas as partes do mundo. E ainda me pagam por isso.
I love my job.
Ainda só ontem retomei as hostilidades, depois de ter a minha actividade parada como um avião da TAP. Desde Março de 2020 que não tinha um tour previsto que não fosse cancelado, às vezes mesmo à altura da hora.
E neste tour da Arrábida até fiz algo de inédito para mim. A visita ao Palácio da Bacalhôa, onde colhi alguns conhecimentos preciosos sobre esta residência actual de Joe Berardo e a história desta quinta singular. E sobre a origem do termo anglo-saxónico "tea" - chá, em português - que parece que é afinal um acrónimo.
Seu Emerson, dona Carolina, vocês também foram fantásticos como responsáveis por este meu renovado baptismo de vôo. Bigadim, vice?... Vocês vão permanecer nas minhas memórias.
O verão já não é o que era. Nem foi capaz de produzir grandes incêndios florestais, como noutros anos passados e recentes.
Mas não deixou de haver outras catástrofes naturais ou, directa ou indirectamente, causadas pelo homem. Um pouco por todo o lado, com algumas excepções, como a deste pequeno jardim à beira-mar plantado do bom velho Luís Vaz.
Volto a ter aquele infeliz feeling de “no pasa nada”, tal como tive antes do 11 de Setembro de 2001. Que as coisas estão todas muito chuchas e paradas para o meu gosto. Que em breve e fatalmente shit is gonna to hit the fan.
Nada bom…
E daqui a uns poucos de dias tenho mais um niver… Sessenta e um outonos… Porra!!!…
Ainda não está na altura de eu fazer um balanço pessoal desta minha corrente existência. Isso deve ser guardado lá mais para o final, que eu me creio ainda com uma razoável tesão de viver.
Mas já posso afirmar - isto apesar deste desânimo induzido por ultimamente a vida estar um pouco em banho-maria - que carrego um rico acervo de memórias. E algumas das melhores foram vividas neste mês de Outubro. E lá longe.
Livros são para mim objectos pelos quais já tive uma grande obsessão pela sua aquisição. Um verdadeiro vício. Uma verdadeira adição.
Mas hoje em dia não mais. Tenho que pôr um fim a isto.
Tenho mais livros adquiridos do que a propensão que me levará a pegar neles e os ler um dia. Fui acumulando livros a torto e a direito, com o pensamento que um dia teria tempo para os devorar. Mas já se sabe como estas coisas terminam.
Não valerá também a pena deixar a minha biblioteca como herança à minha descendência. Portanto…
Mas não me vou desfazer dos meus livros bem estimados por tuta e meia. Não. Assim sendo, conservo-os comigo.
Estamos em 2021 e quase nada mudou no mundo desde o último mês de Agosto. Nada a não ser termos vacinas hoje em dia. Vacinas que eu nem sequer ainda tomei. Mas lá me vou render a essa fatalidade. Na próxima quinta-feira.
Entretanto, vou tentar distrair o povão que eventualmente persista em ler os meus dislates. Com uma singular “ilustração do fogão sacrificial do vento da maré nacional festiva do décimo segundo ano novo lunar”. Algo que achei suficientemente fixe para publicar aqui. Uma pequenina "chinoiserie" para embelezar o nosso querido estaminé.
I also dislike selfies made by anybody, generally speaking. Because people look too dumb on them, I say.
So, I wonder… People delete some of their selfies because probably they think they don’t look dumb enough on them. And if on those deleted selfies real personalities reveal themselves… The human race is not so dumb, after all. There’s a great sign of hope here!…
Seriously. When I see a pretty girl posting on her social media sites just her selfies and nothing else, I feel that’s so, so sad… All those pretty girls should have a friend to save her ephemeral beauty for posterity.
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I started to quit losing time on some social media sites, a few years ago from now. This may be the reason for also having lost, apparently, almost all the readers of my three magnificent blogs.
I believe blogs are no more so much "fashionable" as they were some ten years ago or more. But I won't quit writing!...
Estou a frequentar uma acção de formação que se tem vindo a tornar mais um ATL* para adultos. Mas não me resta outra alternativa senão ficar, pois preciso da bolsa de formação.
Que para mal dos meus pecados sociais e financeiros ainda por cima é paga de forma irregular, quando calha.
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* Para quem o desconhece, esta sigla, ATL stands for “actividades de tempos livres”, o que basicamente são aqueles sítios para onde se arrecadam os putos quando acabaram a escola e onde estes ficam a esperar os paizinhos os irem buscar quando estes últimos acabam o seu horário de expediente, ou seja, saem do emprego.
Muitos anos mais tarde, no século XIV, Francesco Petrarca, poeta florentino, repetia este lema, “Navegar é preciso, viver não é preciso.”. Que muita gente atribui a Fernando Pessoa. “Quero para mim o espírito desta frase”, escreveu este último.
Navegar é preciso?
Sim, no sentido que navegar é viajar. Fazia-se com bússolas e astrolábios, antigamente. Hoje, faz-se com recurso a outros meios ou ferramentas: satélites, GPS e até na World Wide Web, dum modo virtual, como hoje se impõe...
Mas então perguntaremos também todos nós, viver afinal não é mesmo preciso?
Não, quando navegar é sonhar, ousar, planear, arriscar, empreender, realizar… Porque aí, navegar é viver!
Há exactamente um ano atrás refletia eu neste blog sobre o oposto, sobre essa premente necessidade de viajar… Num pensamento infectado pela pandemia que ainda hoje perdura. Para o relembrar, cliquemos aqui.
Viajar, segundo Flaubert, faz-nos ter consciência da nossa pequenez. E esta maldita pandemia fez-nos ver quão frágeis nós somos.
Entretanto, através da WWOOF Portugal foi gerada uma outra oportunidade para que eu fosse passar uma temporada longe do lar, doce lar, numa quinta pertencente a um cidadão britânico, situada entre Torres Novas e Tomar. Hélas, mais outra chance gorada. Razões de natureza familiar are holding me back. E sobre isto nada mais direi, por enquanto.
Englobei neste novo projecto as duas ideias próprias mais peregrinas que neste blog alguma vez já expus: SportAnima e Vinum et Caseus. E apimentei com mais algumas, que talvez a seu tempo também venham a ser desenvolvidas em detalhe aqui neste meu plateau digital.
A imagem que está no topo deste post tem a ver com uma dessas novas lucubrações minhas… Um dia hei-de palrar mais sobre. Por enquanto, ficam aqui estas sementes, à laia de teaser**.
Para já, tenho a confessar que começo a curtir uma beka criar algo usando essa horripilenta aplicação informática da empresa do Bill Gates, o Microsoft PowerPoint. Uma coisa que eu sempre desprezei olimpicamente. Quem diria… eu, um Mac fanatic indefectível…
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* Trabalho este que uma vez mais não foi tão valorizado quanto eu aspiraria. No wonder, é só mais outra ideia peregrina… I still remain in need to be found and appreciated for exactly who I am.
** Sendo um teaser, pode ser que aguce curiosidades e me faça conquistar novos leitores para este meu vão exercício de "bloggar". E sobretudo daqueles que botam faladura em forma de comentários. Que já ha muito que não vejo tal coisa...
“Em Bragança há liberdade para recomeçar”. É este o mote da campanha que o município tem em marcha para atrair trabalhadores remotos para viverem no concelho durante um mês. Como atractivos, o projecto oferece casa paga, um cabaz de produtos regionais e vouchers para experiências.
(…)
“Através deste projeto pretende-se divulgar a qualidade de vida que Bragança tem para oferecer a quem optar por viver e trabalhar a partir daqui, sublinhar que é possível estar ligado com o mundo laboral e, ao mesmo tempo, usufruir de um território convidativo para fazer uma pausa e/ou desligar do ritmo frenético do dia-a-dia”, explica o presidente da Câmara de Bragança, Hernâni Dias, em declarações divulgadas pelo Jornal de Negócios.
“A iniciativa pretende dar a conhecer todo o potencial deste território e, através da partilha da experiência, que se espera positiva, inspirar quem tiver possibilidade de manter o trabalho remoto mesmo depois da pandemia, a viver em Bragança“, acrescenta o autarca.
O projecto integra o Programa de Cooperação URBACT - Find Your Greatness que é financiado pela União Europeia.
E agora acrescento eu...
Venham mais projectos como este, das mais variadas câmaras municipais do interior deste território rectangular, e até da Madeira e dos Açores. Até mesmo da remotíssima ilha do Corvo*!…
Que o tal do URBACT venha a debutar com urgência a “surrealizar por aí”, como cantavam os Ban!…
Eu já me inscrevi. E se aqui o menino não for seleccionado pela cidade de Bragança, que hajam outras forças locais que se interessem pelos meus skills de blogger ou outros que detenho também. Que eu possa pôr ao serviço da pequena comunidade que me queira adoptar.
Como já disse lá atrás, é mister que mais e mais edilidades copiem esta mui brilhante e brigantina iniciativa!... Afinal, as vastas áreas metropolitanas da grande Lisboa e do grande Porto são excedentárias de talentos que se atropelam uns aos outros. E tal não os deixa brilhar tanto quanto poderiam noutros contextos demográficos.
Tanto que esses talentos desperdiçados nas duas maiores cidades lusas poderiam fazer para alavancar** economias e comunidades locais em territórios menos densamente povoados mas com tanto potencial de crescimento…
Que ao menos esta maledetta pandemia tenha este efeito positivo de agitar as águas.
Que ao menos esta sacanagem deste Coronavírus seja o trigger para finalmente, ao cabo de séculos e séculos, se desenvolver o interior deste país, a par com o litoral, e que surja uma real coesão nacional.
Que melhor uso do que este poderemos dar à tão badalada bazooka europeia, digam-me vós, ó meus leitores…
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* Sobre a qual eu já divulguei um filme/documentário noutro dos meus blogs, texto que pode ser lido clicando aqui.
** Odeio esta buzzword, e é por isso que a usei aqui. Para aqueles que falam economês me ouçam.
Vou ter que criar uma nova religião, a ver se aparece alguém que me venha a querer endeusar… Ou que sejamos ambos endeusados quando num só nos fundirmos num abraço inadiável. E para cúmulo, que fujamos para Mikonos, Bali ou as Maldivas. Para um eterno retiro espiritual só nosso.
Eu nunca fui muito de ir atrás da carneirada. Mas começo a sentir a falta de aderir a estes eventos do calendário em que todos somos compelidos a fazer alguma coisa. Nem que seja pelo instinto primário - ou primata - de imitação símia.
Vai dar uma trabalheira dos demónios pôr a escrita em dia no que à desbunda concerne, quando esta pandemia acabar. Se acabar…
Ser guia turístico/motorista de turismo não está a dar. É uma actividade profissional muito pouco requisitada nestes tempos de pandemia. E bem, poder-se-ia afirmar que ser recepcionista de hotel também não o é…
A menos que sejamos um recepcionista numa pequena unidade hoteleira de turismo rural ou num small boutique hotel num lugar tranquilo, fora da confusão da cidade grande. Porque serão estas tipologias de hotéis aquelas que ainda terão alguma procura por parte dos hóspedes necessários à sua sustentabilidade. E que ainda rareiam por todo o lado excepto nestes hotéis.
Para já, este novo desafio está a ser divertido. E é também uma providencial bóia de salvação. Dum ponto de vista financeiro, porque me possibilita receber uma bolsa de formação. E por outro lado, permite-me não estar parado ou inactivo durante o confinamento vigente e os que se venham a avizinhar.
Isto porque se trata dum curso online. Ministrado através duma plataforma que é o Microsoft Teams. O que me faz estar como que em teletrabalho. No conforto do lar. O que neste inverno mais frio que o costume até veio bem a calhar!…
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* Olha, até rimou...
O seu actual feliz proprietário, de sua graça Karl Graf von und zu Eltz-Kempenich, aka Faust von Stromberg, aka Conde de Eltz, não habita lá, neste lugar de conto de fadas. Opta antes pela cidade grande. Frankfurt am Main, a um pouco mais de 140 km dali. Estranhamente...
O senhor lá saberá… Mas eu pessoalmente acho que preferiria morar intramuros daquele castelinho.
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SportAnima . This is the name I have chosen for a business idea in the field of tourism activities, aimed particularly to the practice o...
O autor deste blog
relembra aos seus leitores que
uma das revoluções mais hippie*
que alguma vez houve
neste mundo dos humanos
está a celebrar 51 anos.
A outra é a "Singing Revolution"
que determinou que a Estónia
fosse novamente na sua história
um país independente
de pleno direito.
_______________________* E ainda por cima foi feita
por gentes das armas,
o que a torna
mais única ainda
na História Universal,
tão recheada
de conflitos sangrentos.