quarta-feira, 29 de julho de 2015
• Architect needed for a work of passion
I need an architect. For develop along with me a new project which is a work of passion. Someone to whom I can pass the very same passion I have about this idea of mine. To make this idea his own, even. Because he/she will have to work on that for free. To fill a little more his/her architecture portfolio. Perhaps with the work of his lifetime.
The idea I’m talking about is this one, that is roughly described in a previous post on this blog and can be read in english clicking here.
For starters, the core of what could turn out to be his whole new concept, a “gastronomic spa” - its most exclusive area, where people would relax during a whole day, taking massages from time to time, enjoying a beautiful sunshine day by a pool side or inside it, tasting delicacies such as the finest beverages and gourmet food - should be somehow like this example, in the photo below.
Alea jacta est. The challenge is launched.
And now, also and specifically for my fellow countrymen who could be interested on such a work of passion…
Eu preciso de um arquiteto. Para desenvolver junto comigo um novo projeto que é um trabalho de paixão. Alguém a quem eu possa passar a mesma paixão que tenho sobre esta minha ideia. Para tornar esta ideia como sua, mesmo a sério. Porque ele/a terá que trabalhar sobre isso a título gratuito. Para preencher um pouco mais o seu portfolio de arquitectura. Talvez com a obra da sua vida inteira.
A idéia de que eu falo é esta, que é sumariamente descrita num post anterior neste blog e que pode ser lido em português clicando aqui.
Para começar, o núcleo do que poderia vir a ser todo este novo conceito de um “spa gastronómico” - concretamente a sua zona mais exclusiva, onde as pessoas relaxariam ao longo de um dia inteiro, tomando massagens de vez em quando, apreciando um bonito dia solarengo ao lado duma piscina ou no seu interior, degustando iguarias como as melhores bebidas e comida gourmet - deverá ser de alguma forma como neste exemplo, na foto acima.
Alea jacta est. O desafio está lançado.
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Nota: Entre o conjunto dos arquitectos de nacionalidade portuguesa, gostaria especialmente de contar com o concurso de Dina Maria Néné Rosa, membro n.º 9472 da Ordem dos Arquitectos; bem como o de João Carlos Rito de Oliveira Afonso, membro n.º 2269 da mesma Ordem, que são dois bons amigos que fiz no meu passado.
terça-feira, 21 de julho de 2015
• SportAnima (international release)

- A tourist entertainment service, particularly aimed to offer sports activities on exclusive or top class hotel units.
- A in-store entertainment service, aimed to promote sports activities, with the goal of attracting more customers and enhance sporting goods sales.
- A supplier of experiences in new sports, other than the most popular ones like team sports, for school children, teenagers willing to find their best sport skills and public in general, of all ages.
- An entertainment service for élite sportsmen recreation times during pre-season, pre-competition or pre-match special training periods, allowing athletes to learn about and enjoy different sports from the ones they are professionally engaged.
- A think-tank and counseling service for the better and most enjoyable practice of sports on already existing or to be built sports facilities.
- A promoter of a larger use of sports facilities in small communities, enhancing these to a better tourist offer.
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* And the same goes to all other sports that are mentioned in this SportAnima’s concept presentation. For instance, one might find a bit funny some golf outfits, but nevertheless one would like to try to wear them at least once in one’s life, don’t we all?
** Archery is in some of the finest places around this world to have great relaxing vacations a major activity, in the overall tourist offer of some of the most exclusive hotels units. Like in the Banyan Tree Al Wadi hotel and resort, in the United Arab Emirates. Where one is invited to step into the shoes of an arabian archer.
quarta-feira, 1 de julho de 2015
• E vão nove!…
O cenário, um magnífico salão nobre no edifício do museu, a dar ares da grande Biblioteca da Universidade de Coimbra. Algo inusitado de descobrir dentro daquelas velhas paredes. Este ofício tem as suas vantagens. Entramos bastas vezes dentro de portas que nos estariam fechadas enquanto público.
Vamos ver no que vai dar esta nova telenovela. Parece tudo ainda muito em cima do joelho!… Não há por esta altura ainda um logotipo oficial. O que está acima é um screenshot do protótipo do genérico, que pode ser visto clicando aqui. Estas produções locais já deviam estar mais avançadas na sua promoção, digo eu…
sábado, 13 de junho de 2015
• Um desejo chamado eléctrico
Uma premiére na minha curta carreira de décor ambulante: nesta passada quinta-feira, a seguir ao dia de Portugal, participei como figurante no meu primeiro anúncio publicitário.
Anúncio esse que não vai ser exibido cá. É para uma marca de produtos alimentares paquistanesa, a Shan Foods, para a sua gama de especiarias, condimentos e arroz Masala. Um pequeno filme em que Lisboa é protagonista. Realizado por uma pequena equipa de técnicos e actores paquistaneses, apoiada pela Southwest Productions, uma produtora portuguesa.
A retirar desta experiência nova uma aventura singular. Que foi a oportunidade de viajar de amarelo da Carris durante várias horas duma tarde de quase véspera de festas dos santos populares.
Foi uma quinta-feira, como já disse, ainda não era sequer princípio de fim-de-semana. Mas foi logo a seguir a um feriado. Nesta semana passada, os lisboetas não pareciam marcar muito a sua presença nas ruas desta cidade. Mas os estrangeiros, sim.
O nosso eléctrico, carregadinho de técnicos tanto quanto de actores, partiu das garagens da Carris em Santo Amaro. Para fazer vários percursos até ao Largo da Graça e voltar. Uma vezes com câmeras no interior, outras no exterior do eléctrico. E neste último caso, devido á geografia urbana, com o eléctrico a passar a escassos centímetros de janelas ou varandas do casario do nosso casco viejo ou de automóveis estacionados à la tuga, existiram paragens forçadas de dez em dez metros, para não bater com a câmera neste obstáculos e recolhê-la para dentro do nosso bólide.
Ocasiões houve em que causámos grande perturbação ao normal fluir do trânsito da capital. Durante uma boa meia-hora, em hora de ponta, chegou-se mesmo a cortar a todos os outros veículos a travessia da Calçada de São Francisco, uma bonita subida em curva, muito cénica, desde a Baixa em direcção ao Chiado.
Em que andámos a brincar de filmar vários takes, que obrigaram o eléctrico a subir e a recuar uma meia-dúzia de vezes. E todos nós a sentirmo-nos os donos do pedaço. A pôr toda uma cidade parada, ao sabor dos nossos caprichos e a polícia ao nosso serviço e dispôr. Que nem estrelas de Hollywood*!…
E não foi apenas por este corte de rua á grande e à francesa que nos sentimos como stars du cinéma. Também ficámos com o ego todo inchado quando as hordas de turistas a pé pelos estreitos passeios se apercebiam que nós estávamos dentro do amarelo a sermos filmados e ficavam embasbacadas a tirar-nos fotos.
Embora o nosso emprestado transporte público rolasse com todos os lugares sentados ocupados e um ou dois de nós em pé, nada se comparava aos outros eléctricos que conosco se cruzavam ou nos seguiam atrás, cheínhos de camones que nem sardinha em lata!… E quando tínhamos de parar lado a lado, era ver as carinhas de inveja que punham em relação à nossa situação, que éramos como que nababos privilegiados.
Melhor do que nós só se sentiriam talvez aquela élite de visitantes forasteiros que se dividiam em pequenos grupos viajando em tuk-tuk’s. Porra, que há tantas destas pandeiretas hoje em dia em Lisboa!… Puta que os parou, aos tuk-tuk’s!!!… Praga do inferno, que imagino deve chatear tanto a molécula aos taxistas, bem assim como aos restantes cidadãos auto-mobilizados…
Enfim, apesar de pequenas peripécias foi todo um dia bem passado e a durar até ás tantas. E aonde até tivemos a ventura de almoçar numa manjedoura algo queirosiana, a sala de refeições do Hotel Borges Chiado, ali entre o café A Brasileira e a pastelaria Benard. Só que o catering foi providenciado por pessoal da Southwest e não pela briosa cozinha do hotel… E o jantar foi uma bifana, que não era nada de Vendas Novas, para dizer o mínimo.
Mas valeu. Fui revisitar uma bela faceta da minha cidade-natal, praticamente como na pele dum turista de luxo. E ainda sou pago por isto. Não sei se alguma vez mais irei ter a chance de viajar de eléctrico com nesta produção cinematográfica. Mas que o desejo, sim. Tomei-lhe o gosto. Era rapaz para só fazer isto até ser bem velhinho.
E compreendo hoje um pouco mais o fascínio que Lisboa anda a exercer nos últimos tempos junto de quem nos visita. Haverá muita gente que bem pode dizer quando volta para o seu lar, doce lar, que já foi muito feliz sob o céu, a luz e o ambiente desta menina e moça do Tejo. Muitos sorrisos em rostos exóticos se vislumbram pelas nossas ruas e praças tirando selfies.
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* No caso presente, deveria ter escrito antes Bollywood… Com direito a música a condizer e tudo. E sempre a bombar, enquanto o eléctrico galgava metro a metro, à laia de pequenas conquistas territoriais, quilómetros de ruelas estreitas já pela tardinha a tresandar a sardinha assada, entre Alfama e a Graça.
terça-feira, 26 de maio de 2015
• SportAnima
SportAnima. Este é o nome que escolhi para uma ideia de negócio na área da animação turística, especialmente vocacionada para uma vertente desportiva.
Esta ideia surgiu em mim devido à conjugação de diferentes factores, opiniões e experiências vividas.
Quanto à parte das experiências, estive até há uns meses atrás activamente ligado à animação turística. E quero continuar. Mas não nisto que está muito em voga, de hidroginásticas, zumbas e outras que coisas que tais, que se julga que o turismo de massas que esgota a lotação de unidades hoteleiras low-cost quer à força toda. Não.
Há muito a fazer de forma inovadora na animação turística e desportiva. Algumas actividades há que é gritante fazer descobrir. Outras actividades há em que a margem de progressão rumo à perfeição é enorme.
E o tipo de animação desportiva que preconizarei não tem de se cingir apenas como serviço turístico. Não. Deverá também ser um serviço a prestar a escolas ou público em geral, de modo a proporcionar, a quem nunca o terá feito, a experiência da prática e/ou da imersão numa dada actividade desportiva. Despertando vocações. Incentivando a continuação dessa prática.
Este serviço de animação que imagino é também ideal para ser disponibilizado nas já familiares grandes superfícies de distribuição e venda de artigos desportivos. Como por exemplo, a Decathlon, a SportZone ou a Sports Direct.
Nas lojas destas grandes superfícies, a simples visão dos artigos expostos nas suas prateleiras de desportos menos conhecidos ou divulgados já de per si incentiva a experimentá-los. Mas é possível potenciar bem mais as vendas desses artigos se não nos limitarmos passivamente a expô-los. Se levarmos clientes a experimentá-los ali mesmo, em loja. Orientados por aquilo a que já ouvi chamar de “clientes-actores”.
Algumas lojas Decathlon são das mais adequadas a ter animação, tanto no seu interior, em áreas específicas como a ala do golf, como no exterior, com amplas superfícies para a prática de desportos tais como o btt, a patinagem, o futebol, o basquetebol, etc… Seria interessante juntar a estes o tiro com arco - com rigorosas regras de segurança implementadas - a esgrima - não só a olímpica mas também algo em que se manipula um sabre, o kendo, arte marcial japonesa - o ténis de mesa, o badminton, etc…
Estes últimos desportos são-me mais caros. Desportos de raquete como o badminton e sobretudo o ténis de mesa são dos que desenvolvem mais o raciocínio e os reflexos rápidos e, em consequência, o cérebro. Isto fora do universo dos jogos de estratégia como o xadrez, como é evidente. Estudos revelam que a esgrima e o kendo também têm esse efeito. Sendo estes desportos de luta além disso adequadamente cénicos para cativar quaisquer acompanhantes dos praticantes destes ou simples assistentes que gostem de fotografia.
O tiro com arco e o tennis são outras actividades que me causam mais entusiasmo. Não é fácil adequar uma área com toda a segurança necessária para se usar uma arma letal como um arco e flecha mas não será de descartar como impossível. Quanto ao tennis, julgo que há que inovar com uma utilização maior de máquinas lança-bolas no treino intensivo no nosso país. Uma das mais-valias que a SportAnima pretende trazer ao panorama da animação desportiva é proporcionar a experiência do uso destas máquinas ao jogador iniciante ou ocasional.
Voltando atrás ao tiro com arco, tenho uma ideia de criar alvos com uma estrutura de suporte para um uso todo-o-terreno, recorrendo a artigos vendidos na Decathlon e outros.
Quanto ao ténis de mesa, tenho uma ideia de criar mesas com um desenho inovador, mais uma vez recorrendo a um artigo muito popular vendido na Decathlon, a rede Rollnet. Especialmente concebidas para retirar todas as potencialidades desta rede Rollnet, inclusive as estéticas. Sendo este campo, a estética, algo muito descurado, a meu ver, em toda a gama da oferta da Decathlon e no mercado em geral.
Estas mesas - bem como as estruturas de suporte de alvos referidos anteriormente - serão também adequadas a serem transportadas numa furgoneta, porque a SportAnima será uma empresa itinerante.
Esta itinerância da SportAnima será de modo a que o seu serviço de animação seja prestado de uma forma rotativa por várias lojas Decathlon, em todo o país. E falamos da Decathlon por agora apenas porque nos parece ser esta o parceiro ideal para a Sportanima.
Além das lojas Decathlon, a animação da SportAnima pode ser levada a escolas, instituições e unidades hoteleiras. Promovendo as várias actividades desportivas anteriormente referidas e ainda outras mais, como o atletismo. Para dar outra vida e uma maior utilização a tantos complexos desportivos espalhados pelo nosso país, sobretudo fora dos grandes centros urbanos. Com os naturais benefícios que esses centros podem colher de existir este serviço de animação, sacudindo uma natural pacatez local duma forma positiva e potencialmente lucrativa para o turismo da região.
Há hoje em dia muitas pistas de atletismo que presumo com escasso uso. Em Benavente e Ponte de Sor, para dar exemplos do interior que eu mais conheço. Mas também complexos como os de Rio Maior ou de Vila Real de Santo António podem beneficiar bastante com algo como o que a SportAnima oferece.
No atletismo há que levar as pessoas, sejam jovens em idade escolar ou turistas que nos visitam, a experimentar, por exemplo, calçar aqueles very expensive sapatos de bicos para corridas de velocidade, dos 100 aos 400 metros. Com barreiras ou não. E os saltos, seja em comprimento ou em altura. Ou praticamente tudo o que se pode, enfim, fazer numa pista.
Quantos de nós não desdenhariam ter essa experiência apenas de calçar uns sapatos como os do Usain Bolt por uns momentos e ver se conseguem voar com asas nos pés como ele? Quando vemos esse sapatos nas prateleiras das lojas mas julgamos que não valerá a pena o investimento na sua compra só para um uso a dar-lhes tão fugaz? Aqui mais uma vez a nossa parceria com a Decathlon daria mesmo bons dividendos às duas empresas.
E quando falamos de experimentar correr como o Bolt, podem falar também de sentir o que é lançar um disco ou um dardo ou um martelo. Com toda uma envolvência que nos permite sermos atletas olímpicos por uns breves momentos. Enfim, vivências que nos poderão levar a querer ser praticantes mais regulares de actividades desportivas diversas. De ser clientes fidelizados da SportAnima e dos nossos parceiros, como a Decathlon.
O entusiasmo que os serviços de animação turística e desportiva da SportAnima podem despertar em tantos de nós são a sua melhor garantia de sustentabilidade e viabilidade. Ainda para mais existindo hoje em dia unidades hoteleiras que funcionam de portas abertas o ano inteiro para nichos de mercado como selecções nacionais inteiras de atletas de alta competição, como a Herdade da Cortesia em Aviz, no alto Alentejo. E outras para estágios de inverno de desportistas de climas menos amenos do que o do sul da Europa.
quinta-feira, 14 de maio de 2015
• E vão sete!…
Ontem atingi mais um record do Guiness: a sétima telenovela* em que este blogger esteve envolvido em filmagens.
Desta vez foi “Poderosas”, uma telenovela** a estrear apenas na próxima segunda-feira, na SIC. É também a minha primeira vez para este canal generalista. Começo a ter um portfolio completo…
Até agora tenho feito apenas figuração, nada de mais. E tenho encarado esta coisa como um hobbie, mais do que um ganha-pão.
Mas começo a ter a ambição de também vir a ser modelo fotográfico sénior. Andei a brincar recentemente pelos Algarves e não só de ser animador turístico/cultural/desportivo e tenho de fazer um deveras apelativo book fotográfico meu que permitisse divulgar os meus serviços nestas áreas da animação.
Bom, mas focando-nos no que experienciei ontem… Tive de fingir que jogava snooker que nem um pro. Num barzinho chamado Rocha’s.
Mas isto sempre com a preocupação de tentar deixar a bola branca jogável no canto da mesa certo, de modo a que eu e o meu adversário não nos fossemos colocar á frente das câmaras. E nesta conjuntura, com um “chouriço” daqueles, meti dentro a bola preta jogando á tabela. Só que aquela não era para ser a carambola final... PQP!!!…
Agora uma confissão de fraqueza… Não costumo ficar impressionado com os vários actores - caras conhecidas de todos nós, espectadores passivos da pantalha - com que tenho de contracenar. Mas a Dânia Neto ao vivo é mêmo munta gira! Ou ao menos ontem estava uma cachopa toda viçosa…
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* Sobre as outras seis anteriores telenovelas em que estive envolvido em filmagens já escrevi nestes vários posts dos meus três blogs, que podem ser consultados clicando aqui, aqui, aqui, aqui e aqui.
** Para ver a página do facebook desta telenovela, clicar aqui.
domingo, 26 de abril de 2015
• Fui de visita à minha tia a Marrocos, hip hop…
Nesta minha existência sui generis, fui no passado dia 16 de Abril comer um hamburger ao almoço. Nada de especial nesta história.
À excepção talvez que isso me obrigou a tomar um avião na Portela, bem temprano ás 7 da matina. Porque o restaurante ficava a cerca de uma hora de voo da minha Olissipo. E também porque antes de comer o tal dito hamburger, eu fui certificar-me de como este era feito.
Não é todos os dias que tomamos uma refeição deste modo. Nem isto se passará também com todo e qualquer fornecedor da comida que nos é servida para nos repôr as calorias necessárias diariamente.
Desfazendo este mistério… Aceitei o desafio da McDonald’s Portugal para ir ver com os meus próprios olhos como são confeccionadas aquelas iguarias que degustamos nos seus restaurantes.
Entrei no meu primeiro McDonald’s na Avenue des Champs Elysées, Paris, no já bem longínquo mês de Agosto de 1981. Muito antes da McDo vir instalar-se em Portugal. E desde então fiquei cliente. Mesmo não sendo uma das minhas LoveMarks.
A McDonald’s sempre foi e continua a ser aquele mito - muito positivo - que representa o lugar onde todos os viajantes de espírito livre deste mundo mas de parcos recursos económicos podem saciar a sua fome. E tão-só por isso esta marca incontornável do nosso actual mundo globalizado já vale.
E depois de ter nomeado o meu primeiro restaurante McDonald’s, vamos agora referir qual foi então o até agora último da lista. Pois foi nem mais nem menos do que o do Centro Comercial Luz del Tajo*, em Toledo, no meio das planícies dessa imensa Castela. Y viva España!…
E o tal hamburger que devorei foi nem mais nem menos do que um Grand McExtrem Bibo, by Dani Garcia. Aproveitando eu, e muito bem, a ocasião para provar este produto apenas disponível em terras de nuestros hermanos. Onde presumi que o tal de Dani Garcia será como que um chef João Avillez para eles.
Para falar verdade, se se encontrarem ainda cá dentro mas por perto das bandas de Badajoz, ó leitores, dêem um saltinho hasta el otro lado a comer una hamburguesa do Dani. Aquilo é bom. Um pão Pretzel, hamburger duplo 100% carne de vaca da região da Extremadura espanhola, alface Batavia, cebola frita crocante, queijo ibérico, com um molho especial criação do Dani García. Vide a foto acima e a ficha do produto (em castelhano), clicando aqui.
Previamente à prova desta especialidade, como já foi dito, procedeu-se à “auditoria” à fábrica onde são feitas as rodelinhas de chicha - o hamburger de carne de vaca, ou como na América também se diz, o beef patty - que podemos saborear nos McDo’s de toda esta jangada de pedra que é a Península Ibérica.
A dita fábrica é dum parceiro inseparável da McDonald’s praticamente desde a sua fundação, a OSI Food Solutions, para a maioria dos produtos congelados derivados de carne consumidos nas tascas com os “Golden Arks” em todo o mundo.
E de tudo o que lá vi e provei, posso corroborar todas as palavras deste artigo do observador.pt, “Sabe como (e de que) são feitos os hambúrgueres da McDonald’s?”. Me quedo por aqui, só à giza de não me alongar mais neste post.
Finda esta aventura, a minha melhor forma de agradecer esta oportunidade que a McDonald’s Portugal nos deu - a mim e a cerca de uma dúzia de lusos cidadãos comuns - pode parecer algo pequeno… Mas julgo que dirá muito a muitos de nós. E é assim, então:
Eu até à ocasião desta viagem de turismo gastronómico consumia num qualquer McDonald’s de olhos fechados, confiando que normas e controlos de qualidade não são letra morta e que esta grande marca não se podia dar ao luxo de não os cumprir religiosamente. A partir daquele dia em Toledo, eu vou continuar a consumir mas agora de olhos bem abertos. Porque agora eu não preciso confiar, eu sei.
Sou agora mais um dos vários fiéis depositários dum dos maiores classified top secrets da nossa sociedade de consumo: como são feitos os hamburgers da McDonald’s. Mais info sobre este tema candente pode ser consultada na alegre campanha publicitária "Mitos e Boatos", no website da sucursal tuga desta big corporation, clicando aqui.
E isto deu-me um grande ensejo de me tornar num caçador de mais mitos urbanos. Assim me queiram fazer convites semelhantes outras marcas. O que só lhes ficaria bem.
* Ao adentrar este Centro Comercial Luz del Tajo tive uma imediata sensação de um ambiente familiar. Não era para menos. É um centro comercial da vasta rede da Sonae Sierra. Un rincón de alguma portugalidade q.b. fora de portas.
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sexta-feira, 20 de março de 2015
• E vão quatro!…
E sem dar por isso, já são quatro* as telenovelas em que tive alguma participação… Com uma visibilidade escassa, mas ainda assim eu estive lá. Desta última vez, com um pouco mais de destaque.
Nesta telenovela “Jardins Proibidos” - uma reedição de outra com o mesmo nome, exibida há mais de uns quinze anos, creio - um dos vários casais da trama são a Raquel e o Diogo. Esta falece devido a um cancro. E o Diogo, o viúvo, despede-se da sua amada Raquel nesta cena em que intervenho. Filmada a 12 de Fevereiro deste ano no cemitério dos Prazeres.
O Diogo é interpretado pelo actor Rui Porto Nunes. Cuja fisionomia achei deveras parecida com a minha. E quem ler estas linhas poderá julgar por si, ao ver a foto acima, tirada em plenas filmagens. Ou um excerto do episódio em causa, clicando aqui.
(Já agora, neste dia, com a minha barba de três dias quase a atingir 2 semanas de idade, com a indumentária que me foi atribuída pela produção e com o meu semblante** sempre carregado… acho que fiquei com um look tipo Capitão Haddock!…)
Eu poderia ter sido o pai do Diogo nesta ficção. Mas não. Fui o pai da falecida esposa dele. O que se justificará por aquela crença que nos diz que as raparigas procuram dum modo geral namorados em que vêem algo do seu próprio pai…
Este dia inteiro de filmagens proporcionou-me mais uma inédita experiência de vida: a de tomar uma refeição rodeado por almas de tantos que ali se encontravam na paz eterna, enclausurados em seus jazigos. Experiência partilhada por todos os que estávamos envolvidos nestas andanças, actores e técnicos. Um prazeirento almoço em modo picnic numa mesa disposta ao longo duma daquelas alamedas pejadas de sepulturas. Quais pequenos mausoléus, cada um de seu clã.
E assim vai vivendo este indivíduo “in between jobs” que eu sou***, na Lusitânia dos nossos dias. Enquanto Dom Sebastião não regressa…
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* Das outras três telenovelas em que estive envolvido já escrevi nestes dois posts, que podem ser consultados clicando aqui e aqui.
** Semblante esse que aliás para o dramatismo daquele momento ficcional era mesmo o adequado.Ás tantas, foi pela minha assaz predominante e típica expressão facial tipo "cara de enterro" que me escolheram para isto…
*** Agora reformulando num actual bom português: o rótulo que me poderá ser grudado com uma maior exactidão político-sociológica contemporânea é, dentro da crescente classe dos desempregados, o de um desencorajado.
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015
• A Coca-Cola verde
Admiro-me imenso que ainda não se fale tanto disto por aqui no meu país… Desta ideia peregrina (ou talvez não) que nasceu das mentes da filial desse gigante americano, que é a Coca-Cola, na Argentina. Que é uma espécie de soft drink… biológica, direi eu.
Vamos aos factos: após cerca de 5 anos de estudos, surgiu este novo produto, a Coca-Cola Life. Ou como alguns já lhe chamarão, a Coca-Cola “verde”, não sem razão, vide a embalagem. No país das pampas, como referi. No já longínquo mês de Junho de 2013. Estamos quase a fazer dois anos…
Esta novidade chega à Europa, ao Reino Unido, no auge do verão do ano passado, no querido mês de Agosto. E aos Estados Unidos um mês depois, no verão índio. E foi surgindo em outros países europeus, entretanto. Por exemplo, os suíços já poderão consumir esta bebida desde este mês de Fevereiro. E a malta do país dos cangurus, bem como os Maoris, lá para 1 de Abril. Isto claro, se não houver desmentidos no dia seguinte…
Aqui na Tugalândia é que não se sabe quando chegará esta suposta maravilha. De resto, nem no Brasil, tampoco. Os nossos irmãos tupiniquins devem ter alguma ciumeira de terem sido sus hermanos e arqui-inimigos gaúchos a bolarem esta novidade. Pela qual eu anseio um quiquito, confesso.
E o que tem esta nova mistela de diferente em relação à Coca-Cola original, dita clássica e yankee?… As substâncias adoçantes.
Os argentinos escolheram como adoçante natural - e o principal, presumo - um extracto das folhas duma planta originária do Paraguai - e do Brasil, diz-se também - que se designa Stevia ou Estévia*. Um arbusto da família dos crisântemos. E que já os guaranis usariam largamente há séculos.
A stevia parece ter um poder adoçante que suplanta em muito o açúcar vulgar de Lineu. Os japoneses serão grandes consumidores desta substância. Menos mal se a stevia vier a substituir essa droga artificial e abominável que é o aspartame…
A Coca-Cola Argentina não prescindiu, no entanto, de adoçar esta bebida com açúcar, as well. Só que fazem questão de referir que é com açúcar de cana. Para reforçar a ideia disto ser um produto que se pretende o mais natural - ou até o biológico da moda - possível.
Os argentinos, como era de esperar ou não fossem membros de uma multinacional norte-americana antes de tudo, não descuraram o marketing deste novo conceito. Afinal, há que vender. Que obter um sucesso condizente com o nome da famosíssima marca. E criaram algumas pequenas jóias do advertising, como este filme publicitário que desapareceu do website oficial da Coca-Cola Argentina - vá-se lá saber porquê… - mas que pode ser visto no Youtube, clicando aqui.
Com tudo isto dito, adivinharão, caros leitores deste blog, que eu quero absolutamente provar esta porra! O mais rápido que os deuses assim o permitam, caramba!… A ver se mudo de vício. Quero ter a chance de pedir uma latinha verde, que estou farto da cor vermelha!!!
E se não for a Coca-Cola verde a chegar cá em primeiro lugar, fico descansado que a Pepsi de qualquer modo não anda a dormir em serviço, não senhor…
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* Do nome do botânico espanhol que terá classificado esta planta, Pedro Jaime Esteve, professor na Universidade de Valência no séc. XVI. Os índios guaranis também chamariam esta planta de "kaa he he", que significa erva doce.
quinta-feira, 22 de janeiro de 2015
• Viajar na mayonnaise
Expus uma ideia que foi qualificada para os concursos de empreendedorismo da Acredita Portugal*. O que me deixou deveras contente e, a princípio, inchado de orgulho…
Mas reconheço hoje que esta não é, nunca foi uma ideia empreendedora. É mais do domínio dos sonhos. Um puro desvario. Não é enquadrável. Não é quantificável. Não é classificável. Até nem será exequível, porventura. Não é de todo sustentável. É uma ida à lua. É algo ainda não tentado. Vou procurar o meu caminho noutras paragens.
Pela parte da Acredita Portugal sou incentivado a criar um plano de negócios. E em lugar de pensar em números, eu parto é para “viajar na mayonnaise”. A alargar os limites do sonho para mais além. E a perceber que a minha ideia é mais o argumento de um filme. Só num filme - que já comecei a visualizar - eu poderei conseguir comunicá-la com eficácia. A ver vamos...
Como é que Steve Jobs, Cristoforo Colombo ou Leonardo da Vinci fariam para expôr as suas ideias?... É sobre isto que tenho de reflectir.
A descrição primária da minha ideia inovadora pode ser lida num anterior post deste blog, clicando aqui.
No acto de inscrição aos concursos de empreendedorismo da Acredita Portugal mencionei que outras ideias mais recentes tenho a germinar neste momento, na área da animação turística para turistas visitantes de topo e actividades de lazer e desporto para todos. Mas sempre, sempre peregrinas… E daí, talvez não.
* Na sua Identidade Institucional, a Acredita Portugal diz ser (sic) “uma organização sem fins lucrativos focada no desenvolvimento e promoção do empreendedorismo nacional”. Creio que os casos de sucesso que esta organização enumera no seu website falam por si. Tem de ser possível fazer melhor. Mas talvez só com abordagens não tão técnicas e mais ousadamente visionárias.
Ter visão é algo que não se ensina. Antes se educa. Mas não em cursos superiores de gestão.
Como é que Steve Jobs, Cristoforo Colombo ou Leonardo da Vinci fariam para expôr as suas ideias?... É sobre isto que tenho de reflectir.
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Ter visão é algo que não se ensina. Antes se educa. Mas não em cursos superiores de gestão.
terça-feira, 30 de dezembro de 2014
• O ano de Giuseppe Pietrini
Foi um ano espetacular! Obrigado por fazeres parte dele.
…and thanks a lot to you as well, dear Alla, dear Junie, dear Tini, dear Desak, dear Larissa, Darcelle, El Ta, Dinu, Clara, Luisa, Sori, Irina, Alice, Annie, Martita, Ashley, Gergana… And some others that I might be forgotten in this moment. I'm not so much used to these thinks of thanking people. My fault.
Espero que todos os seres humanos de excelência que atrás nomeei sejam tão ou mais felizes do que eu fui e vou continuar a ser - nem que seja na marra!… - neste 2015 que se avizinha por aí. Lá para o fim de Janeiro - acho eu - para os chineses também será o ano da cabra. Parece-me bem.
Estas foram as pessoas que fizeram o meu ano de 2014 ter valido a pena. Uns reais, outros apenas amigos virtuais. Mas todos de valor incomensurável. Tão grande é esse valor que nem cada um deles o sabe acerca de si mesmo. E talvez também isso os faça serem grandes. Para além das suas qualidades de excepção em meio a esta raça humana que habita o planeta Terra.
E eu sou o mais afortunado dos homens por congregar á minha volta esta élite e de alguma forma ter inteagido com todos eles neste ano que finda, tendo ficado sempre um pouco mais rico o meu próprio valor, que faço questão de depois redistribuir por todos.
sexta-feira, 28 de novembro de 2014
• A Unicef, mais uma vez
Lá estou eu, mais uma vez, a fazer a minha parte, julgo eu, pelo futuro da humanidade. Que são as crianças.
E porque temos todos de cuidar de todas as crianças, sobretudo daquelas que não conhecemos e estão lá longe e não podem ter o mesmo desenvolvimento humano que as nossas crianças, aquelas que estão perto de nós, eu disse “presente” mais uma vez a esta missão de divulgar os presentes que todos poderemos e deveremos comprar neste Natal à Unicef.
Para que a Unicef possa continuar por sua vez a sua missão maior do que a minha.
Já o tinha feito em 2012 e agora lá vai um repeteco. Com o mesmo espírito que tive há dois anos atrás.
Desta vez estou no centro comercial Amoreiras, num quiosque da Unicef mais ou menos perto das bilheteiras dos cinemas.
E se tu estiveres a ler estas linhas, aparece por lá até à véspera de Natal que eu dou-te o meu autógrafo, caro leitor. Juntamente com os meus votos de Boas Festas expressos oralmente, alto e em bom som.
Desta vez estou no centro comercial Amoreiras, num quiosque da Unicef mais ou menos perto das bilheteiras dos cinemas.
E se tu estiveres a ler estas linhas, aparece por lá até à véspera de Natal que eu dou-te o meu autógrafo, caro leitor. Juntamente com os meus votos de Boas Festas expressos oralmente, alto e em bom som.
sábado, 25 de outubro de 2014
• Já sei!.. :-)
É isso mesmo! Já sei finalmente o que quero fazer profissionalmente para o resto da minha já bem recheada vida activa: trabalhar onde os outros estão de férias.
Isto pode parecer um pouco masoquista. Mas de facto trabalhar onde outros estão no bem bom do dolce far niente é estar num ambiente descontraído. Onde por vezes algum stress até será bem vindo. Sobretudo se for para suprir alguma urgência. Como mudar o estado de espírito de alguém que se encontra tristonho para o de uma extrema felicidade instantânea.
Também pode parecer uma actividade que sofrerá de uma certa sazonabilidade. Isto é, não ser possível exercê-la durante todo o ano. Julgo que hoje em dia já não será bem assim. Mesmo no nosso país, este Portugalito, já há pessoas que preferem gastar o seu crédito de tempo de férias não apenas no verão. E depois, em todo este mundo dos deuses, é sempre verão em qualquer recanto do planeta. Há sempre hordas de turistas a invadirem um lugar distante qualquer, em qualquer mês do ano inteiro.
Trabalhar onde os outros estão de férias será assim, portanto, uma actividade que exigirá uma certa itinerância. O que para um tipo que tem a ambição de se tornar num globetrotter à custa do seu ganha-pão até é super cool!…
Cuidava eu que a área onde teria mais chances de arranjar emprego e maiores aptidões para o desempenhar seria a da recepção de hotéis. Hoje tenho os horizontes mais alargados. É na animação turística que eu me encaixo melhor.
E estou prenhe de umas ideias peregrinas bem quentes nesta área!… Aqui neste blog um dia as hei-de concretizar e desenvolver mais em detalhe. Já tanto se faz em animação turística na Lusitânia mas ainda há tanto, mas tanto, que se pode fazer mais e de formas inovadoras, meus deuses!… Isto tanto na animação diurna como nocturna, nas mais variadas categorias de hotéis e resorts.
Por agora vou terminar com a apresentação de imagens desta minha mui recente aventura profissional, divulgando um álbum de fotos do meu perfil no facebook, que justamente intitulei de “As minhas aventuras no Hotel Vila Galé Náutico”. E recomendar também a leitura de posts nos meus dois outros blogs, Giuseppe Pietrini a presidente e Cidadania Rasca, destes dois últimos meses de Setembro e Outubro de 2014, onde inevitavelmente esta temática é igualmente abordada, com um espírito levíssimo de quem se encontra imensamente feliz no seu dia-a-dia.
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