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quarta-feira, 22 de julho de 2026

• Esta World Cup que findou

Tem sido usual neste blog cada quatro anos fazer referência ao Campeonato do Mundo de Football quando este acontece. Desta feita nem assisti a qualquer partida, desde o jogo inaugural até à final.

E também não mostrei aqui imagens dos estádios utilizados neste competição. Como fiz nas edições de 2022 e 2018. Porque eram lots of venues. Dezasseis ao todo.

Mas vou deixar pelo menos uma imagem dum dos estádios que mais me impressionou pela sua arquitectura. E pelo seu sponsor ser uma marca de automóveis não americana. Curioso porque a principal fábrica de automóveis deste fabricante europeu não está em Atlanta nem no estado da Geórgia. Está em Vance, no Alabama.

Bom, tende paciência, caros leitores, mas se quereis ainda recordar todos os magníficos estádios do Mundial dos Estados Unidos da América, Canadá & México - mesmo após esta colossal competição ter findo - vide um video sobre o tema, clicando aqui.

Agora, se estes dezasseis estádios os deixam impressionados, esperem só até um dia (um ano, melhor dizendo) calhar a vez da República Popular da China de organizar este evento...

segunda-feira, 23 de março de 2026

• Cowork

Este mês de Março estou em modo homeless. Mas não a 100%. Só entre as 8:00 da manhã e as 18:00 da tarde. Devido ao que já confessei noutro dos meus blogs.

Nesse espaço de tempo tenho andado a recolher-me da chuva e do frio em espaços cowork. Que ainda os há gratuitos. Como é o caso do ilustrado na foto acima, num minimercado Auchan na Avenida da República, Lisboa. E duma agência do banco Santander no bairro de Santos, também na capital.

Se alguns nómadas digitais estiverem a ler isto, estou lixado. Esses sacaninhas vão passar a lotar estes espaços. Mas isso de qualquer modo é praticamente inevitável.

É pena as bibliotecas públicas não estarem na sua grande maioria dotadas de espaços como estes. Assim de repente só me lembro da biblioteca José Saramago, em Loures. Que eu muito usei quando vivi naquele trambolho de cidade.

Se for para ficar tranquilamente sem ter que falar em reuniões online no Microsoft Teams ou no Zoom recomendo a Fábrica das Palavras, a biblioteca pública de Vila Franca de Xira. Ou o lindíssimo Palácio das Galveias, no Campo Pequeno, Lisboa.

Se tiverem outras sugestões, caros leitores, queiram botá-las nos comentários deste post. Please.

segunda-feira, 29 de setembro de 2025

• Moedas de Euros valiosas

Na senda do que aqui neste blog já foi escrito acerca duma moeda de €2 francesa - que se tornou muito procurada por coleccionadores de numismática - venho agora divulgar que consta que anda por aí a circular uma moeda comemorativa de €2 da Eslováquia e de 2009, que pode estar nas nossas carteiras e que…

…está a atingir valores de compra em sites como o eBay em torno de... (hummm...)  €25.000 (vinte e cinco mil aéreos).

Tudo porque foi a primeira moeda comemorativa cunhada por este país, que teria recentemente aderido à moeda única. E no entanto não era exclusiva da Eslováquia. Era uma emissão comum a todos os países do Euro. Relativa à criação da própria divisa, da dita UEM, União Económica e Monetária

Num post seguinte irei falar de outras moedas de Euro e de cêntimos do Euro que se tornaram procuradas por diversos motivos. Aguardai, leitores sequiosos de novidades.

quarta-feira, 4 de junho de 2025

• Moeda de €2 francesa especial


Consta por aí que há uma moeda de dois euros, francesa, emitida no ano de 2001, que pode chegar a valer cerca de 700 euros.

Esta moeda tem no anverso uma “árvore da vida” e o lema da república gaulesa 'Liberté, Egalité, Fraternité'. O detalhe que faz com que esta moeda seja realmente valiosa são os erros de cunhagem.

Esses erros de cunhagem são os dois números '0' de 2001 que sobressaem do bordo prateado do reverso, invadindo a zona dourada, bem como algumas das estrelas.

Eu possuo uma destas moedas em bom estado, tal como se mostra na foto acima. Vendo a dita cuja pela melhor oferta. Quem se chega à frente, senhores?…
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Nota: Além desta moeda de €2 francesa, possuo também várias moedas de €2 de diversos países europeus, de edições especiais comemorativasmoedas de 1 cêntimo alemãs também especiais; bem como varias moedas antigas de escudos de edições especiais comemorativas, cujo exemplo pode ser consultado num anúncio online, clicando aqui.

terça-feira, 3 de dezembro de 2024

• Procuro casa para alugar

 É isto mesmo, procuro casa para alugar. Mais, procuro alguém para partilhar comigo o custo da renda dessa dita casa ou apartamento.

Que pelas minhas conveniências actuais seria a arrendar nas zonas de Venda do Pinheiro, Malveira, Póvoa da Galega ou nas cercanias destas localidades.

Hoje em dia a habitação, que é um direito* consagrado na nossa constituição, está pela hora da morte. Praticamente em todos os países ditos civilizados. E alguma coisa vai ter de ser feita pelos governos desses países. Para garantir esse direito. Não basta o princípio de se proclamar que é um direito.

Deixando livremente o mercado imobiliário determinar os custos das habitações nunca mais estas irão ter valores a baixar significativamente, de modo a que a maioria dos cidadãos os possam suportar sem fazer imensos sacrifícios.

No meu caso pessoal creio que só poderei suportar o encargo mensal duma renda dum apartamento em torno dos seus €600** (seiscentos aérios) se a minha reforma antecipada vier a ser atribuída, finalmente.

Ainda me faltam 2 anos e alguns meses para ter a reforma por inteiro. Até lá espero não ter de me conformar com a minha condição actual: a viver num apartamento de quartos partilhados, com vários imigrantes, sobretudo africanos.

Com a experiência de causa que vou tendo, desde há quase meio ano, não é nenhuma pêra doce, afianço-vos, meus leitores...
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* Eduardo Souto de Moura, um dos dois maiores arquitectos da nossa praça, defendeu um dia que o estado deveria criar um “Serviço Nacional de Habitação”, tal como criou na Saúde o SNS. Assim como o estado garante a todo cidadão cuidados de saúde também deveria garantir acesso a habitação. E já agora, condigna.

** Não existe praticamente senhorio nenhum que ofereça uma casa decente, por pequena que seja, tipo T0 mesmo, por valor inferior a estes €600. E digo por todo o país, não só nas grandes áreas metroplitanas de Lisboa e Porto.

quinta-feira, 22 de agosto de 2024

• 15 anos

Quinze voltas em torno do Sol. Quinze!... E eu continuo aqui a escrevinhar nos meus três blogs. Ultimamente, em abono da verdade, sem praticamente ninguém que me leia.

Será que num futuro não muito distante algum ciberarqueólogo militante descobrirá os meus hieróglifos?…

terça-feira, 30 de maio de 2023

• Liquidação total

Vou entrar em liquidação total. Vendo livros, revistas, documentos históricos, colecções de selos e moedas, relógios, bibelots, etc..

Até eu mesmo vou estar à venda. A alma já está praticamente prometida ao diabo. O corpo ainda está em leilão. Tudo, tudo em excelente estado. É ver para crer.

E vou começar com uma pequena amostra do meu inventário. Uma rara moeda de 250$, duma edição especial comemorativa dos Jogos Olímpicos de Seul 1988.


domingo, 29 de janeiro de 2023

• O ano do coelho

Parece que já começaram as celebrações do Ano Novo Chinês nesta semana que ora finda... Que desta feita é o do orelhudo Coelho.


Como de costume nos meus blogs, aqui vou deixar alguns exemplos gráficos que ilustram este evento. Só numa de cumprir a tradição.

E mais não me soe por ora divagar, porque me falta a vontade. Este ano de 2023 não se encetou da melhor forma para a minha pessoa, particularmente. Mas assim sendo, há fortes hipóteses kármicas de poder vir a melhorar. Enfim, a ver vamos.


domingo, 27 de novembro de 2022

• Qatar 2022 FIFA world cup

E aí está uma vez mais, desde há mais de uma semana, o tempo do outro ópio do povo, como há quatro anos atrás.

Depois de ter sido o maior país do planeta a ter albergado alguma vez este campeonato do mundo de football, a Rússia, chega agora a altura do mais pequenito, o Qatar.

Muitas vozes se têm levantado, tardiamente a meu ver, contra a organização deste evento global ter sido entregue a este país árabe.

Independentemente de que money speaks louder, creio preferir que qualquer país do mundo que ainda não tenha tido a honra de organizar um evento desta dimensão tenha vantagem sobre outros que já tenham tido essa oportunidade.


E já que dinheiro não é problema nestes países que ainda vivem muito à custa desses recursos naturais finitos que são os combustíveis fósseis, que sejam estes mesmos a gastá-lo à fartazana nessas infrastruturas efémeras que são os grandes estádios de football.

No caso actual do Qatar e neste aspecto não houve nenhumas poupanças. Pode-se contestar o governo e a sociedade qatari mas também se devia reconhecer o que estes estão desprendidamente a oferecer ao resto do mundo.


Que é uma organização em que estão a dar o seu melhor. Em que estão a acolher hospitaleiramente povos de todas as paragens deste planeta, inclusivamente de países que não participam com as suas selecções nacionais.

Um campeonato quase sem álcool e sem os problemas que daí muitas vezes surgem. Zero desordens antes, durante e após os jogos. A julgar pelas aparências e até agora. Um são convívio entre fans deste desporto e muito mais cosmopolita do que em anteriores ocasiões. Isto também devido a serem muito mais os forasteiros a viver nesta pequena porção de terra - diria antes talvez areia - do que os nacionais qataris.


Um dia ainda queria ir até lá, para constatar o que vai acontecer a tanto estádio de football concentrados numa área bem diminuta. E porque também apesar de tudo o que lhes apontam, a sociedade qatari será bem mais amistosa e hospitaleira do que noutros países árabes, como por exemplo, a Arábia Saudita e o Irão.

E mais um vez como há quatro anos, eis acima e também abaixo a minha contribuição para o mundo do ludopédio. A divulgação de aerial views de todos os estádios palcos de partidas de football que talvez superem mesmo as promessas do anterior campeonato na Rússia: de serem os mais belos de todos os tempos. Isto vai ser, pelos vistos, uma aposta sempre renovada, de quatro em quatro anos.



domingo, 30 de janeiro de 2022

• Vendo o meu tempo

Vendo o bem mais valioso: o meu tempo.

Esta promoção é limitada ao stock existente e também exclusiva a uma clientela seleccionada.

Aguardem-me, meus leitores, por mais detalhes. Que agora não tenho vagar. Ou então, proactivamente, contactem-me.

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Nota: E se não souberem como me contactar é porque provavelmente estão a ler este blog num smartphone e num browser com vista simplificada. Se lerem este blog num computador ou num tablet já conseguirão ver claramente uma coluna direita, onde estão as mais diversas formas de entrar em contacto comigo.

sábado, 22 de agosto de 2020

• 11 anos

Onze anos a escrevinhar em três blogs, tendo sido este o primeiro. Deveria ter bem mais vontade de celebrar este marco temporal… Que apesar de tudo, tem que ser considerado um feito. Mesmo que seja apenas quixotesco...

Mas estamos em 2020. Julgo que não é preciso dizer mais nada.

quinta-feira, 22 de agosto de 2019

• 10

Dez anos. Há dez anos que sou um blogger. Há dez anos que mantenho esta disciplina de escrever pelo menos um post por mês, em cada um dos três blogs que fui criando, ainda no primeiro ano desta actividade talvez supérflua e fútil. Sem falha.

A impressão fica que ao longo destes dez anos as pessoas foram deixando de ler blogs. Ou talvez não…

Talvez aqueles que se iniciaram na blogosfera bem no início deste fenómeno digital tenham garantido logo cedo a sua massa crítica de leitores. Ou pelo menos alguns destes. Aqueles a quem algum golpe de sorte tenha bafejado. E por isso tenham atingido um estado de graça que não se desvaneceu.

Talvez eu tenha chegado já tarde á blogosfera. Talvez os assuntos que abordo não sejam nada mainstream. Ou não são apelativos, tout court. Ou não haja um target* bem definido para o meu estilo de escrita.

Em boa verdade, tantas mais razões podem existir, afinal, para não ter alcançado um suposto sucesso que de uma forma largamente optimista eu sempre esperei obter...

Mas pouco importa. Talvez eu persista mais outros dez anos. Não sei. Não tem de haver uma altura para um homem que gosta de escrever se reformar dessa azáfama. Alcance o nirvana do sucesso ou não.

Algum tipo de sucesso garanti hoje mesmo, de qualquer modo. A partir de hoje posso legitimamente sentir-me mais livre e autónomo. E também mais produtivo na profissão que tenho abraçado neste últimos três a quatro anos. Ou por outro lado, sobretudo vou ser mais criativo. E o serviço que presto mais apreciado pelas gentes viajantes.

Pois é, hoje talvez tenha chegado o boost que me faltava. Para tudo. Como guia turístico e como blogger. Como fotógrafo amador, também talvez. Na missão que julgo ter neste mundo.

E o que é curioso é que a minha muleta aguardou um ano inteiro para que alguém - no caso sou eu o sortudo - passasse a dar-lhe um sentido de utilidade. Quiçá mais um sinal dos deuses a significar que tem que ser desta**!… 
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* Em termos de idade ou de género, não parece haver um público-alvo alargado para o que a minha pena produz.

** Para além disto, o dia começou nada mal, com um bom augúrio. Com um record absoluto de page views, assinalado pelo website statcounter.com. Mas o que era mesmo fixe eram os comentários nos posts dos três blogs voltarem a ressurgir. E não mais abrandarem.

quinta-feira, 25 de julho de 2019

• Está quase...

Este corrente sétimo mês deste anno da graça de dois mil e dezanove tem sido de uma correria sem parança. Du boulot sans cesse! J’ai bossé et bossé presque sans arrêt!... Mas quiçá haja um prémio quando chegar ao fim do túnel.

Está quase, quase a ser concretizada uma ideia nada peregrina à qual em tempos idos já me referi, aqui.

Ao fim de vários anos, vou talvez voltar em breve a ter um volante só pa'mim nas minhas mãozinhas. Para meu total deleite mas também para cumprir o dever a que as minhas missões nesta vida me obrigam: dar a conhecer a forasteiros os encantos ocultos neste fantástico jardim à beira-mar plantado.

Já agora, quero hoje dar nota também de que assassinei um preconceito meu. Cuidava eu que um veículo descapotável era perfeitamente inadaptado e inútil em climas frios, como o do norte da Europa. Como dessas saudosas paragens da Estónia e da Finlândia.

Pois parece-me afinal que há boas hipóteses de não ser totalmente assim. Que um removable rooftop também pode ser um must em meio duma bela paisagem repleta de neve branquinha.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

• World Travel Awards

Isto vale o que vale. Os World Travel Awards são  por alguns considerados para a área do turismo o equivalente ao que os Oscares são para o cinema. Talvez seja verdade…

Acontece que no ano passado Portugal ganhou o prémio de Melhor Destino Turístico Mundial. E foi a primeira vez que a Europa ganhou essa distinção, Isto como um país no seu todo. Antes a cidade de Londres também já tinha ganho. Mas não Inglaterra ou o Reino Unido, enquanto país ou nação.

Este ano, em cerimónia realizada em Lisboa no passado dia 2 de Dezembro, o nosso Portugalito lá ganhou outra vez o Oscar do turismo. Fixe, digo eu.

O povo português desde o séc. XV tem imitado os vikings no que concerne a viagens à descoberta de novas terras. E porque começámos numa época em que o conhecimento dos mares era mais avançado, fomos mais longe que os nórdicos. Fomos a todas as partes deste mundo.

Nos últimos 20 anos está a acontecer o contrário. É  o mundo inteiro que nos está a descobrir. E a vir até nós, a este camoniano jardim à beira-mar plantado.

Os portugueses foram os primeiros europeus a estabelecer contacto e relações com o povo nipónico. E com o Império do Meio sempre tivémos esse elo de ligação que é Macau, desde que chegámos ao Extremo Oriente.

Agora são japoneses, chineses, coreanos e outros povos da Ásia mais longínqua que aterram nestas nossas paragens como aves de arribação. E isto é delicioso.

De resto, não são só os asiáticos que nós descobrimos e que nos descobrem agora. Os tupiniquins também andam a fazer o mesmo. O que talvez tenha induzido os gringos da América do norte a segui-los. E até alguns vizinhos nossos do velho continente a quem não vinhamos a merecer muita da sua atenção, como italianos e franceses, passaram a pulular por aqui.

Tudo isto deve significar mais afazeres para mim, enquanto guia turístico e motorista de turismo. Logo agora, que eu até aspiro a abalar daqui p’ra fora…

Como já disse uma vez, sinto-me desenraizado.

Mas enfim… Oxalá que ao menos as vagas de visitantes que virão por aí queiram que eu lhes mostre não só os habituais lugares comuns, como Sintra ou Fátima, mas sobretudo outras belezas escondidas ou menos conhecidas.

Tais como a brutalidade da natureza dos algares de Benagil, na bela costa algarvia...

Ou o misterioso testemunho duma antiguidade de mais de 6 milénios do Cromeleque dos Almendres, perto de Évora...

Ou a assim chamada Charola do Convento de Cristo, em Tomar, cidade dos Templários. Um dos mais inusitados altares deste mundo…

Ou a rudeza do viver quotidiano no Piodão, nos mais recônditos e isolados recantos do coração da velha Lusitânia…

Ou as águas termais das Pedras Salgadas, que se vão recolher a creca de mil metros de profundidade, para aparecerem à superfície naturalmente gasosas.

E outros segredos mais que eu ainda guardo.

domingo, 26 de junho de 2016

• The Magical Mystery Tour

Deixem-me cá recordar por palavras por onde é que nós andámos…

Então foi assim: saímos da minha casa já depois do meio-dia, num Fiat 500 branquinho de que tínhamos acabado de tomar posse, apontando eu chegar antes do anoitecer ao Piodão. Pela estrada pequena. Pois, pois…

Passámos o Tejo pela ponte Vasco da Gama. Rodámos ao lado da albufeira de Montargil. Até que nos deu para parar no castelo de Abrantes. Por acaso assim aconteceu.

Alongámo-nos o tempo suficiente para admirar o horizonte e ala para a Sertã, a segunda paragem. Procurei pela dita que existiu um dia em formato gigante naquele jardim junto ao rio. Em vão.

O tempo piorou. A chuva resolveu abençoar a nossa jornada, que tinha começado com um sol radioso na capital. No Poço Corga, perto de Castanheiro de Pêra, ainda tentámos saciar uma fome que nos assaltou. Mas o lugar estava deserto de visitantes áquela hora. E como eu não gosto de comer numa sala vazia, adelante!…

A serra da Lousã mostrou-se então um obstáculo demorado de ultrapassar. E a chuva intensificava-se. De modos que jantámos por aquela terra singela que dá o nome ás montanhas e dormimos na sua Pousada da Juventude. Mesmo à altura das nossas necessidades.

Manhã cedo, sempre com chuvinha, rumámos finalmente a esse mítico destino, a aldeia do Piodão. Cuja rusticidade não desapontou. Onde de resto dei um valente malho num caminho de pé posto que nos guiava para umas hortas. Mas isso não impediu que ainda fizéssemos uma de Indiana Jones na ponte suspensa sobre a ribeira na “minha” Foz d’Égua.

A coisa mais parecida com um lugar para almoçar mais baratinho naquelas paragens foi um bar em Avô. Pertença de um casal de holandeses ainda novinhos.

Já que estávamos nas redondezas, tentou-se uma visita ao belo Palace Hotel do Bussaco. Mas tive relutância em ter de pagar por atravessar a Mata Nacional de carro. E desisti.

Neste segundo dia não nos pudemos queixar de falta de água a cair do céu. Que foi sendo cada vez mais à medida que nos íamos aproximando da Invicta. Com alguma felicidade lá encontrámos alojamento num curioso hotel de charme, o Castelo de Santa Catarina, na famosa rua do mesmo nome.

Lindo, mesmo lindo de todo, foi tomar o petit dèje num salão nobre daquela mansão típica da alta burguesia tripeira. Não só a minha saloíce se quedou embasbacada com a decoração interior faustosa. Outros viajantes doutras paragens mais habituados a luxos também tinham seus olhares de espanto.

Manhãzinha dedicada a uma voltinha a pé pelo centro do Porto - má onda, a Livraria Lello com a sua fachada entaipada para obras… - e no Fiat até ao Castelo do Queijo - visita disponível quando o guardião da coisa lhe dá na plebeia telha, a partir das 13h - e Rotunda da Boavista, com a sua Casa da Música.

Pela tardinha abalou-se no intuito de cruzar a fronteira. Destino do lado de lá: Salamanca. IP5 transformado em autoestrada. Com portagens electrónicas. Sacanagem!…

Mais difícil encontrar onde pernoitar em Espanha, sobretudo se se quiser algo central, p’ró barato e com lugar para el coche… Facto que levou á primeira séria desavença entre os viajantes. Momento absolutamente a esquecer.

Ânimos apaziguados pelo meio da manhã seguinte num tour a pé pelo casco viejo. Plaza Mayor e Catedral de Salamanca, como pontos obrigatórios. Inevitável a lusitana sensação de pequenez perante as dimensões da histórica arquitectura e da sua boa conservação.

Atacou-se a carretera para Madrid pouco depois do meio-dia. O que nos permitiu uma paragem mais demorada nas muralhas de Ávila. Aprazível, a travessia da Sierra de Guadarrama. E a chegada à confusão da grande metrópole ibérica bem antes do pôr do sol.

Confusão essa de que se resolveu fugir passado pouco mais de uma hora rodando por ruas caóticas. Onde além do mais era praticamente impossível estacionar.

Toledo pareceu-me um bom plano B. Pura ilusão!… Não dá para contar com a nossa sorte para se encontrar um quartinho num hostal naquela imponente ciudad. Ainda mais sexta à noite!… 

Com a ajuda do Booking.com lá ficámos no hostal Centro, bem perto do Alcázar. Habitación barata mas que implicou uma surpresa bem desagradável com o nosso carro. Lição aprendida a duras custas. Em Espanha não dá para ser um turista amador. Tem de se conhecer mesmo muito bem como fazer as coisas.

Mais um tour a pé matinal por um casco viejo e outra abalada pela tardinha. Passando num ponto que me é familiar, o Centro Comercial Luz del Tajo para abastecer. Antes de rumar de volta a Portugal sem mais demoras.

Hesitei entre três possíveis passagens da fronteira: Monfortinho, Segura ou Marvão. A primeira era-me desconhecida. A segunda tive receio de mais alguma surpresa, não fosse a ponte romana de Alcantara estar fechada à travessia por carros. A terceira pareceu-me a menos arriscada. E por esta fomos. Em boa hora.

Em Marvão, por flagrante contraste com a árdua experiência anterior em Toledo, foi chegar, ver e vencer. 

Foi descobrir num instante a Casa da Árvore, bater à porta e abancar. Com estacionamento fácil junto a esta casa de hóspedes de alojamento local mas com os mesmos mimos de um bom hotel. Isto sem falar ainda na nobreza do edifício antigo, na magnífica vista a cerca de 800 mts. de altitude dominando a meseta espanhola e a planície alentejana, na absoluta tranquilidade do local e na inexcedível simpatia do sr. Joaquim Manuel e sua esposa, uma boa expert em chás.

Finalmente a promessa do espectáculo dum pôr do sol foi cumprida a dois com real prazer. E prazeiroso foi também um jantar de potato chips caseiras regado a sidra das Astúrias, sentados no chão de pedra duma varanda, olhando um céu cheio de estrelas.

Prazer que continuou uma vez mais presente na manhã seguinte, na segunda volta a pé pelas muralhas de Marvão e pelos nossos pézinhos refrescados nas águas da praia fluvial do rio Sever, na Portagem, ali bem perto, bem cá em baixo.

Publiquei em tempos um post sobre praias fluviais que tem sido, sobretudo quando o estio debuta, dos mais lidos neste blog. Mas como vemos estas praias em Portugal quase todas na região centro, à da Portagem escapou-se-me qualquer referência. E nem vejo que seja ainda também muito referida em guias turísticos online

Melhor assim, talvez. Um segredo que continuará quase só meu, das gentes de Marvão e de uma mão cheia de bravos espanholitos que atravessam a fronteira só para lá se banharem.

Isto é mesmo um pequeno paraíso perdido. Se me fosse possível escolher assim, era já aqui em Marvão e nesta mui acolhedora Casa da Árvore que eu queria ficar a viver por um largo período de tempo, ou quiçá até ao fim dos meus dias.

Creio que haverá porventura neste mundo algo melhor para este desiderato. Mas eu ainda não o conheço.

A realidade clamou no entanto por ocupar o lugar do sonho na minha mente. Inadiável regresso a Lisboa se impunha. Não sem antes passar por Évora, para a obrigatória visita à creepy Capela dos Ossos.

Queria fazer a estrada via Estremoz. Mas a minha orientação traiu-me e quando estava perto de Gavião, para não adiar muito a restauração de forças e ânimos, tive de parquear à beira dum café no largo donde partem os autocarros, quais shuttles que tiram os locais daquele buraco para fora. Repasto um pouco surpreendentemente bem agradável, este…

Lá se alcançou antes das 18 horas Évora por uma rota que cruzou Ponte de Sor, Avis, Pavia e Arraiolos. Com um ligeiro stop, tipo touch and go, no Oásis Parque de Galveias

E depois do Templo de Diana, a trivial estrada nacional rumo à capital, travessia do Tejo em Vila Franca de Xira. Chegada à zona oriental de Lisboa, à torre Vasco da Gama, ainda ao lusco-fusco.

E assim foi.

Lisboa - Piodão - Porto - Salamanca - Ávila - Toledo - Marvão - Évora - Lisboa. Um curioso Magical Mystery Tour. Uma amostra interessante, algo concentrada no tempo e no espaço, de salpicos da Península Ibérica. Quisera eu repetir um dia este tour - várias vezes até, se fora dum modo profissional -, talvez mesmo em versão enlarged ou extended, porque não?...  ;-)

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

• Nu Skin

Note: Today this post is bilingual in English and Portuguese. The text in Portuguese is down below.

The fountain of eternal youth finally found? Let's have a look... I want to talk about one of the best kept secrets* in this world: Nu Skin.

Taken from its own corporate vision, Nu Skin Enterprises is a direct-selling company distributing premium quality products, comprising mainly two major brands or product lines.

The first of these brands, Nu Skin tout court, is mainly skin care and anti-aging products, having this last area its specific brand, ageLOC

The other brand, Pharmanex is dedicated primarily to nutrition and food supplements for a better health.

Recognizing the great opportunity to create a comprehensive approach to anti-aging, in 1998 Pharmanex was acquired by Nu Skin. This process has teamed up, in my view, all the science that Nu Skin dominated in terms of skin treatment to another domain, our whole-body wellness and health within our skin.

In addition to its range of innovative and world-top products, being a direct-selling company, Nu Skin is also an attractive deal for those who want to earn good dividends investing their time in promoting and selling its products. Or it might be interesting also for those who want to be just consumers of Nu Skin products, using them for their own well-being.

I became Nu Skin distributor for two main reasons: first, because the one I love already was one and invited me to be so too**, second, by my great interest and curiosity in the alleged top global quality of its anti-aging ageLOC products.

With today's post I want to do my part and look into captivate my readers of this blog, my friends on social networks and in real life to this invitation I wish to address them to know what is Nu Skin through my knowledge about this global company.

I will be mainly a consumer of the Nu Skin products range. Others who feel concerned by this company will see Nu Skin as a mean to develop a better future for themselves with the investment of their time in this business, that can be quite rewarding for those with a more enterprising spirit.

I will highlight just these three products for now to arouse the interest of all about Nu Skin:
  • The ageLOC® Edition Nu Skin Galvanic Spa System ™ II, which is a system for keeping your skin's youthful appearance, attacking the main sources of aging. To read info about this product, click here.
  • The Pharmanex BioPhotonic Scanner, which is an advanced tool to measure the level of carotenoids in the skin tissue in an non-invasively method, helping us to judge about our own nutrition health. To read info about this product, click here.
  • Epoch  essential oils, which are a new product, in my opinion with a innovation potential in the field of aromatherapy. To read info about this product, click here.
For all other questions about Nu Skin and all its products and business opportunities, I am available to my readers via email by clicking here.

A fonte da eterna juventude finalmente descoberta? Vamos ver... Hoje quero falar sobre um dos segredos* mais bem guardados neste mundo: A Nu Skin.

Segundo a sua própria visão corporativa, a Nu Skin Enterprises é uma empresa de marketing directo de distribuição de produtos de qualidade premium, englobando sobretudo duas marcas principais ou linhas de produtos. 

A primeira destas marcas, a Nu Skin tout court, distribui produtos de tratamento de pele e anti-envelhecimento, tendo esta última área a sua marca específica, a ageLOC.

A outra marca, a Pharmanex, é dedicada fundamentalmente ao ramo da nutrição e suplementos alimentares para uma saúde melhor.

Reconhecendo a oportunidade para criar uma abordagem abrangente relativamente ao anti-envelhecimento, em 1998 a Pharmanex foi comprada pela Nu Skin. Neste processo aliou-se, a meu ver, toda a ciência que Nu Skin já dominava ao nível do tratamento da pele a outro domínio, o da saúde e bem-estar de todo o nosso corpo  dentro dessa nossa pele.

Para além da sua gama de produtos inovadores e de topo mundial, sendo uma empresa de marketing directo, a Nu Skin é também um negócio atraente para todos aqueles que querem ganhar bons dividendos investindo o seu tempo na divulgação e venda dos seus produtos. Ou pode ser interessante também para aqueles que querem ser consumidores dos produtos Nu Skin, apenas usando-os para o seu bem-estar.

Eu tornei-me distribuidor Nu Skin por duas razões fundamentais: primeiro, porque aquela que eu amo já o era e me convidou a sê-lo também**; segundo, pelo meu interesse na alegada qualidade top mundial dos seus produtos anti-envelhecimento da ageLOC.

Com o post de hoje quero fazer a minha parte e procurar com este cativar os meus leitores deste blog, amigos nas redes sociais e na vida real para este convite que lhes quero endereçar para conhecer o que é a Nu Skin através do meu saber sobre esta empresa global.

Eu vou ser sobretudo um consumidor da gama de produtos Nu Skin. Outros que se sentirão interessados por esta empresa poderão ver na Nu Skin um excelente meio para desenvolverem um futuro melhor para si próprios, com o investimento do seu tempo neste negócio, que pode ser bastante recompensador, para quem tem um espírito mais empreendedor.

Três produtos apenas vou destacar agora para despertar o interesse de todos na Nu Skin. 
  • O ageLOC® Edition Nu Skin Galvanic Spa System™ II, que é um sistema que permite manter o aspecto jovem da pele, atacando as principais fontes de envelhecimento.. Para consultar info sobre este produto, clicar aqui.
  • O Pharmanex BioPhotonic Scanner, que é um instrumento avançado para medir o nível de carotenóides nos tecidos da pele de forma não invasiva, ajudando-nos a avaliar a qualidade salutar da nossa nutrição. Para consultar info sobre este produto, clicar aqui.
  • Os óleos essenciais Epoch, que são um produto, a meu ver, com um potencial de inovação no campo da aromaterapia. Para consultar info sobre este produto, clicar aqui.
Para todas as demais questões sobre a Nu Skin e todos os seus produtos e oportunidades de negócio, estou à disposição dos meus leitores através de contacto de email, clicando aqui.

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* I say secret because not known to the general public yet in a way as broadest as it would be perfect, in my personal view. 
Digo segredo porque não conhecido do público em geral ainda de uma forma tão alargada quanto seria perfeito sê-lo, a meu ver.

** It seems to be a trend in Nu Shin to have both elements of a couple working  together...
Parece ser uma tendência na Nu Skin de ter os dois elementos de um casal a trabalhar conjuntamente.