quinta-feira, 12 de maio de 2016
• A Hologram for the King - o filme
Assisti ontem a este filme, com o título original “A Hologram for the King”. Estive quase a me desinteressar de o ir ver, um pouco por causa do título* que a distribuidora deste filme resolveu dar-lhe para o mercado português… E por pensar que era apenas aquilo a que eu chamo de mais um filme “americanalhado”.
Não é. Deve ser até um filme “meio-independente”. Feito por uma produtora pequerrucha**, a Playtone, do próprio Tom Hanks, o actor principal, um dos que está no meu personal top com um ranking dos mais elevados de todos.
Curioso que foi o último filme de uma trilogia de idas ao nimas que fiz, assim de rajada, um dia após o outro. Depois de muitos meses seguidos sem ter podido ter esse passatempo.
O primeiro filme desta trilogia - criteriosamente seleccionada, devido a esse meu longo afastamento das salas de cinema - foi o “Time Out of Mind” - no nosso mercado luso escolheram põr-lhe o título “Viver à Margem” -, com o Richard Gere a interpretar um sem-abrigo nessa grande metrópole norte-americana, New York. Sobre o qual um outro dia discorrerei no meu blog Cidadania Rasca.
O segundo e do meio foi o “Kishibe no Tabi”, do realizador japonês Kiyoshi Kurosawa. “Rumo à Outra Margem” foi como entenderam - e neste caso bem qb - intitulá-lo cá neste burgo, à semelhança do título escolhido em França, “Vers l’Autre Rive”; ou o título da versão internacional em inglês, “Journey to the Shore”. Filme este que será assunto de um outro post no meu blog Giuseppe Pietrini a presidente. Um blog tornado privado, desde o início deste corrente ano.
Voltando à vaca fria, ao nosso “A Hologram for the King”, tenho a dizer que me revi neste filme. Como nos outros dois também um pouco, de resto. E por isso me quedo contente por tê-los escolhido a todos os três tão benzinho.
Tom Hanks faz o papel de um yankee pai divorciado, quase no final de uma carreira profissional que não foi apenas de sucessos, para dizer o mínimo. A quem é oferecida mais uma oportunidade de alcançar esse tal bendito ou maldito sucesso, num negócio a firmar-se entre uma multinacional norte-americana da área das tecnologias de informação e o Reino da Arábia Saudita.
“Isto são vendas. Fazemos planeamentos e previsões e depois vamos para o terreno e tudo é diferente. Mas a venda faz-se na mesma.” - diz sabiamente Alan Clay, a personagem que Tom Hanks interpreta.
Desta vez, no entanto, não. O negócio não se concretiza. O contrato vai para os chineses e não para os americanos. Metáfora dos tempos da actual economia global. Espelho do actual estado de espírito dos USA face à ameaça de perda de domínio para o perigo amarelo.
Em redor disto, um acervo de costumeiros choques culturais bem explorado neste filme. Divertido sem ser demasiado evidente.
Uma delícia rever Sarita Choudhury, largos anos após ter feito o filme “Kama Sutra”. E o sublime Yousef - motorista, guia, herói - papel mesmo a matar desempenhado por Alexander Black, também faz valer bem a pena os aérios que se vão na compra do bilhete.
E o melhor é que no fim Alan Clay soube dar ou teve a fortuna de dar a volta por cima. Na sua carreira de homem de negócios e na vida sentimental. Um happy ending bem conseguido e mesmo feliz. Daqueles que nos fazem voltar a ir ao cinema outra vez.
Daqueles que nos dão esperanças renovadas num futuro risonho para cada um de nós.
Mas que também nos devem fazer pensar no que andamos todos cá a fazer neste mundo. E se vale a pena tanta correria, no fim de contas. Se não será melhor aquela minha atitude - que se me entranhou ao longo destes últimos anos - do “keep it simple”.
Bom, mas isto sou eu, que me posso dar a esse luxo de não me deixar chatear muito com o dia-a-dia.
Entrei na sala de cinema com o dia a apresentar-se chuvoso e cinzentão. Saí com um belo fim de tarde solarengo no aprazível Parque das Nações, essa moderna Ulisseia.
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* “Negócio das Arábias”. Foi desta forma saloia que melhor julgaram dar nome a este filme aqui na Tugalândia. Ok, compreendo, “Um Holograma para o Rei” era capaz de ser menos apelativo para os boçais locais…
** Vide o website desta produtora, clicando aqui. Uma coisinha tão mixuruca!… Já não se faziam páginas web assim deste o tempo do NCSA Mosaic.
terça-feira, 26 de abril de 2016
• RentAFriend.com
Mais uma nova aventura profissional nesta minha existência ímpar: desde meados do passado mês de Março que me estreei a fazer tours. Os mesmos tours que todas as agências que se movimentam neste mercado do Turismo de Lisboa fazem: Sintra/Cascais, Fátima, Templários, Évora, Arrábida e o Lisbon city tour.
O facto de toda a gente oferecer os mesmíssimos produtos dá-me forçosamente vontade de coçar a cachimónia… Porque estou sempre a tentar ver se existe alguma notável margem de progressão em qualquer serviço que se preste. E aqui há, sem dúvida.
O turista cliente deste tipo de tours que eu faço vai começar a pedir mais e melhor, de futuro. Eu cá pediria! E a pagar por ter um serviço nos moldes com que eu o tenho de prestar, eu não me importaria de pagar um pouco mais e ter sempre aquilo a que se vulgarmente se chama de private tours. No mínimo!…
Eu já tinha criado desde antes desta minha recentíssima actividade profissional um perfil no portal RentAFriend.com. Oxalá este me venha a proporcionar fazer mais alguns - ou melhor dito, sobretudo - desses tais private tours.
Ou este portal ou algumas das outras agências que oferecem tours ao turista/visitante de Lisboa. Espécimen que não pára de crescer em número, ultimamente. Tanto que dá a ilusão que este mercado ainda não está saturado de tantos agentes que nele actuam. Mas deve estar a ficar em breve. Definitively.
Espero só que outros mercados ainda não tenham atingido o mesmo estado de saturação. Digo, no turismo de outros destinos city breaks. Como o da minha querida Tallinn, capital da Estónia e antiga cidade hanseática, exemplarmente preservada no seu casco viejo.
E onde existe uma curiosa agência, a EstAdventures, fundada não por um local mas por um cidadão australiano.
segunda-feira, 28 de março de 2016
• A ideia mais peregrina
Ser feliz. Eis aquela que é a ideia mais peregrina de todas.
A mim lá me vão acontecendo milagres de quando em vez. Foi o caso do que me sucedeu no início do passado outono. Mas infelizmente eu não estava preparado…
Agora, após um longo inverno do meu descontentamento e desilusão, um novo milagre desceu sobre mim. Ainda não é “aquele” grande milagre. Mas já é de dimensão suficiente q.b..
Dá é muito trabalho!… Dá e espero que continue a dar. Mas foi justamente aquilo que eu pedi aos anjos. The so called "energy of money”, tal como ela, a minha "imetegija haldjas"*, um belo dia falou.
Quem inventou o celebérrimo ditado que proclama que o dinheiro não traz felicidade referia-se com toda a certeza quando o pilim é em larga escala. E a sua abundância cai do céu sem se derramar qualquer suor.
Sorte diversa já é quando não se tem nem umas moeditas para tomar um café e de repente se consegue converter o tempo que se tem de sobra em alguns valentes dobrões, assim de chofre. Nem imaginais a felicidade que daí pode decorrer, meus leitores!…
Tenho sido de facto um protegido dos anjos, graças aos seus patrões, os deuses todos. Em toda a minha vida. E em breve creio que estarei pronto. Para ser feliz, mais uma vez. Oxalá não seja tarde demais.
* Fada milagreira, em estoniano.
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* Fada milagreira, em estoniano.
sábado, 27 de fevereiro de 2016
• Tem de haver outra saída…
"A 'why' is a dangerous thing... It challenges old,
comfortable ways, forces people to think about that they do
nstead of just mindlessly doing it. (Haplo)...
I think the danger is not so much in asking the 'why' as in
believing you have come up with the only answer. (Alfred)"
- Margaret Weis
É só uma cenoura. Ao fim do dia, se chegares onde eles querem que tu chegues, talvez eles a dêem a ti. Amanhã, se eles precisarem de ti de novo ou se foste até bem longe hoje, hão-de colocar outra cenoura à frente dos teus olhos.
Talvez devesses, no entanto, parar para pensar um pouco…
Porque raio queres afinal a cenoura? Vale assim tanto a pena? Andares atrás dessa cenoura não será que te distrai de outros objectivos que também, sobretudo ou ao invés deverias antes perseguir? É mesmo isto que queres para ti?
Vem esta minha filosofia de vão de escada que me assalta neste momento o meu pensamento a propósito disto...
Quando a vida me apresenta aquelas modernas formas de ganhar dinheiro - o dinheiro que é inevitavelmente necessário para sustentar essa mesma vida - que andam desgraçadamente tão em voga hoje em dia, regra geral eu penso que…
Tem forçosamente de haver outras formas melhores de se ganhar a vida. Tem mesmo de haver!… Senão, estamos todos perdidos.
Bom, isto pode ser um problema só meu... Mas há certas cenouras que comigo não funcionam. Não me fazem mover. Não os músculos mas os neurónios sim. Isto fazendo fé que estes últimos ainda se vão estrebuchando de quando em vez, claro...
E no entanto são tão atraentes para tantos outros seres humanos. Até para aqueles cuja inteligência prezo. Que vão sendo cada vez mais raros. Lá está, é um problema exclusivamente cá do rapaz, sem dúvida... Passe o sarcasmo. ;-)
Bom, isto pode ser um problema só meu... Mas há certas cenouras que comigo não funcionam. Não me fazem mover. Não os músculos mas os neurónios sim. Isto fazendo fé que estes últimos ainda se vão estrebuchando de quando em vez, claro...
E no entanto são tão atraentes para tantos outros seres humanos. Até para aqueles cuja inteligência prezo. Que vão sendo cada vez mais raros. Lá está, é um problema exclusivamente cá do rapaz, sem dúvida... Passe o sarcasmo. ;-)
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016
• Atrofiando por aí...
Pois é!… Assim sigo nesta vidinha, atrofiando por aí. A maior parte do tempo sem ocupação válida que permita que esta existência terrena possa se tornar sustentável. E com cada vez mais entraves a essa sustentabilidade.
Mas nos entretanto, enquanto posso e me vão dando algumas oportunidades, lá vou fazendo uma perninha na ficção.
E este semana que finda aumentei uma contabilidade que andava muito estática. A das séries e telenovelas nacionais em que participei ao menos uma vez. Da dezena para uma dúzia.
Até à semana passada tinha feito só repetecos de quatro telenovelas já muito batidas por mim. A saber:
- “Poderosas”, da SIC, onde vesti o fato-macaco, literalmente, fingindo duplamente ser um pintor de reparações caseiras;
- “Coração d’Ouro”, da SIC, onde uma vez mais adentrei num décor luxuoso no Palácio do Correio-Mor em Loures;
- “Santa Bárbara”, da TVI, como cliente do hotel "5 estrelas" daquela bacoca paróquia;
- “A Ùnica Mulher”, da TVI, na reunião em que se concretiza a venda da construtora Venâncio, SGPS de novo ao seu antigo dono, o careca do Sacramento. Onde fiz questão de usar aquilo a que eu chamo da minha gravata "da provocação".
E para qualquer uma destas quatro telenovelas deve ter sido a última vez que nestas contracenei. A ver vamos.
Agora quanto ao presente, na passada segunda-feira, no AlfraPark, um complexo de escritórios em Alfragide, nessa suburbana Amadora, gravei para uma série de comédia política, de seu título “Os Boys”. Produzida pela Take It Easy para a RTP. A começar a ser transmitida não antes de Março ou Abril, provavelmente. Onde participo de uma molhada de jornalistas, estando eu "armado" com uma câmera fotográfica de rolo, uma relíquia!... Uma das poucas ocasiões ultimamente em que não me apresento engravatado…
Bem, mas dois dias depois, lá trajei com o meu costumeiro fatinho de boda domingueira e a gravata de novo! Nos estúdios da Plural, na Quinta dos Melos, em Bucelas, Loures, gravei como cliente do restaurante de luxo Lisbon Shine. Que é assim como que a fingir que é no Espelho d’Água, em Belém. Para a novel telenovela da TVI, “A Impostora”.
Que se diz por aí que se calhar vai ser a primeira em Portugal a ser exibida na pantalla com todos os seus episódios já gravados, lá mais para Setembro.
Isto tudo assim contado pode parecer muito mas não é, de facto. E ainda não me dá qualquer fama e menos ainda proveito. E nem sei se alguma vez ao menos alguma coisita me renderá todas as horas destes dias que fui nisto gastando.
Espero bem que sim, que se dê um milagre um dia destes. Paciência oriental nessa espera não me vai ainda faltando. Mas cá o rapaz está mesmo a atrofiar… Só que… Há que cumprir com o karma que cada um de nós faz por merecer.
Escrevo estas linhas numa pachorrenta tarde chuvosa de sexta-feira. Dizem as raríssimas almas que os meus blogs já leram em tempos que nos meus textos se revelam competências de algum valor. Que luz em mim algum talento. Mas tudo isso é muito invisível para o mundo. Ainda...
Já pergunto muitas vezes aos meus botões... No fim de contas que raio de competências e talento terei, afinal?… Às tantas só ando a iludir-me e nada de nada terei. E por isso atrofio.
Mas por outro lado, trabalhar esporadicamente na ficção televisiva aporta-me tempo livre que me sobra em barda. E que me permite que observe a raça humana ao meu redor.
E verdadeiramente atrofiado constato que anda por aí muito boa alma que não tem a boa ventura de usufruir da liberdade que a mim, a bem ou a mal, me vai assistindo. Porque não estou absorto em nenhuma importante missão nem em nenhum emprego degenerativo do espírito. Estou só ocupado com sobreviver, minimalisticamente.
sábado, 16 de janeiro de 2016
• I love airports
…and major train stations. And expresso buses terminals. And big ship harbours. And so on.
Unfortunately, I don’t have the enough money to even start all those trips around this whole world that I dream about.
And I have to rebuild my life from scratch. Financially, I’m broke. Like so many genius are at some point of their lives.
So, this post is kind of
“my message in a bottle”.
So, this post is kind of
“my message in a bottle”.
I should put my best skills to work for me one day!… But what can I do, I ask myself several times…
Basically,I see myself as an ideas bank - some of them are already described in this blog, others are still in the drawers of my mind - and a bit visionairy. That’s what I honestly think. And I'm not afraid of any judgements anyone can make of my words.
What I have to “sell” - or better said, what I only know how to sell - it’s just this little me. Me, my time, my workforce and my ideas. Which are genuine. Brand new fresh ones. Not from anyone else's minds.
Ideas not yet tested. Not yet thought. Ideas that could rise to a mind like Steve Jobs had.
Ideas that this world is greatly in need. Disruptive ideas.
Among all my ideas exposed in this blog, there's two main new business concepts, which are:
Ideas not yet tested. Not yet thought. Ideas that could rise to a mind like Steve Jobs had.
Ideas that this world is greatly in need. Disruptive ideas.
Among all my ideas exposed in this blog, there's two main new business concepts, which are:
I have a challenge to put to all you people who might be reading this...
Send me an airline ticket and I'll be with you tomorrow.
I’d love to present you my ideas. And conceive others while listening to yours, as well. And we would give birth to new big ideas together.
Let's talk and think together if we can do something, both of us. What we can do. Where we can go and how we can do it.
I will go anywhere! If there will exist dreamers like me over there on those parts.
Japan or Korea would be nice... I wish to experience living in a society like the one in the land of the rising sun or in the country of the calm morning.
Or some nordic countries, like Finland, Sweden or Denmark. I admire their way of life. Or perhaps mostly, an energetic fresh blooded and dynamic brand new democracy, Estonia. Or the other Baltic countries.
Or the Czech Republic. Or Switzerland. Or Canada, in the new world. Mostly in its province of Quebec. Which can one day be independent.
Of course too, in places where people dream really big. And money flows more than anywhere else. Like the so obvious United Arab Emirates, Qatar and Bahrain...
But also Oman, Kazakhstan (Astana, said to be the world's weirdest capital city) and Turkmenistan (yes, they have this ambition of building the Dubai of the Caspian Sea, at Avaza). And the always tempting empire of the middle, China...
Yes, these would be great places to go and relive. And this is not at all a closed list yet.
I’m 55 years old now. But I feel to be young. Thanks to an angel - not exactly a "business angel", although that is what she wants to be with me - that recently crossed my life. And to whom I will be eternally grateful for having showed me who I am.
As I said in the beginning, I have to rebuild my life from scratch. I will do it for my sake. And for hers, too. I owe her this.
I’d like to think I'm just starting now to spread my wings.
domingo, 3 de janeiro de 2016
• Places to go before I die - IV
Eis a minha mui solene resolução de Ano Novo: se eu quisesse - e ainda por cima pudesse - desaparecer sozinho por este mundo fora, era para estas paragens que eu fugia. Para as ditas aldeias históricas de Shirakawa-go ou Gokayama, nos míticos Alpes japoneses.
Isto ao invés de correr para me alistar na gaulesa Legião Estrangeira, como soem fazer os desiludidos da vida, comme moi même.
Isto ao invés de correr para me alistar na gaulesa Legião Estrangeira, como soem fazer os desiludidos da vida, comme moi même.
Tentaria compartilhar o modo de vida ancestral que os nativos nipónicos daquele recanto rural e distante das grandes urbes têm. O que não seria nada fácil… Eu muito recentemente comprovei na pele - e numa estadia num bonito país nórdico que podia bem vir a ser uma nova pátria de acolhimento per me - que não aguento lá muito bem como eu julgaria com uma perna às costas climas bué da frios.
Não sei como se suporta o rigoroso inverno nas casas típicas desta região, com um estilo de construção antigo chamado de “gasshō-zukuri”, apesar dos seus grossos telhados de colmo. Mas isso seria a descobrir in loco.
E se não desse para este latino sobreviver ali, trataria de zarpar sem grandes delongas para Okinawa, ainda no país do sol nascente. Ou mais para sul, para Bali.
É que, vejamos, aqui temos um dos locais do mundo onde cai mais neve. A coisa é mesmo à bruta! Devido à exposição natural destas montanhas aos ventos dominantes que sopram do lado da Sibéria e através do Mar do Japão.
Temos uma boa impressão da quantidade de neve que nestas paragens se acumula pelas célebres imagens que o gabinete oficial do turismo japonês, o JNTO, sempre divulga da famosa “Tateyama Kurobe alpine road”. Que quando aberta ao trânsito todos os anos só a partir do mês de Abril tem este aspecto mostrado na foto acima.
O que vale no meio de tanto frio é que esta zona das prefeituras de Gifu, Toyama e Ishikawa é também onde se encontram várias das belíssimas Onsen, ou para os que não sabem ainda, as estâncias de águas quentes termais japonesas.
Aqui é que seria uma grande pena desfrutar destas maravilhas sozinho... Seria até uma atracção turística a incluir numa eventual futura e idílica lua de mel. E quem eu queria a meu lado sei bem quem é!...E já que ela ama deslocar-se amiúde até à "sua" Lapónia, onde eu também amaria um dia ir... Isto não é de todo muito diferente.
Aqui é que seria uma grande pena desfrutar destas maravilhas sozinho... Seria até uma atracção turística a incluir numa eventual futura e idílica lua de mel. E quem eu queria a meu lado sei bem quem é!...E já que ela ama deslocar-se amiúde até à "sua" Lapónia, onde eu também amaria um dia ir... Isto não é de todo muito diferente.
Estas águas quentes termais estão muitas vezes associadas a uma espécie particular da fauna da região. Falo dos já muito conhecidos macacos japoneses que se deleitam nas pequenas lagoas de águas cálidas, em imagens sempre divulgadas em documentários sobre a vida animal. Mas temos por ali também uns bichos que amo muito: raposinhas. E não é exclusivamente por causa do Principezinho de Saint-Éxupéry!…
Rematando este post, aqui fica ainda uma imagem de um recanto da singela aldeia de Gokayama à noite, com as suas habitações iluminadas como num presépio de Natal. Um costumeiro postal do turismo nipónico, que me admiro como não tem muito mais visitantes nas suas estatísticas oficiais.
Por mim, o Japão, sobretudo no seu meio rural, deveria ser com toda a justiça divina o destino turístico número um mundial!..
terça-feira, 1 de dezembro de 2015
• Nu Skin
Note: Today this post is bilingual in English and Portuguese. The text in Portuguese is down below.
The fountain of eternal youth finally found? Let's have a look... I want to talk about one of the best kept secrets* in this world: Nu Skin.
Taken from its own corporate vision, Nu Skin Enterprises is a direct-selling company distributing premium quality products, comprising mainly two major brands or product lines.
The first of these brands, Nu Skin tout court, is mainly skin care and anti-aging products, having this last area its specific brand, ageLOC.
The other brand, Pharmanex is dedicated primarily to nutrition and food supplements for a better health.
Recognizing the great opportunity to create a comprehensive approach to anti-aging, in 1998 Pharmanex was acquired by Nu Skin. This process has teamed up, in my view, all the science that Nu Skin dominated in terms of skin treatment to another domain, our whole-body wellness and health within our skin.
In addition to its range of innovative and world-top products, being a direct-selling company, Nu Skin is also an attractive deal for those who want to earn good dividends investing their time in promoting and selling its products. Or it might be interesting also for those who want to be just consumers of Nu Skin products, using them for their own well-being.
In addition to its range of innovative and world-top products, being a direct-selling company, Nu Skin is also an attractive deal for those who want to earn good dividends investing their time in promoting and selling its products. Or it might be interesting also for those who want to be just consumers of Nu Skin products, using them for their own well-being.
I became Nu Skin distributor for two main reasons: first, because the one I love already was one and invited me to be so too**, second, by my great interest and curiosity in the alleged top global quality of its anti-aging ageLOC products.
With today's post I want to do my part and look into captivate my readers of this blog, my friends on social networks and in real life to this invitation I wish to address them to know what is Nu Skin through my knowledge about this global company.
I will be mainly a consumer of the Nu Skin products range. Others who feel concerned by this company will see Nu Skin as a mean to develop a better future for themselves with the investment of their time in this business, that can be quite rewarding for those with a more enterprising spirit.
I will highlight just these three products for now to arouse the interest of all about Nu Skin:
- The ageLOC® Edition Nu Skin Galvanic Spa System ™ II, which is a system for keeping your skin's youthful appearance, attacking the main sources of aging. To read info about this product, click here.
- The Pharmanex BioPhotonic Scanner, which is an advanced tool to measure the level of carotenoids in the skin tissue in an non-invasively method, helping us to judge about our own nutrition health. To read info about this product, click here.
- Epoch essential oils, which are a new product, in my opinion with a innovation potential in the field of aromatherapy. To read info about this product, click here.
For all other questions about Nu Skin and all its products and business opportunities, I am available to my readers via email by clicking here.
A fonte da eterna juventude finalmente descoberta? Vamos ver... Hoje quero falar sobre um dos segredos* mais bem guardados neste mundo: A Nu Skin.
Segundo a sua própria visão corporativa, a Nu Skin Enterprises é uma empresa de marketing directo de distribuição de produtos de qualidade premium, englobando sobretudo duas marcas principais ou linhas de produtos.
A primeira destas marcas, a Nu Skin tout court, distribui produtos de tratamento de pele e anti-envelhecimento, tendo esta última área a sua marca específica, a ageLOC.
A outra marca, a Pharmanex, é dedicada fundamentalmente ao ramo da nutrição e suplementos alimentares para uma saúde melhor.
Reconhecendo a oportunidade para criar uma abordagem abrangente relativamente ao anti-envelhecimento, em 1998 a Pharmanex foi comprada pela Nu Skin. Neste processo aliou-se, a meu ver, toda a ciência que a Nu Skin já dominava ao nível do tratamento da pele a outro domínio, o da saúde e bem-estar de todo o nosso corpo dentro dessa nossa pele.
Reconhecendo a oportunidade para criar uma abordagem abrangente relativamente ao anti-envelhecimento, em 1998 a Pharmanex foi comprada pela Nu Skin. Neste processo aliou-se, a meu ver, toda a ciência que a Nu Skin já dominava ao nível do tratamento da pele a outro domínio, o da saúde e bem-estar de todo o nosso corpo dentro dessa nossa pele.
Para além da sua gama de produtos inovadores e de topo mundial, sendo uma empresa de marketing directo, a Nu Skin é também um negócio atraente para todos aqueles que querem ganhar bons dividendos investindo o seu tempo na divulgação e venda dos seus produtos. Ou pode ser interessante também para aqueles que querem ser consumidores dos produtos Nu Skin, apenas usando-os para o seu bem-estar.
Eu tornei-me distribuidor Nu Skin por duas razões fundamentais: primeiro, porque aquela que eu amo já o era e me convidou a sê-lo também**; segundo, pelo meu interesse na alegada qualidade top mundial dos seus produtos anti-envelhecimento da ageLOC.
Com o post de hoje quero fazer a minha parte e procurar com este cativar os meus leitores deste blog, amigos nas redes sociais e na vida real para este convite que lhes quero endereçar para conhecer o que é a Nu Skin através do meu saber sobre esta empresa global.
Eu vou ser sobretudo um consumidor da gama de produtos Nu Skin. Outros que se sentirão interessados por esta empresa poderão ver na Nu Skin um excelente meio para desenvolverem um futuro melhor para si próprios, com o investimento do seu tempo neste negócio, que pode ser bastante recompensador, para quem tem um espírito mais empreendedor.
Três produtos apenas vou destacar agora para despertar o interesse de todos na Nu Skin.
- O ageLOC® Edition Nu Skin Galvanic Spa System™ II, que é um sistema que permite manter o aspecto jovem da pele, atacando as principais fontes de envelhecimento.. Para consultar info sobre este produto, clicar aqui.
- O Pharmanex BioPhotonic Scanner, que é um instrumento avançado para medir o nível de carotenóides nos tecidos da pele de forma não invasiva, ajudando-nos a avaliar a qualidade salutar da nossa nutrição. Para consultar info sobre este produto, clicar aqui.
- Os óleos essenciais Epoch, que são um produto, a meu ver, com um potencial de inovação no campo da aromaterapia. Para consultar info sobre este produto, clicar aqui.
Para todas as demais questões sobre a Nu Skin e todos os seus produtos e oportunidades de negócio, estou à disposição dos meus leitores através de contacto de email, clicando aqui.
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* I say secret because not known to the general public yet in a way as broadest as it would be perfect, in my personal view.
Digo segredo porque não conhecido do público em geral ainda de uma forma tão alargada quanto seria perfeito sê-lo, a meu ver.
** It seems to be a trend in Nu Shin to have both elements of a couple working together...
Parece ser uma tendência na Nu Skin de ter os dois elementos de um casal a trabalhar conjuntamente.
** It seems to be a trend in Nu Shin to have both elements of a couple working together...
Parece ser uma tendência na Nu Skin de ter os dois elementos de um casal a trabalhar conjuntamente.
domingo, 22 de novembro de 2015
• Realidade um pouco mais real
Até ao dia 9 deste mês estive a viver em Lahti, na Finlândia. Como disse aqui neste blog/diário o mês passado, o do meu aniversário.
Nesse glorioso dia aquela que eu amo - e que eu sinto pertencer a seu lado até ao fim dos meus dias - ofereceu-me de presente uma viagem num ferry boat, bem do grandioso, de Helsinki até Tallinn, a capital da sua belíssima mãe-pátria.
O que me levou a experimentar uma travessia que muita gente desta parte do mundo - falantes destas estranhas línguas fino-úgricas, como o finlandês e o estónio - faz amiúde. Assim a modos que quase com tanto povinho quanto as gentes que cruzam todos os dias o Mar da Palha, vindos da Margem Sul em direcção à minha Lisboa.
Tallinn é, de facto, um pequeno paraíso turístico, ainda um pouco no segredo dos deuses no que pode dizer respeito à fama que merece como destino turístico de projecção mundial. Amei esta antiga urbe hanseática, lindíssima como poderão comprovar com um rápido olhar ilustrado em fotos publicadas no meu facebook, a que se pode aceder clicando aqui.
Helsinki é também uma cidade capital notável, sobretudo na singular beleza de todo esse infindável arquipélago que é necessário ir atravessando para nos afastarmos do seu porto. Ou portos, porque vários. Cada porto com o seu destino. Como Stockholm ou Pietari. E, uma vez mais, o meu olhar sobre esta realidade geográfica pode ser consultado clicando aqui.
Já agora, a "minha" Lahti do coração também consta aqui.
Estes dias nesta região do mundo, cujo frio me fustigou mas não me venceu ainda, foram dos mais felizes que já experimentei na minha existência actual. E para lá tenho de voltar, assim a fortuna me ajude a cumprir tal façanha ilustre.
Por estas últimas duas luas, de regresso ao jardim à beira-mar plantado, tem-me sido proporcionado estar entretido com a ficção. Para esquecer uma realidade demasiado real. E feia.
Estive cinco dias úteis sempre solicitado para participar em filmagens das telenovelas da TVI e da SIC onde já tive numerosas aparições, inclusivé lembradas pela minha filhota enquanto longe daqui me encontrava…
Voltei a ser um membro do conselho de administração dessa grande construtora, a Venâncio SGPS, outrora Sacramento SA, em “A Única Mulher”, por dois dias seguidos. Antes tinha jogado snooker no Bar Rocha’s, em “Poderosas”. Papei no restaurante da Maria, em “Coração d’Ouro”, depois.
E finalmente estive englobado no seio da costumeira “turma do croquete” numa suposta festa de inauguração do hotel em “Santa Bárbara”. Que até que enfim tem divulgado um logo a sério, muito em cima da sua estreia na pantalha. Que se pode ver ao lado. Já não era sem tempo…
Excepto em “Poderosas”, fiz sempre papel de gajo cheio do dito, bem ataviado... Tudo na mais descarada palhaçada! Porque continuo um pobre diabo, cheio de dívidas e com vergonha até de reclamar o que já ganhei como cachets neste ano todo de 2015 que se vai esvaindo.
Sou, no entanto, um homem rico, sim. De vivências bem intensas. E daquilo que o dinheiro não pode pagar. Faria inveja ao mundo inteiro!... Se ao menos as gentes soubessem.
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