Mostrar mensagens com a etiqueta Do baú da minha imaginação. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Do baú da minha imaginação. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 23 de outubro de 2025

• Playing with AI

Desde meados do mês passado de Setembro que encetei a brincar com a Inteligência Artificial, ou abreviadamente IA.

Abri os meus horizontes finalmente para esta ferramenta que os dias de hoje nos proporcionam. E estou espantado.

É tão fácil criar arte com a IA!… Como é que eu não despertei para isto mais cedo, caramba…

Há mais de 20 anos que uma ideia peregrina bailava na minha mente. Uma ideia de decoração de interiores. Um dia imaginei que gostaria de ter uma sala de estar bem grande, com um tapete de generosas dimensões no centro. E sobre esse tapete depositaria, vejam lá vocês... Um clip gigantesco.

Para quê, perguntar-se-á. Para um indivíduo se deitar dentro desse clip, com umas almofadas tipo de sofá para a cabeça ou para o que mais se queira. E ficar-se assim a ver tv, a ver algo num tablet ou smartphone, a ler um livro ou a olhar o tecto e não fazer a ponta dum corno. Ou até a dormir, inclusivé.

Evidentemente, o clip não seria metálico. Mas antes insuflável como os bordos dum barco de borracha.

Empenhei-me a querer desenhar esse clip em programas para criação de objectos 3D, como o antigo Adobe Dimensions, descontinuado. Sem sucesso.

Depois da concepção do clip caberia descobrir uma imagem duma sala como descrevi acima e fazer uma fotomontagem no Photoshop. Mas nem imagem de sala a condizer com o que eu idealizava consegui encontrar. E muito menos clip.

No outro dia, recorrendo ao ChatGPT - que nem é o meio mais adequado para criar imagens em IA - em cerca de meia hora obtive um resultado em forma de imagem que pelos métodos antigos atrás referidos poderia consumir-me horas ou mesmo dias.

O dito resultado está acima neste post. Ainda haveria umas arestas a limar mas já é bem satisfatório para ilustrar esta peregrina idiotice minha, o meu onanismo mental.

Aqui ao lado está o output inicial que o "nosso" ChatGPT conseguiu congeminar a partir do resumo que transcrevo abaixo:

Quero uma imagem com um clip enorme, deitado na horizontal no chão, maior do que uma pessoa com 1,80 m, em cima dum tapete felpudo branco, como o pelo dum urso polar, numa sala de estar moderna com um sofá, lareira, tv e luz artificial.

Depois de recebido este resultado intermédio, acrescentei mais esta linha no diálogo com o ChatGPT:


Quero o fio de arame do clip com o dobro do diâmetro actual.

Et voilà! Quase, quase o que eu imaginei há duas décadas atrás. Uma ideia guardada numa gaveta do meu bestunto viu finalmente a sua visualização. E não custou nada. Nem doeu.

Continuando nesta senda de brincar com a IA, recorrendo a modelos para uso no Nano Banana do Gemini e mais uma minha foto de rosto, concebeu-se este meme aqui ao lado direito. Eu confesso que nem gosto mesmo nadinha de jogos de consola, como a Nintendo, mas…

Até que creio ter  ficado favorecido.

quinta-feira, 27 de julho de 2023

• Arte e personalidade

Num cursinho online do IEFP* que estou no presente a frequentar, realizado com recurso à plataforma do Microsoft Teams** dedicado ao tema "História da Arte" foi-me lançado um desafio de mencionar exemplos de pinturas de que eu gostasse e o oposto também.

Gostar é algo em que eu tenho sempre muita dificuldade em resumir o exclusivo a apenas uma coisa…

E assim, reuno aqui várias e variadas obras que mais me tocam. A que atribuo maior nota artística. Isto se me é permitido que tenha valia para poder afimá-lo.

Começando por um mapa antigo da Bélgica e Países Baixos, intitulado “Leo Belgicus”, mostrado no topo deste postGeografia e cartografia são áreas do conhecimento humano que muito me atraem desde petiz. E esta moda que surgiu no séc. XIX de dar formas animalescas ou outras fantasiosas à representação em mapas de nações é simplesmente deliciosa. Pura arte, embora o rigor possa ser sacrificado uma beka

De seguida vem um desenho ou ilustração de Hokusai, artista nipónico do séc. XVI. Intitulado “A grande onda ao largo de Kanagawa”. Esta obra é uma das minhas preferidas para wallpaper nos vários computadores com que trabalho e trabalhei, quer pessoais quer de empresas.

A maestria dos desenhadores ou pintores japoneses está no meu personal top. E por isso aqui fica um exemplo recente dum desenho duma paisagem onde impera o Fujiyama  - what else is new?… - muito ao estilo dos Studios Ghibli, famosos pelos seus filmes de animação.

Admirável para mim são também os desenhos ou ilustrações de magníficas paisagens do Império do Meio, de muitos séculos atrás, após a invenção do papel por essas formiguinhas que são os chineses.

Ainda na Ásia, sempre causou fascínio em mim a arte sacra de religiões como o hinduísmo, de que mostro aqui uma ilustração moderna de Shiva e Parvati, divindades que foram os progenitores de Ganesha, noutra ilustração, esta mais clássica.

Prosseguindo na arte sacra oriental, passo agora a mostrar a deusa Kwan Yin, da mitologia budista chinesa. Que também é presente no Japão, onde tem aí o nome de Canon.

A arte aliada à propaganda de ideologias políticas é mais um dos meus fascínios. Aqui ficam dois exemplo de posters, um do tempo da saudosa - para alguns - URSS, União da Repúblicas Socialistas Soviéticas, e outro do tempo da Revolução Cultural promovida por Mao Zedong, da República Popular da China.

Agora vamos ao mais doloroso... Do que será que eu não gosto mesmo nadinha, hum?…

Prefiro dizer antes gostar menos. E aqui vou pôr-me a jeito para ser desancado por uma larga maioria.

Não aprecio a obra da ilustre pintora londrina Paula Rego. Prontes, tá dito!...

Reconheço nela um estilo muito próprio, singular, notável até. Mas julgo-a talvez overrated. E os seus quadros provocam-me alguma repulsa. Arrepios de puxar por depressões.

Certo, não deixam de ser emoções. Que a artista meritoriamente provoca no público, não só em mim, com certeza. Mas que eu dispensaria. E destas quero é fugir a este pés. Não quero ser arrastado para o universo de Paula Rego. Prefiro desviar o olhar.

__________________________________________________

* IEFP,  Instituto do Emprego e Formação Profissional.

**Que o meu velhinho Macbook Pro com mais de uma década de utilização intensiva não aprecia lá muito…

quarta-feira, 19 de julho de 2023

• Home library

Na sequência da minha reflexão em modo autoconhecimento que resumi recentemente num post dum outro dos meus blogs, venho agora neste traçar um objectivo de vida tardio: arranjar um lugar bem digno onde possa reunir todos os meus livros, para depois deixar em herança esse vasto acervo.

Para não deixar essa tarefa a quem cá ficar quando eu partir.

O melhor exemplo que eu encontrei de decoração de interiores para uma sala tipo biblioteca particular, onde os meus livros ficariam, está na imagem que ilustra este post, acima.

Há no entanto alguns detalhes que eu mudaria nesta sala... A saber:

  • Os livros deveriam estar suficientemente afastados ou preservados duma exposição directa à luz solar vinda através da superfície vidrada ao fundo.
  • Igualmente da lareira*, fonte de calor quando usada.
  • Os livros deverá ser guardados nas estantes sempre deitados na horizontal e não em pé**, como aliás já o pratico neste apartamento onde actualmente vivo.

As profundidades das diferentes estantes e prateleiras devem ser diversas e adequadas a diferentes colecções de livros com larguras similares. Nada de prateleiras com profundidades todas iguais.

Nesta biblioteca particular estarão não apenas livros mas também várias colecções de revistas temáticas - de fotografia e geografia, principalmente - e as milhentas brochuras e folhetos que sempre reuni por deformação profissional de designer gráfico e arte-finalista. Todas estas guardadas em caixas arquivadoras e na vertical, desta feita.

Nestas mesmas estantes de livros estarão espalhadas um pouco ao acaso vários pequenos tesourinhos que também possuo: matriokas, bibelots, estatuetas, cristais, outros objectos curiosos, etc..

Se um dia concretizar este objectivo, talvez venha a lançar todas estas tendências que aqui descrevi. Quem sabe…

______________________________________________________

* Aliás, é uma boa regra empírica sempre instalar uma lareira encostada a uma parede interior, nunca a uma exterior. Isto para que o calor produzido não se dissipe escusadamente para o exterior da habitação e fique todo contido dentro de quatro paredes.

** Tive sempre esta impressão que livros guardados em pé farão sempre com que a encadernação fique em esforço na sua parte superior, quando o livro tem uma capa dura com uma área maior do que as páginas no interior, ficando estas em suspensão. Mas na arrumação de livros na posição horizontal não se deve também ter em cada prateleira mais do que dois a três livros. De modo a que o livro que estiver mais em baixo não sofra com o peso excessivo de todos os outros que lhe estão acima, provocando eventualmente a colagem das suas páginas devida à pressão exercida pelos outros.

quinta-feira, 31 de outubro de 2019

• Tortas de Azeitão

Se eu fosse o dono duma cafetaria, haveria de oferecer aos meus clientes um pack como este da foto acima: uma ou duas magníficas tortas de Azeitão, acompanhadas dum cálice do não menos excelente Moscatel de Setúbal.

Não compreendo como não se vê por aí - mesmo na própria vila de Azeitão - quem tenha esta visão… É que esta combinação é quanto a mim nada mais nada menos do que o melhor que este país tem para deleitar quem nos visita.

terça-feira, 27 de novembro de 2018

• Ideias mesmo nada peregrinas

Ler. Sinto que tenho de voltar a ler mais. Digo livros e não só websites. Tenho de recuperar hábitos antigos de leitura, que já foram em tempos idos tão meus.

E já depois dum muito recente remake de mais um Magical Mystery Tour - menos ambicioso do que o primeiro porque todo contido dentro de território português, mas com maior sucesso no resultado final, e que será assunto dum próximo post -, creio também que já é tempo de voltar a estar motorizado.

A tão deliciosa liberdade de me locomover como e quando bem queira, não ficando totalmente dependente de transportes públicos de curta ou longa distância*, é algo que desejo alcançar. E agora julgo que posso fazê-lo de uma forma sustentável. Pondo o meu veículo pessoal ao serviço da actividade profissional a que ultimamente mais tempo me dedico: o turismo.

Afinal, melhor do que fazer tours de curta duração e quilometragem** em veículos de alta gama - como Mercedes classe E ou Viano - é fazê-los em veículos que proporcionem um maior fruir da paisagem. Digo, veículos descapotáveis.

E eu creio que uma das mais giras e interessantes propostas do género removable rooftop que se podem encontrar no nosso mercado europeu de veículos novos é o pequeno e todo bonitinho Fiat 500C

Sim, porque de veículos usados e até alguns clássicos - velhas Renault 4L podem parecer very typical mas não terão os níveis de conforto e sobretudo segurança a que estamos todos habituados nos dias de hoje - já iremos ficar em breve todos cansados de ver e de utilizar.
____________________________________________________

* Ainda me recordo na minha última incursão à Feira Nacional do Cavalo, na Golegã… Um dia, caros leitores, se vos aprouver, claro, experimentem ir até lá a partir da estação de comboios de Riachos, a mais próxima dessa vila. E de noite cerrada!…

** Como são exemplos os muito usuais e tão requisitados tours de Sintra/Cascais e da Arrábida, isto para falar apenas da região de turismo de Lisboa.

sexta-feira, 9 de março de 2018

• Selfies?...

Selfies?… As tuas fotos nas redes sociais são sempre selfies?… Não achas isso um pouco triste?… Não tiveste ainda um só amigo teu que tirasse fotos tuas com um pouco mais de arte e qualidade?…

Todos nós devíamos ter aquele amigo que faz umas fotos giras e que sabe bem captar o nosso melhor aspecto. E eu poderia e queria ser esse tal amigo para muitas almas.


Abomino esta nova expressão de narcisismo que são as selfies. A beleza está nos olhos de quem a contempla, dizem. E se assim é, se forem sempre apenas os nossos próprios olhos a admirarem a sua própria imagem refletida num écran dum telefone móvel, a coisa deixa de ser bela. Passa a ser tão só patética.

Certo, devemos amarmo-nos a nós próprios em primeiro lugar. Antes de falarmos tanto em selfies já haviam auto-retratos. Vários grandes fotógrafos fizeram-nos amiúde a eles próprios, desde Daguerre até aos nossos dias.

Mas não devemos cair na tolice de ficarmos sós a amarmo-nos a nós próprios. Devemos deixar outros amarem-nos com a sua visão. Com a sua lente. Com a adequada dose de engenho e arte, haverá sempre algo de belo em nós que só outros olhos que não os nossos poderão revelar ao mundo.

Por isso, ó gentes, parem de tirar só selfies atrás de selfies!… 

Garantam alguém em quem confiem que domine a arte de captar a vossa alma. Que será sempre com muito melhores resultados do que as inúmeras tentativas que vocês fazem a sós. Acreditem!…

Tu que me lês, permite-me que eu te mostre o teu interior.

Quero ser o teu fotógrafo oficial. A minha destreza vai levar-te a observar o que nunca viste ao espelho.

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

• Ressuscitar um clássico

Neste Portugal dos anos 30 do século passado houve uma família portuense de aventureiros, os Irmãos Ferreirinha, que se arremeteu a criar uma marca automóvel, a Edfor. E desenhou um veículo desportivo de linhas muito arrojadas para a sua época.

Eu creio que este carro é tão fascinante no seu design que merecia largamente ser de novo produzido nos dias de hoje, numa escala artesanal. E em versão eléctrica. Já que os veículos que têm de recorrer a combustíveis fósseis parece que vão ter os seus dias por fim contados. E talvez muito mais breve do que a maioria de nós nem sequer sonha.

Ah, se eu tivesse o dinheiro necessário para fazer reviver este Edfor Grand Sport, que deveria ter tido uma vida bem mais longa... Ok, "prontes", isto é só mais uma ideia peregrina, o que é que se há-de fazer?...

terça-feira, 12 de julho de 2016

• Devaneios

Fase parada, esta que atravesso, depois do Magical Mystery Tour que fiz no mês passado…

Queria continuar a fazer mais do mesmo: tours privados, tailor-made ou à medida do cliente. Ou com carta branca para definir percursos ao sabor da inspiração do momento. Que foi um pouco do modo como este último tour decorreu.

Por outro lado, continuo também a querer acarinhar a ideia de negócio da SportAnima. Deve haver uma forma de poder conciliar estas duas actividades. A de tours turísticos e a animação turística de vertente desportiva desta aqui citada ideia.

Entretanto, enquanto não encontro um ovo de Colombo, distraí-me a conceber a decoração exterior das vans que poderão um dia radioso servir de ferramenta para essa empresa a criar.

Em cima temos o tipo de van para o transporte de até oito passageiros, com o logotipo da SportAnima colocado nas portas laterais e frontais. 

Ao lado, temos outra van, esta para o transporte de material desportivo, tal como mesa de ping-pong - não aprecio usar esta expressão, mas é para não usar “ténis de mesa” e repetir este último vocábulo… -, alvos de tiro com arco, equipamento de esgrima e kendo, máquinas lança-bolas para treino intensivo de tennis, equipamentos de atletismo, bicicletas de estrada ou btt, etc..

quarta-feira, 29 de julho de 2015

• Architect needed for a work of passion

I need an architect. For develop along with me a new project which is a work of passion. Someone to whom I can pass the very same passion I have about this idea of mine. To make this idea his own, even. Because he/she will have to work on that for free. To fill a little more his/her architecture portfolio. Perhaps with the work of his lifetime.

The idea I’m talking about is this one, that is roughly described in a previous post on this blog and can be read in english clicking here.

For starters, the core of what could turn out to be his whole new concept, a “gastronomic spa” - its most exclusive area, where people would relax during a whole day, taking massages from time to time, enjoying a beautiful sunshine day by a pool side or inside it, tasting delicacies such as the finest beverages and gourmet food - should be somehow like this example, in the photo below.

Alea jacta est. The challenge is launched. 

And now, also and specifically for my fellow countrymen who could be interested on such a work of passion…

Eu preciso de um arquiteto. Para desenvolver junto comigo um novo projeto que é um trabalho de paixão. Alguém a quem eu possa passar a mesma paixão que tenho sobre esta minha ideia. Para tornar esta ideia como sua, mesmo a sério. Porque ele/a terá que trabalhar sobre isso a título gratuito. Para preencher um pouco mais o seu portfolio de arquitectura. Talvez com a obra da sua vida inteira. 

A idéia de que eu falo é esta, que é sumariamente descrita num post anterior neste blog e que pode ser lido em português clicando aqui.

Para começar, o núcleo do que poderia vir a ser todo este novo conceito de um “spa gastronómico” - concretamente a sua zona mais exclusiva, onde as pessoas relaxariam ao longo de um dia inteiro, tomando massagens de vez em quando, apreciando um bonito dia solarengo ao lado duma piscina ou no seu interior, degustando iguarias como as melhores bebidas e comida gourmet - deverá ser de alguma forma como neste exemplo, na foto acima.

Alea jacta est. O desafio está lançado.
______________________________________________________

Nota: Entre o conjunto dos arquitectos de nacionalidade portuguesa, gostaria especialmente de contar com o concurso de Dina Maria Néné Rosa, membro n.º 9472 da Ordem dos Arquitectos; bem como o de João Carlos Rito de Oliveira Afonso, membro n.º 2269 da mesma Ordem, que são dois bons amigos que fiz no meu passado.

terça-feira, 21 de julho de 2015

• SportAnima (international release)

SportAnima. This is the name I have chosen for a business idea in the field of tourism activities, aimed particularly to the practice of some sports that I feel should be considered more often.

This idea came to me because of the combination of several factors, opinions and experiences.

The experience part is related to something on which I was involved until the end of last year’s tourist high season. I’ve been a typical tourist entertainer in the most attractive touristic region in Portugal, the Algarve. And I want to continue being one. Anywhere in this whole world. But not in a way that favors traditional activities, very much in vogue for what can be called as the touristic globalized offer for the masses. I’m taking about group activities such as water gymnastics, afro-latin dance classes and others. People generally believe that particularly those tourists that exhausts low-cost hotel units capacities want this. I do not. I think one should offer them something better.

There is so much to still do in innovative ways in sporting activities for tourists. Some new activities should be offered to be found out how enjoyable they can be. Other traditional activities have this margin for progression towards perfection so huge, still.

Also, the kind of sporting activities that I will talk about don’t have to stick only as an available service in hotel units. No. It should also be a service to be provided to schools and to the public, in general. In order to allow, to whom have never done these, the experience of practice and/or immersion in a given sport. Awakening vocations. Encouraging the continuation of its practice.

This entertainment service that I imagine is also ideal to be available in sporting goods large distribution sale areas. As major examples in my country market, Decathlon, SportZone and Sports Direct.

In these large stores, like supermarkets of sporting goods, the mere sight of articles exposed in some lesser known sports areas in itself encourages clients to try them. But one can enhance sales of these items if we do not passively confine to expose them. If we take people to try them, right there in the store. Guided by what can be called as "customers-actors".

Decathlon stores are most appropriate to have this entertainment service. Both indoors, in specific areas such as golf and table tennis; and outdoors, with areas to practice sports such as mountain biking, skating, soccer, basketball, etc.. It would be interesting, in addition to these, also archery (of course, implemented with strict safety rules), fencing (not only the olympic sport but also something on which one handles a sabre, kendo, the japanese martial art), tennis, badminton, etc..

About Kendo, it was once regarded in last century final decades as one of the sports of the future. One that would have the number of its practitioners growing fast, worldwide. As it was suggested in a famous science fiction tv series. Just to try wearing once all this kendo outfits is a great experience in itself*. One puts himself in the skin of a samurai warrior for a while.

Racquet sports are also very dear to me. Badminton and specially table tennis are among those sports who more develop fast thinking and reflexes and, therefore, our brain. Not considering the world of strategy games like chess, of course. Studies reveal that fencing and kendo also have this effect. All these sports are moreover adequately scenic to captivate practitioners or photography enthusiasts to follow them while in store, thus attracting even more people to enhance sales.

Archery** and tennis are other activities that cause me great enthusiasm. On archery, I have an idea to create targets with a support structure for an all-terrain use. As for tennis, I think we must innovate with a larger use of ball machines in intensive training in tennis academies. One of the gains that SportAnima aims to bring the panorama of sporting activities is to provide the experience of using these ball machines, much since the beginner or casual player levels. To let people experience a bit of the way pro tennis players have in their daily lives.

Also for table tennis, I have an idea to create tables with an innovative design, again using a very popular item sold in Decathlon stores, the Rollnet. Specially designed to use all the potential of this fine item, including the aesthetic. Being this field, aesthetics, something very neglected, in my view, in the full item range of supply of Decathlon and this market, in general.

These tables - as well as the archery target support structures mentioned above - have also to be suitable to be transported in a van, because SportAnima will be a traveling entertainment service.

As said before, In addition to sporting goods stores, SportAnima services can be taken to schools, public institutions and hotel units. Promoting its various sports activities already mentioned and still others like athletics. To give a new life and greater use to so many sports complexes in all countries, especially those outside large urban centers. With the natural benefits that these centers can gain. Shaking the local serenity of a given place in a positive way. And potentially lucrative for tourism in the region.

There are nowadays many track and field athletic complexes that I presume with little use, all over the world. This is a main opportunity for SportAnima.

In athletics we must get people, whether school children or tourists who visit us, to experience, for example, put on those very expensive shoes for speed events, 100 to 400 meters. With hurdles or not. And jumps, either in length or in height. Or just about anything you can finally do in an athletics track, like javelin, discus or hammer throw. With an entire surrounding ambiance that allows us to feel like being olympic athletes for a few moments. 

How many of us would neglect to have this experience, just to put on some shoes like those of Usain Bolt for a moment and see if they can fly with wings on his feet as he does? We see these shoes on store shelves but we believe that will not be worth the investment in its purchase, just for a use to give them so elusive. Here again our partnership with a sporting goods store like Decathlon would bring good dividends for both companies.

The enthusiasm that SportAnima’s sports entertainment services can wake up in so many of us should be our best guarantee of sustainability and viability. 

What's more, there are nowadays some hotel units that are run all year round open doors for niche markets, such as national teams training periods for élite athletes. This is the case in my country, Portugal, of Herdade da Cortesia in Aviz, Alto Alentejo, for rowing athletes. Several others exist to supply the demand of sportsmen winter season training periods. For those sportsmen living in less mild climates than those of southern Europe.

So, in sum, what can SportAnima be?

  1. A tourist entertainment service, particularly aimed to offer sports activities on exclusive or top class hotel units.
  2. A in-store entertainment service, aimed to promote sports activities, with the goal of attracting more customers and enhance sporting goods sales.
  3. A supplier of experiences in new sports, other than the most popular ones like team sports, for school children, teenagers willing to find their best sport skills and public in general, of all ages.
  4. An entertainment service for élite sportsmen recreation times during pre-season, pre-competition or pre-match special training periods, allowing athletes to learn about and enjoy different sports from the ones they are professionally engaged.
  5. A think-tank and counseling service for the better and most enjoyable practice of sports on already existing or to be built sports facilities.
  6. A promoter of a larger use of sports facilities in small communities, enhancing these to a better tourist offer.

______________________________________________________

Note: This very same post has been already written in portuguese, my mother language, but now I felt like sharing this SportAnima’s concept to a wider audience.

* And the same goes to all other sports that are mentioned in this SportAnima’s concept presentation. For instance, one might find a bit funny some golf outfits, but nevertheless one would like to try to wear them at least once in one’s life, don’t we all?

** Archery is in some of the finest places around this world to have great relaxing vacations a major activity, in the overall tourist offer of some of the most exclusive hotels units. Like in the Banyan Tree Al Wadi hotel and resort, in the United Arab Emirates. Where one is invited to step into the shoes of an arabian archer.

terça-feira, 26 de maio de 2015

• SportAnima

SportAnima. Este é o nome que escolhi para uma ideia de negócio na área da animação turística, especialmente vocacionada para uma vertente desportiva.

Esta ideia surgiu em mim devido à conjugação de diferentes factores, opiniões e experiências vividas.

Quanto à parte das experiências, estive até há uns meses atrás activamente ligado à animação turística. E quero continuar. Mas não nisto que está muito em voga, de hidroginásticas, zumbas e outras que coisas que tais, que se julga que o turismo de massas que esgota a lotação de unidades hoteleiras low-cost quer à força toda. Não.

Há muito a fazer de forma inovadora na animação turística e desportiva. Algumas actividades há que é gritante fazer descobrir. Outras actividades há em que a margem de progressão rumo à perfeição é enorme.

E o tipo de animação desportiva que preconizarei não tem de se cingir apenas como serviço turístico. Não. Deverá também ser um serviço a prestar a escolas ou público em geral, de modo a proporcionar, a quem nunca o terá feito, a experiência da prática e/ou da imersão numa dada actividade desportiva. Despertando vocações. Incentivando a continuação dessa prática.

Este serviço de animação que imagino é também ideal para ser disponibilizado nas já familiares grandes superfícies de distribuição e venda de artigos desportivos. Como por exemplo, a Decathlon, a SportZone ou a Sports Direct.

Nas lojas destas grandes superfícies, a simples visão dos artigos expostos nas suas prateleiras de desportos menos conhecidos ou divulgados já de per si incentiva a experimentá-los. Mas é possível potenciar bem mais as vendas desses artigos se não nos limitarmos passivamente a expô-los. Se levarmos clientes a experimentá-los ali mesmo, em loja. Orientados por aquilo a que já ouvi chamar de “clientes-actores”.

Algumas lojas Decathlon são das mais adequadas a ter animação, tanto no seu interior, em áreas específicas como a ala do golf, como no exterior, com amplas superfícies para a prática de desportos tais como o btt, a patinagem, o futebol, o basquetebol, etc… Seria interessante juntar a estes o tiro com arco - com rigorosas regras de segurança implementadas - a esgrima - não só a olímpica mas também algo em que se manipula um sabre, o kendo, arte marcial japonesa - o ténis de mesa, o badminton, etc…

Estes últimos desportos são-me mais caros. Desportos de raquete como o badminton e sobretudo o ténis de mesa são dos que desenvolvem mais o raciocínio e os reflexos rápidos e, em consequência, o cérebro. Isto fora do universo dos jogos de estratégia como o xadrez, como é evidente. Estudos revelam que a esgrima e o kendo também têm esse efeito. Sendo estes desportos de luta além disso adequadamente cénicos para cativar quaisquer acompanhantes dos praticantes destes ou simples assistentes que gostem de fotografia.

O tiro com arco e o tennis são outras actividades que me causam mais entusiasmo. Não é fácil adequar uma área com toda a segurança necessária para se usar uma arma letal como um arco e flecha mas não será de descartar como impossível. Quanto ao tennis, julgo que há que inovar com uma utilização maior de máquinas lança-bolas no treino intensivo no nosso país. Uma das mais-valias que a SportAnima pretende trazer ao panorama da animação desportiva é proporcionar a experiência do uso destas máquinas ao jogador iniciante ou ocasional.

Voltando atrás ao tiro com arco, tenho uma ideia de criar alvos com uma estrutura de suporte para um uso todo-o-terreno, recorrendo a artigos vendidos na Decathlon e outros. 

Quanto ao ténis de mesa, tenho uma ideia de criar mesas com um desenho inovador, mais uma vez recorrendo a um artigo muito popular vendido na Decathlon, a rede Rollnet. Especialmente concebidas para retirar todas as potencialidades desta rede Rollnet, inclusive as estéticas. Sendo este campo, a estética, algo muito descurado, a meu ver, em toda a gama da oferta da Decathlon e no mercado em geral. 

Estas mesas - bem como as estruturas de suporte de alvos referidos anteriormente - serão também adequadas a serem transportadas numa furgoneta, porque a SportAnima será uma empresa itinerante.

Esta itinerância da SportAnima será de modo a que o seu serviço de animação seja prestado de uma forma rotativa por várias lojas Decathlon, em todo o país. E falamos da Decathlon por agora apenas porque nos parece ser esta o parceiro ideal para a Sportanima.

Além das lojas Decathlon, a animação da SportAnima pode ser levada a escolas, instituições e unidades hoteleiras. Promovendo as várias actividades desportivas anteriormente referidas e ainda outras mais, como o atletismo. Para dar outra vida e uma maior utilização a tantos complexos desportivos espalhados pelo nosso país, sobretudo fora dos grandes centros urbanos. Com os naturais benefícios que esses centros podem colher de existir este serviço de animação, sacudindo uma natural pacatez local duma forma positiva e potencialmente lucrativa para o turismo da região.

Há hoje em dia muitas pistas de atletismo que presumo com escasso uso. Em Benavente e Ponte de Sor, para dar exemplos do interior que eu mais conheço. Mas também complexos como os de Rio Maior ou de Vila Real de Santo António podem beneficiar bastante com algo como o que a SportAnima oferece.

No atletismo há que levar as pessoas, sejam jovens em idade escolar ou turistas que nos visitam, a experimentar, por exemplo, calçar aqueles very expensive sapatos de bicos para corridas de velocidade, dos 100 aos 400 metros. Com barreiras ou não. E os saltos, seja em comprimento ou em altura. Ou praticamente tudo o que se pode, enfim, fazer numa pista.

Quantos de nós não desdenhariam ter essa experiência apenas de calçar uns sapatos como os do Usain Bolt por uns momentos e ver se conseguem voar com asas nos pés como ele? Quando vemos esse sapatos nas prateleiras das lojas mas julgamos que não valerá a pena o investimento na sua compra só para um uso a dar-lhes tão fugaz? Aqui mais uma vez a nossa parceria com a Decathlon daria mesmo bons dividendos às duas empresas.

E quando falamos de experimentar correr como o Bolt, podem falar também de sentir o que é lançar um disco ou um dardo ou um martelo. Com toda uma envolvência que nos permite sermos atletas olímpicos por uns breves momentos. Enfim, vivências que nos poderão levar a querer ser praticantes mais regulares de actividades desportivas diversas. De ser clientes fidelizados da SportAnima e dos nossos parceiros, como a Decathlon.

O entusiasmo que os serviços de animação turística e desportiva da SportAnima podem despertar em tantos de nós são a sua melhor garantia de sustentabilidade e viabilidade. Ainda para mais existindo hoje em dia unidades hoteleiras que funcionam de portas abertas o ano inteiro para nichos de mercado como selecções nacionais inteiras de atletas de alta competição, como a Herdade da Cortesia em Aviz, no alto Alentejo. E outras para estágios de inverno de desportistas de climas menos amenos do que o do sul da Europa.

sábado, 25 de outubro de 2014

• Já sei!.. :-)

É isso mesmo! Já sei finalmente o que quero fazer profissionalmente para o resto da minha já bem recheada vida activa: trabalhar onde os outros estão de férias.

Isto pode parecer um pouco masoquista. Mas de facto trabalhar onde outros estão no bem bom do dolce far niente é estar num ambiente descontraído. Onde por vezes algum stress até será bem vindo. Sobretudo se for para suprir alguma urgência. Como mudar o estado de espírito de alguém que se encontra tristonho para o de uma extrema felicidade instantânea.

Também pode parecer uma actividade que sofrerá de uma certa sazonabilidade. Isto é, não ser possível exercê-la durante todo o ano. Julgo que hoje em dia já não será bem assim. Mesmo no nosso país, este Portugalito, já há pessoas que preferem gastar o seu crédito de tempo de férias não apenas no verão. E depois, em todo este mundo dos deuses, é sempre verão em qualquer recanto do planeta. Há sempre hordas de turistas a invadirem um lugar distante qualquer, em qualquer mês do ano inteiro.

Trabalhar onde os outros estão de férias será assim, portanto, uma actividade que exigirá uma certa itinerância. O que para um tipo que tem a ambição de se tornar num globetrotter à custa do seu ganha-pão até é super cool!…

Cuidava eu que a área onde teria mais chances de arranjar emprego e maiores aptidões para o desempenhar seria a da recepção de hotéis. Hoje tenho os horizontes mais alargados. É na animação turística que eu me encaixo melhor.

E estou prenhe de umas ideias peregrinas bem quentes nesta área!… Aqui neste blog um dia as hei-de concretizar e desenvolver mais em detalhe. Já tanto se faz em animação turística na Lusitânia mas ainda há tanto, mas tanto, que se pode fazer mais e de formas inovadoras, meus deuses!… Isto tanto na animação diurna como nocturna, nas mais variadas categorias de hotéis e resorts.

Por agora vou terminar com a apresentação de imagens desta minha mui recente aventura profissional, divulgando um álbum de fotos do meu perfil no facebook, que justamente intitulei de “As minhas aventuras no Hotel Vila Galé Náutico”. E recomendar também a leitura de posts nos meus dois outros blogs, Giuseppe Pietrini a presidente e Cidadania Rasca, destes dois últimos meses de Setembro e Outubro de 2014, onde inevitavelmente esta temática é igualmente abordada, com um espírito levíssimo de quem se encontra imensamente feliz no seu dia-a-dia.

segunda-feira, 14 de abril de 2014

• Vinum et Caseus*

Ok! Let's imagine a wine & cheese bar or restaurant, something already relatively common, particularly in emerging countries on the wine world. I’m talking here of wine production or consumers on the more fast growing or traditionally demanding markets.

That will be not quite what this idea of today deals about. Let's think of a broader concept. Let's add to this initial base of a place to taste these two delicacies, wine and cheese - and not exclusively - also a kind of gourmet grocery store, in the reception and entrance hall for the remaining restaurant space. Just for getting mouths quickly watering with the perspective of what will follow...

After traversing this area, there will be another, with an informal and relaxed atmosphere, where we can then pass to the food and beverage tasting. Whose curiosity about the products has been wisely awakened and driven in the previous space.

This second area may not be very different from a typical wine bar or restaurant. Not being particularly devoted to a so called normal meals service, although it will be possible to study the inclusion of this functionality.

Now let’s think of a third area, the most innovative of all. That we will pompously designate as a "Gastronomic Spa".

This space will allow the enjoyment of the tranquility of a garden - covered in the colder times of the year - which will resemble that of an ancient Roman villa and manor. Equipped with small pools, jacuzzis, water games, massage areas, lawns sprinkled with puffs, arcaded galleries with chaises longues, in the ancient Rome style. And even more one can later think of to boost a fully relaxing experience.

In a line, we’re talking of a space where a man - and the entourage accompanying him - can feel like being a rich tribune of the Roman senate, with all the perks that one wishes to be pampered a day in our lifetime.

A haven where one allows his innermost and intimate dreams free to fly. And wake up to what hasn’t been dreamed yet.

This can be something that goes far beyond an ordinary catering service. It can be a beacon for the future trends of the restaurant business and high quality and innovative tourism.

It is not intended here to organize events like Roman orgies. As advertised on this poster here. Or even bacchanalias, like the event in this announcement here. But there must be something that will appeal to our hedonistic spirit constantly, as this famous international resort chain, whose website can be seen clicking here.

Activity programs will be very carefully studied to occupy an entire day at this particular spa. Not just a few hours but an entire day, living it like a great tzar would do it.

As for the core business, ie, products to buy and/or consume in this new and inspiring touristic concept, our wines and cheese... attempts will be made to present our king, the client, with product samples of everything that is done in any corner of the world. Since we live in a highly globalized market. And increasingly growing, still.

We will not fall into a patriotic temptation to give particular emphasis to domestic products. Even because this will prove to be unnecessary, perhaps. Portuguese wines and cheese will show up to be not at all diminished in comparison with the same products from the rest of the world. Quite the opposite, in fact, we’re sure about this.

We will not highlight as well the more exclusive and expensive wines and cheese. This gastronomic spa is not intended to captivate those who are the greatest experts in these products. Those who can say, just by smelling a simple cork removed from a wine bottle, from what vineyards and what year is the nectar they are tasting.

We intend to release even a certain snobbery from the ambiance of this spa. It has to be a place where any neophyte won’t feel uncomfortable, by all means.

We mainly want this to be a place where one can experience new stuff. Curiosities. Products from the more unusual or unexpected sources. That we will search for, in a continuous, non-stop manner.

That is, realizing a little more, wines widely less known due to their origins. Such as Japan, Brazil, China, Moldova, India, the Middle East, Uzbekistan, Canada, Crimea and the Caucasus region, where it is agreed that the vineyard planting for wine production was born. Or lesser known beverage varieties. Like Eiswein (ice wine) or the most recent sushi wine.

Or the more unusual cheese. As Juustoleipa, also known as the finnish bread cheese, made mostly ​​from reindeer milk. Which people will find, with some surprise, particularly suited to be grilled, because it does not melt. It just gets caramelized with heat. And it's to be devoured as a dessert, along with jam and sweets.

And there’s no way for us to be limited to wines and cheese. There’s a whole range of other beverages, alcoholic or not, which may be welcome in this spa concept. Like for instance beer, cider, mead and other spirits, plain grape juice, sodas and rare mineral waters. And bread, which takes so many forms and flavors in this world. And fine charcuterie. Seafood. Sushi. And etc. .

And not forgetting, of course, the dessert chapter. Like chocolate, a product par excellence to match dessert wines. And some lesser known delights made with wine. As Sagu, from Rio Grande do Sul, Brazil. Or Port wine ice cream. Or the locally so called convent pâtisserie. And etc., once more.

This is, in a short abstract, one of my favorite business ideas, came from my alleged prolific imagination.
______________________________________________________

* Wine and cheese, in latin.

Author's note: this is a remake of another post in this blog, formerly written in portuguese. I decided to re-write it in english in order to a wider public audience be able to read this concept. Some people out there in the big whole world may find this a perfectly astounding business idea, I hope. Seriously.